Não tenham medo de semear sem ver os frutos imediatamente. Cabe a vós semear; o crescimento pertence a Deus. Nenhum gesto feito em nome de Cristo é em vão.
Sois vós, ó Senhor, o meu Deus! Desde a aurora ansioso vos busco! A minh'alma tem sede de vós, minha carne também vos deseja, como terra sedenta e sem água! ℟.
"A Cruz Sagrada seja a minha luz, não seja o dragão o meu guia.
Retira-te, Satanás! Nunca me aconselhes coisas vãs.
É mal o que tu me ofereces. Bebe tu mesmo os teus venenos!" 🙏
Continuemos a rezar pela paz. Santo Agostinho, cuja memória celebrámos nestes dias, dizia que «a paz é semelhante àquele pão que se multiplicava nas mãos dos discípulos do Senhor enquanto eles o partiam e o distribuíam» (Sermo 357, 2). Que aumentem no mundo aqueles que, com coragem, partem e distribuem o pão da paz, superando as divisões, promovendo a justiça, praticando o perdão, para o bem de todos.
No centro do ensinamento de Jesus está o mistério do Reino de Deus, que o Evangelho de hoje compara a uma pérola e a um tesouro (cf. Mt 13, 44-52). As parábolas dão a entender a surpresa de quem encontra algo que nem sequer podia esperar, a tal ponto que vender ou deixar tudo já não aparece como uma renúncia, mas sim como um ganho.
Tiago, irmão de João, era filho de Zebedeu e de Salomé e trabalhava como pescador no mar da Galileia. É chamado de Tiago Maior para distingui-lo do apóstolo homônimo, filho de Alfeu. Sua vida mudou quando Jesus o chamou para deixar as redes e tornar-se “pescador de homens” 🙏
Deus prefere a pequenez, sinal de seu amor discreto. Ele nos deixa livres para acolhê-lo ou rejeitá-lo, procura abrir caminho mesmo em meio ao joio e age de forma oculta e invisível, como a menor de todas as sementes, fermentando a massa sem fazer barulho. #EvangelhoDeHoje (Mt 13, 24-43)
Hoje é celebrada solenidade de Pentecostes, que comemora a vinda do Espírito Santo sobre Maria e os apóstolos, cinquenta dias após a ressurreição de Jesus Cristo.
Enviai o vosso Espírito, Senhor, e da terra toda a face renovai. ❤️🔥
Sem o fogo do Espírito, a Igreja permanece prisioneira do medo, assustada diante dos desafios do mundo, fechada em si mesma e, por isso, incapaz de dialogar com os tempos que mudam. #Pentecostes
VENI CREATOR SPIRITUS 🔥 | Hoje (24) é celebrada solenidade de Pentecostes, que comemora a vinda do Espírito Santo sobre Maria e os apóstolos, cinquenta dias após a ressurreição de Jesus Cristo.
O capítulo dois do livro dos Atos dos Apóstolos descreve que, “de repente, veio do céu um ruído, como se soprasse um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados. Apareceu-lhes então uma espécie de línguas de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Ficaram todos cheios do Espírito Santo”.
João Paulo II ao refletir sobre este evento em sua encíclica Dominum et vivificantem, assinalou que “o Concílio Vaticano II fala do nascimento da Igreja no dia de Pentecostes. Este acontecimento constitui a manifestação definitiva daquilo que já se tinha realizado no mesmo Cenáculo no Domingo da Páscoa”.
“Cristo Ressuscitado veio e foi ‘portador’ do Espírito Santo para os Apóstolos. Deu-lho dizendo: ‘Recebei o Espírito Santo’. Isso que aconteceu então no interior do Cenáculo, ‘estando as portas fechadas’, mais tarde, no dia do Pentecostes, viria a manifestar-se publicamente diante dos homens”.
Posteriormente, o papa da família cita o documento conciliar Lumen Gentium, em que se ressalta que “o Espírito Santo habita na Igreja e nos corações dos fiéis como num templo (cf. 1 Cor 3, 16; 6, 19); e neles ora e dá testemunho da sua adopção filial (cf. Gál 4, 6; Rom 8, 15-16. 26). Ele introduz a Igreja no conhecimento de toda a verdade (cf. Jo 16, 13), unifica-a na comunhão e no ministério, edifica-a e dirige-a com os diversos dons hierárquicos e carismáticos e enriquece-a com os seus frutos (cf. Et 4, 11-12; 1 Cor 12, 4; Gál 5, 22)”.
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Nenhuma nação, nenhuma sociedade e nenhuma ordem internacional pode se declarar justa e humana se medir o próprio sucesso unicamente com o poder e a prosperidade, negligenciando aqueles que vivem à margem. De fato, o amor de Cristo pelos mais pequenos e esquecidos exige que rejeitemos toda forma de egoísmo que faz com que os pobres e os vulneráveis permaneçam invisíveis.
''Precisamos rezar todos os dias não é por que somos bons, pelo contrário é porque somos fracos. Ai de nós se não rezarmos todos os dias.”
- Frei Gilson