A sorte dos políticos brasileiros é que Brasília não tem povo. Se o Rio de Janeiro continuasse a ser a capital da República, os ministros do STF, Lula, o primeiro escalão do governo e boa parte do Congresso não conseguiriram andar mais de 10 metros em qualquer avenida movimentada
Que absurdo!! Vários ministros de Tribunais superiores recebendo 💰 de empresas envolvidas com organizações criminosas.
O que fizeram com a Justiça do 🇧🇷?
Mande no Zap de um banqueiro fraudulento:
-Bom dia!
-Segue a minuta do contrato.
-Abraço.
-MINUTA CONTRATO BANCO MASTER.pdf
🤑 E fature R$ 129 milhões.
Talvez funcione... se o seu marido for ministro do STF.
O grau de informalidade com que se tramitou um contrato de R$ 129 milhões de reais é estarrecedor e só aumenta as suspeitas - que já eram mais que suficientes para a abertura de uma investigação própria.
A inação da PGR se torna mais grave
a cada nova revelação.
Aqui, esposa de juiz de Suprema Corte envia contrato de R$ 130 milhões por WhatsApp a banqueiro mafioso, que depois troca mensagens com seu marido até no dia da própria prisão, sendo que o celular “institucional” da Suprema Corte não é sequer periciado e ninguém mais sabe dele.
Alexandre de Moraes está desde o dia 9 de dezembro sem explicar o contrato de R$ 129 milhões entre o escritório de advocacia de sua mulher, Viviane Barci, e o banqueiro corrupto Daniel Vorcaro. São 193 dias
O VERDADEIRO SÓCIO MAJORITÁRIO DO BRASIL É UM PARASITA QUE NÃO TRABALHA
Você acha que o dono do supermercado está ficando bilionário às suas custas? Acorde. O Assaí lucrou R$ 86 milhões, mas o GOVERNO levou R$ 4,7 BILHÕES em impostos.
O governo lucrou 56 VEZES MAIS que a própria empresa sem colocar um centavo no negócio, sem acordar cedo e sem correr risco de falir.
E sabe quem paga essa conta de R$ 4,7 bilhões? VOCÊ, no caixa, quando vai comprar comida para a sua família. A verdadeira desigualdade no Brasil é entre quem produz e o Estado que suga tudo.
Malu Gaspar: “O STF cobra responsabilidade fiscal do Congresso, mas, na hora de dar o exemplo, abre exceções para si. Defende barrar pautas-bomba, mas flexibiliza os próprios penduricalhos. Depois reclama da rejeição da população. Parece haver uma regra para o Supremo e outra para o resto do país.”
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deixou de votar em 43% das deliberações nominais do Senado em 2026, segundo levantamento da Folha nos registros da Casa.
Trabalhar nunca foi o forte dos Bolsonaro.
Jair Bolsonaro, na presidência, tinha apenas de 3 a 5 horas de compromissos oficiais.
Eduardo Bolsonaro, em 10 anos como deputado federal, só assinou 3 projetos que viraram leis, nenhum deles ligado a pautas de direita: 1 do PT sobre fosfoetanolamina sintética, 1 que instituiu o “Dia Nacional da Pessoa com Atrofia Muscular Espinhal (AME)” e 1 que criou o "Grupo Parlamentar Brasil-Bahrein". Depois pediu licença e foi para os EUA articular tarifaço e outras medidas para “queimar a floresta inteira”, em nome da luta pelas “liberdades”.
Carlos Bolsonaro foi alvo de críticas numerosos vezes em 25 anos de mandatos na Câmara Municipal do Rio de Janeiro em razão de altas taxas de ausência, licenças frequentes, pedidos de afastamento e priorização de marketing digital em campanhas nacionais, tendo ficado conhecido como “vereador a distância”.
É muita rede social, para pouca atividade parlamentar, que dirá de interesse público.
Quando “trabalhou” nos últimos anos, Flávio Bolsonaro votou a favor do aumento do fundão eleitoral e contra o projeto de lei de combate à lavagem de dinheiro que estabelecia limites para o uso em transações comerciais de dinheiro em espécie, como aquele das “rachadinhas”.
Sem contar as campanhas contra a CPI da Lava Toga e a Operação Lava Jato, bem como a favor da PEC da Blindagem.
