É pelo PROUNI, FIES, MINHA CASA MINHA VIDA, PÉ DE MEIA, ISENÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA, ISENÇÃO NA CESTA BÁSICA, PELA TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO, LUZ PARA TODOS, REAJUSTE DO SALÁRIO MINIMO, PELOS QUE SAIRAM DA MISÉRIA, PELAS UNIVERSIDADES, PELA CIÊNCIA, AMAZÔNIA ...
Eu poderia ficar aqui horas e horas!!
#LulaPelaDemocracia
Esse é o Zucco moderado e do diálogo? Aos gritos no debate da Globo?
Comemorando o que? O show de mentiras de Flávio?
Lembro bem de quando ele “saiu para pescar” com Jair Bolsonaro antes de uma operação da PF no RJ. Zucco é um radical, um extremista de direita!
Amanhã o povo gaúcho pode evitar a tragédia maior. É 13 🇧🇷✊🏾
Gente, reflitam mais uma vez. Se você quer esculher algum outro candidato, isso só vai ser possível se vc respirar e apertar 13 nesse domingo. #SoMaisUmVotoProLula
QUEM É MARIANA?
Mariana Vishegirskaya é uma jovem ucraniana que, em março de 2022, estava grávida de nove meses. Quando estava prestes a dar à luz, um bombardeio russo atingiu a maternidade onde estava internada, na cidade de Mariupol.
Com o rosto ensanguentado, ainda vestindo seu pijama de bolinhas, Mariana desceu as escadas de um hospital destruído, caminhando entre escombros, paredes em ruínas, descalça sobre vidros estilhaçados e sob os gritos e prantos dos feridos ou dos que lamentavam os mortos.
Flagrado pelas lentes de um fotógrafo que cobria o conflito, o rosto de Mariana correu o mundo.
No dia seguinte, 10 de março, enquanto bombas continuavam destruindo a cidade, Mariana deu à luz sua filha, Veronika. Uma nova vida a uma cidade onde crianças morriam todos os dias. A Associated Press documentou o horror numa reportagem intitulada”Why? Why? Why?” (“Por quê? Por quê? Por quê?”). Jornalistas descrevem crianças enterradas em valas comuns, famílias desoladas, mulheres em abrigos e hospitais onde médicos precisavam escolher quem ainda poderiam salvar.
Mariana sobreviveu. Sua filha também. Mas milhares de outras jovens como ela não tiveram a mesma sorte.
Desde o início da invasão russa, milhões de mulheres ucranianas foram obrigadas a abandonar suas casas, suas famílias, seus empregos e seu país. Muitas fugiram sozinhas, sem dinheiro, sem falar a língua do lugar onde buscaram refúgio, dependendo da ajuda de desconhecidos para sobreviver. E foi justamente essa vulnerabilidade que redes de exploração humana transformaram em oportunidade de negócio. Inclusive no Brasil.
Uma investigação revelou mensagens que apontam para uma rede internacional de prostituição financiada pelo banqueiro Daniel Vorcaro, que recrutava mulheres estrangeiras, incluindo refugiadas da guerra na Ucrânia, para encontros privados com homens ricos e poderosos. Muitos deles, amigos e aliados de Flávio Bolsonaro.
Segundo divulgado, uma dessas mulheres tinha apenas 19 anos e havia enfrentado 14 horas de ônibus para fugir da guerra. Sua mãe enviava áudios dos bombardeios. Ela não tinha para onde voltar. Então, em mensagem de dezembro de 2023, um dos responsáveis pelo recrutamento explicou a Vorcaro por que a jovem continuava no Brasil: “Ela não tem pra onde ir. Estão bombardeando a cidade dela.” / “Gata e novinha!”
É difícil imaginar uma demonstração mais brutal da distância entre o desespero de uma mulher e os interesses de homens asquerosos que enxergam nessa angústia a oportunidade para o sexo fácil. Enquanto uma mãe ucraniana preocupada enviava áudios de bombas caindo, os amigos do “irmãozão” de Flávio planejavam como aproveitar a permanência de sua filha no Brasil.
