tentando sobreviver no país chamado 🇧🇷, onde, pra maioria da população, 1 Xis carne custa um dia de trabalho e 1 litro de gasolina custa 1hr. 20 anos de ⬅️
Só pra deixar aqui pra eu voltar e ver que acertei:
@LulaOficial não vai perder as eleições de 2026.
Ele não vai nem tentar pra não se aposentar derrotado…
Depois das eleições eu volto aqui pra ver se to certo
Sabe qual o problema?
Os primatas não vão assistir a 10 horas da fala do Luis Fux
Vão ficar a mercê de informações enviesadas que sustentam sua ideologia primitiva
O delinquente do @realDonaldTrump está reelegendo o Lula.
Por isso sempre falo. Deus é petista.
Deus:
“Lula com recorde rejeição, falando merda e metendo imposto no BR. O que posso fazer pra dar sorte pro Lula novamente. Já sei: Trump como inimigo externo!!”
#TrumpTariffs
In light of the public statement made by U.S. President Donald Trump on social media on the afternoon of Wednesday (9), it is important to highlight the following:
Brazil is a sovereign nation with independent institutions and will not accept any form of tutelage.
The judicial proceedings against those responsible for planning the coup d'état fall exclusively under the jurisdiction of Brazil´s Judicial Branch and, as such, are not subject to any interference or threats that could compromise the independence of national institutions.
In the context of digital platforms, Brazilian society rejects hateful content, racism, child pornography, scams, fraud, and speeches against human rights and democratic freedom.
In Brazil, freedom of expression must not be confused with aggression or violent practices. All companies—whether domestic or foreign—must comply with Brazilian law in order to operate within our territory.
The claim regarding a U.S. trade deficit in its commercial relationship with Brazil is inaccurate. Statistics from the U.S. government itself show a surplus of $410 billion in the trade of goods and services with Brazil over the past 15 years.
Therefore, any unilateral tariff increases will be addressed in accordance with Brazil's Economic Reciprocity Law.
Sovereignty, respect and the unwavering defense of the interests of the Brazilian people are the values that guide our relationship with the world.
- Estão com pressa. Muita pressa. O processo contra mim avança a uma velocidade 14 vezes maior que o do Mensalão e pelo menos 10 vezes mais rápida que o de Lula na Lava Jato.
- E o motivo? Nem tentam mais esconder. A própria imprensa noticia, abertamente e sem rodeios, que a motivação não é jurídica, mas política: o tribunal tenta evitar que eu seja julgado em 2026, pois querem impedir que eu chegue livre às eleições porque sabem que, numa disputa justa, não há candidato capaz de me vencer.
- A julgar pelo que lemos na imprensa, estamos diante de um julgamento com data, alvo e resultado definidos de antemão. Algo que seria um teatro processual disfarçado de Justiça – não um processo penal, mas um projeto de poder que tem por objetivo interferir na dinâmica política e eleitoral do país.
- Todos dizem que o processo se encerrará até o final de 2025, mesmo não havendo precedentes para tamanha celeridade em um caso dessa dimensão. E por quê? Porque todos sabem que o que está em curso é, na verdade, uma espécie de atentado jurídico à democracia: um julgamento político, conduzido de forma parcial, enviesada e abertamente injusta por um relator completamente comprometido e suspeito, cujo objetivo é se vingar, me prendendo e me retirando das urnas. Porque todos sabem que, com meu nome na disputa, minha vitória e a conquista da maioria no Senado são resultados inescapáveis. Simples assim.
- A ironia é que, quanto mais atropelam regras, prazos e garantias para tentar me eliminar, mais escancarado fica o medo que eles têm das urnas e da vontade do povo. Se realmente acreditassem na democracia que dizem defender, me enfrentariam no voto, não no tapetão.
- Mas não pensem que o mundo não está atento. A comunidade internacional acompanha de perto o que está acontecendo no Brasil. Juristas, diplomatas e lideranças políticas já reconhecem o padrão: é o mesmo roteiro que se viu na Nicarágua e na Venezuela. Perseguição seletiva, acusações vagas de "extremismo" ou de "ameaça à democracia" e a tentativa de eliminar a oposição por via judicial.