A força residual do sobrenome Bolsonaro, agora em disputa por alas rivais dentro do clã, deve-se, em grande parte, ao fato de que massas de manobra, manipuladas por profissionais da propaganda política, confundem a disputa de cargos com o PT, que o bolsonarismo faz, e um trabalho efetivo e diferenciado em prol do desenvolvimento do Brasil, que o bolsonarismo não só deixou de fazer quando teve a oportunidade, como também, em diversos momentos, sabotou.
A ideia de que é precisar acobertar toda essa sujeira e celebrar carreiras marcadas pela vagabundagem, pelo fisiologismo e pelo patrimonialismo, típicos do Centrão, para “resgatar o país” das mãos da esquerda é a mais contraproducente e moralmente retrógrada que já passou pela cabeça da suposta direita brasileira no período posterior à redemocratização, até pelo simples fato de que essa ideia não faz outra coisa há 7 anos senão fortalecer Lula, o PT e a pior geração da história do STF.
Todos que preferem parasitar o bolsonarismo a construir uma alternativa sólida e ética ao lulismo adiam o Brasil que dizem defender, manifestando, na prática, uma similaridade inconteste com a família Bolsonaro: a enorme preguiça de trabalhar.
Gilmar Mendes está isolado?
Nos últimos dias, até setores da grande imprensa passaram a publicar críticas duras contra o ministro do STF, especialmente depois dos ataques a André Mendonça e de sua posição a respeito das investigações do caso Master.
Mas o ponto principal é outro: Gilmar sofreu uma derrota importante, e ela pode revelar que sua força já não é a mesma dentro do Supremo.
O que aconteceu? E por que isso importa?
Assista até o final para entender. 🔥
A esquerda compara a dívida do Brasil com a do Japão e da França pra dizer que estamos bem. Só que esquece de contar que o Brasil gasta 7,9% do PIB só em juros. A França, 2,2%. O Japão, 1,3%.
Não é o tamanho da dívida que importa. É o custo de carregá-la. E o Brasil paga caro porque já deu calote 5x.
A Geração atual tem mais diploma que a anterior, trabalha mais horas, e mesmo assim a casa própria e o carro dos sonhos estão cada vez mais longe.
Te explico que isso não é fatalidade. É escolha de governo.
O seu dinheiro vai direto pro bolso dos intocáveis. Vai bancar a mamata de quem nunca pagou imposto nem pegou numa enxada na vida.
E é exatamente por isso que eles não dão valor ao seu suor.
Não sabem o que é acordar 5 horas da manhã sem saber que horas vai dormir, com a cabeça cheia de pressão pra levar o prato de comida pra casa.
Não sabem o que é chegar apertado no fim do mês, tendo que gastar menos do que ganha, abrir mão de diversão e coisas até básicas pra não se afundar em dívidas.
Não sabem o que é ter de pagar imposto pra tudo e não ter acesso a uma saúde, segurança nem educação de qualidade.
Esse é o Brasil. O país dos INTOCÁVEIS.
Foi por causa dessa turma que eu entrei na política em 2018.
E é por causa deles que sou hoje pré-candidato a presidente da república.
Podem me ameaçar, me incluir em inquérito, me prender, fazer o que for… mas jamais irão conseguir me calar.
Meu propósito é fazer um Brasil para os brasileiros de bem. E quando a gente sabe o que quer, não tem quem nos pare. Porque a gente não tem preço, a gente tem valor.
Eu acredito num Brasil decente. Pela geração dos meus filhos e netos, e também dos seus. Eles merecem isso.
E nós vamos conseguir. Chega de intocáveis.
Em tempos em que o Judiciário quer determinar até as minúcias da atividade econômica dentro de empresas privadas, vale lembrar uma lição de Roberto Campos que continua atual:
"O respeito ao criador da riqueza é o começo da solução da pobreza."
Esse Papai Noel não traz presentes.
Ele desce pela chaminé do Supremo o ano inteiro, mas no lugar de presente deixa habeas corpus embaixo da árvore dos poderosos.
A lista de bom comportamento dele é meio estranha: quanto mais polêmico o caso, mais cedo chega o “presente”.
E os procuradores que investigavam? Esses ficaram na lista dos malvados.
Assista até o final para entender e compartilhe para mais gente conhecer o bom velhinho do Supremo.