A reação dos nossos craques com a convocação! 🖤🤍
O Timão foi o clube com mais jogadores convocados para defender a Seleção Brasileira! 🇧🇷
Matheuzinho, Bidon e Hugo Souza representarão o Brasil nos amistosos contra Austrália e Índia.
#VaiCorinthians
Ramón Ángel Díaz no comando do Corinthians:
→ 58 partidas comandadas
→ 30V / 16E / 12D (61% de aproveitamento)
→ 91 gols a favor (1.57 por jogo)
→ 60 gols sofridos (1.03 por jogo)
→ 1 título conquistado (Paulistão 2025)
O argentino, que completa 67 anos hoje, foi muito importante para a virada de chave do Corinthians. Chegou em um momento muito difícil e conseguiu dar a volta por cima. Curte seu dia, professor.
As estatísticas da postagem foram obtidas no portal Meu Timão.
📸 | Reprodução/X
NOTA OFICIAL SOBRE DECLARAÇÕES DE MEMBRO DO CONSELHO DELIBERATIVO
O Gaviões da Fiel Torcida tomou conhecimento de declarações atribuídas a membro do Conselho de Orientação (CORI) do Corinthians, publicadas pela ESPN, nas quais a mobilização da torcida em torno da intervenção judicial e da reforma estatutária foi tratada como incoerente.
Chama a atenção o lugar de onde parte a crítica. O CORI existe, em tese, para orientar o clube com zelo pelo patrimônio corinthiano. Enquanto a dívida saltava para perto de R$ 3 bilhões e contratos questionáveis se acumulavam, esse zelo não apareceu. Curiosa é a voz que hoje se sente à vontade para dizer o que a torcida “não sabe”, sendo a mesma que não viu, ou preferiu não ver, o clube sendo dilapidado por dentro.
Não é a torcida que precisa explicar suas reivindicações. É o Conselho Deliberativo que precisa explicar por que a reforma estatutária segue emperrada há meses, por que a assembleia de 19 de setembro continua sob ameaça de suspensão por iniciativa de conselheiros e por que quem deveria fiscalizar aprovou, ano após ano, os balanços que empurraram o clube ao abismo financeiro.
O Gaviões não pauta suas manifestações por conveniência. Cobrar transparência, apoiar a apuração do Ministério Público e pedir intervenção judicial não são posições contraditórias; são instrumentos diferentes para o mesmo objetivo: devolver ao Corinthians a gestão séria que o Conselho, historicamente, não garantiu.
É sintomático que parte do Conselho prefira desqualificar quem protesta pacificamente a responder pelo próprio histórico. Enquanto conselheiros debatem semântica, o rombo financeiro que deveriam fiscalizar segue crescendo. Esse sim, um problema real.
O papel de um conselheiro não é menosprezar quem sustenta o clube nas arquibancadas, nas bilheterias e nas lojas. É prestar contas a essa mesma torcida.
Fica a pergunta, conselheiro: se a torcida não sabe o que quer, o Conselho sabia o que fazia quando aprovou, um a um, os balanços que trouxeram o Corinthians até aqui?
A guerra não é entre nós. A luta é pelo Corinthians.
A Diretoria
Gaviões da Fiel Torcida