Mariana não é uma dessas mulheres que participaram das festas de Vorcaro. Não há nenhuma informação que a relacione às festas de Vorcaro ou a encontros com Flávio. Mas Mariana nos ajuda a compreender de onde vêm essas refugiadas. O que perderam. Do que fugiram. E por que a promessa de proteção, trabalho ou segurança pode se tornar uma armadilha.
As denúncias envolvendo Vorcaro e Flávio precisam ser integralmente investigadas. Mas as mensagens reveladas já exigem respostas sobre a possível exploração de mulheres em situação de extrema vulnerabilidade. Talvez Flávio nunca tenha ouvido falar de Mariana Vishegirskaya. Mas quem frequentou essas festas, usou e abusou de outras Marianas. Ou até meninas mais jovens, já que as chamam de “creche”.
“Creche” alimentada por jovens mulheres fugindo de bombas em maternidades.
Como Mariana.
Qual proposta de Flavio vc mais curte?
- gorjeta em euro pra nordestino
- funcionário público IA
- Raspar munição pra ajudar grupo de extermínio
- vender o BB pro Bank of América
- Libertar Vorcaro, TH Joias, Canella e outros irmãos bandidos
- cortar os nossos direitos
Fui Secretária de Políticas para as Mulheres em São Leopoldo/RS na gestão Bolsonaro. Recebi ZERO de repasse federal para enfrentamento à violência. O RS inteiro sobreviveu com apenas 2 secretarias municipais mantidas pelos próprios municípios.
Não foi "gestão eficiente". Foi desmonte. O governo Bolsonaro cortou 94% da verba federal para combater violência contra a mulher: de R$ 366 mi (2016-2019) para apenas R$ 23 mi (2020-2023).
O programa Mulher Viver Sem Violência teve seus eixos retirados da lei. As Casas da Mulher Brasileira foram paralisadas ou abandonadas. A lei que previa 5% do Fundo de Segurança para mulheres foi descumprida, aplicaram só 0,2%.
O impacto a gente colhe até hoje, feminicídios em recorde, redes de proteção esfaceladas, gestoras municipais tentando segurar o que o federal abandonou. O desmonte começou no pós-Temer, mas foi sob Bolsonaro que virou política de Estado.
Quem diz que "não sabia" ou que "não teve corte" está mentindo. Os dados estão aí, e as mulheres pagaram o preço.
#LulaNaGlobo
#ExercitoDoLula
Lula versus Bolsonaro: Passei 1.901 dias em confinamento solitário por revelar a verdade sobre os assassinatos e a espionagem do governo dos EUA, inclusive contra o Brasil e suas indústrias. Lula, fora do poder, lutou pela minha liberdade. Lula, no poder, discutiu minha perseguição com o papa Francisco, que decidiu se encontrar com minha família e ajudar. Depois da minha libertação, Lula e eu nos encontramos em Roma para lamentar a morte do Santo Padre. Lula foi gentil com meus filhos e não pediu nada em troca. Em contraste, Jair e Flávio Bolsonaro nada fizeram e nada disseram. Sem a capacidade de dizer não a Washington e a Tel Aviv, não pode haver política interna, apenas ordens estrangeiras. Essas instruções são sempre as mesmas: “Ampliem nosso roubo de recursos e salários e calem a boca sobre nós assassinarmos crianças”. Os entreguistas entregarão tudo em troca de uma fatia, até a própria língua.
"eu critiquei o lula por 25 anos e o lula nunca quis me matar. eu critiquei o bolsonaro por um ano e ele tentou me matar"
joice hasselmann na live do lula
Joice Hasselmann na live do Janones:
"Quem diria que eu e voce estaríamos no mesmo lado um dia? É a beleza da democracia, pensar, raciocinar e corrigir. Estou corrigindo um grande erro. Fui a 1ª mulher a abraçar o bolsonarismo. E conheci a podridão"
Lula perdeu o dedo porque o colega de fábrica estava exausto. Errou um movimento e prensou a mão dele. Lula procurou um médico que achava que peão não merecia tratamento e amputou. Quem zomba disso não tem caráter nenhum.
Quando Lula confrontou Flávio Bolsonaro por ter defendido o PM que assassinou a menina Ana Clara, de apenas 5 anos, Flávio errou feio. Trocou os nomes, prestou “solidariedade a Ana Clara na plateia” e Cristiane, a mãe que estava na plateia, gritou “Ela morreu!” no estúdio.