🔥 ATÉ OS GRINGOS ENTENDERAM O TIRO NO PÉ!
Ex-funcionário do Departamento de Estado dos EUA admitiu na CNN:
A política americana pro Brasil é comandada por um grupinho
de aliados ideológicos da família Bolsonaro
que não entende nada do país nem da América do Sul.
Acham que estão enfraquecendo o Lula…
mas estão turbinando a campanha dele.
Império em decadência esperneando nos últimos suspiros.
Quando a desdolarização avançar de verdade com o Pix,
o mundo vai estar livre.
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@choquei Ele falou que é a favor, se a privatização entregar um serviço melhor que o público e destacou que nao é o que esta acontecendo. Não sei que partido o @rodrigobocardi se identifica, pelos comentários aqui eles é de direita, eu sou de esquerda e nem por isso vou atacar na mentira.
@matresma Que comentário ridículo, o programa Domingo legal sempre fez essa comemoração quando fica em primeiro lugar. O povo viaja muito misericórdia.
Que fique claro, @celsoportiolli festejou por conquistar a liderança, não tem nada a ver com indireta ou coisa do tipo por ser a Eliana e sim somente por ter ficado na liderança.
Alckmin ataca bordão "Deus, pátria, família" usado por Bolsonaro:
"Bordão dos extremistas...
Deus é amor... não é possível usar o nome de Deus em vão... para propor o assassinato.
Pátria é união, não é o entreguismo, não é trabalhar lá fora contra o país.
Família é a paixão, não �� possível falar em família com 700 mil famílias enlutadas com o descaso do governo."
Mantive na noite deste domingo, 26 de julho, uma conversa telefônica de mais de uma hora de duração com o presidente da China, Xi Jinping.
Durante o telefonema, tratamos da implementação das sinergias entre os projetos nacionais de desenvolvimento dos dois países. Reiteramos o propósito compartilhado de ampliar a cooperação em áreas estratégicas e de alta tecnologia, como inteligência artificial, satélites, beneficiamento de minerais críticos e comércio de fertilizantes.
Ressaltei que o nosso governo segue comprometido com a diversificação de mercados e parceiros comerciais. Coincidimos a respeito da importância de acelerar as tratativas para um acordo MERCOSUL-China, que contemple as necessárias flexibilidades.
Destacamos também os bons resultados do comércio bilateral, bem como o impacto positivo das jornadas culturais em curso este ano nos dois países e do acordo para isenção de vistos de curta duração. Essas iniciativas vão ampliar o fluxo de turistas e as oportunidades de negócio.
Ao discutir os principais desafios da agenda internacional, lamentamos a proliferação de conflitos ao redor do mundo e seus impactos sobre a segurança alimentar e energética global, além das graves perdas humanas e materiais.
Ao abordar a crise no Oriente Médio, concordamos que as restrições à livre navegação nos estreitos de Ormuz e Bab el-Mandeb têm efeitos nefastos sobre a economia mundial. Expressamos profunda preocupação com a continuidade da situação humanitária em Gaza.
Concordamos que o Grupo de Amigos da Paz pode desempenhar um papel relevante na retomada das negociações para o fim da Guerra na Ucrânia. Criticamos a incapacidade do Conselho de Segurança das Nações Unidas de responder adequadamente a essas crises e observamos que o próximo ou a próxima Secretária-Geral da ONU enfrentará um cenário internacional particularmente desafiador.
Nesse contexto, reiteramos o compromisso de Brasil e China com a defesa do multilateralismo e concordamos em manter estreita coordenação sobre esse e outros temas da agenda internacional no mais alto nível na ONU, no BRICS e outros fóruns.
Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post
As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico
Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida.
Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas.
Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%.
Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares.
Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano.
As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%.
No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros.
Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental.
A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social.
Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós.
A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos.
Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento.
O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20.
Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado.
Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras.
As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros.
Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la.
Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
@jornalnacional O cara esta junto com o genocida de Israel e o péssimo presidente da Argentina. Que Deus tenha misericórdia da nossa nação. As pessoas estão cegas não é possível.
ALEXANDRE FROTA REVELA O QUE O BOLSONARO FEZ QUANDO ELE PEDIU A PRISÃO DO QUEIROZ 🔥🤡
Frota subiu na tribuna e falou que também queria o Queiroz preso.
Telefone tocou na hora.
Era o Bolsonaro:
“Tá maluco, caralho?
Tá pensando o quê?
Vai se fuder, Frota!
Cala essa matraca!
Porra, tu quer fuder meu filho, caralho!”
E desligou.
15 minutos depois o Flávio aparece na Câmara, chega perto e sussurra:
“Frota, papai tá puto contigo…
Porra, tu quer me fuder, cara?
Como é que tu pede a prisão do Queiroz?”
E termina:
“Papai tá puto contigo. Não quer falar contigo mais.”
Isso não é família tradicional.
Isso é proteção de esquema.
Quando o assunto é Queiroz e rachadinha, o clã perde a linha e mostra o verdadeiro rosto.
O povo não esquece. 🔥
Bom dia! 🇧🇷
O Brasil segue fora do Mapa da Fome, segundo a ONU. O relatório da FAO confirma que o país manteve a subnutrição abaixo de 2,5% entre 2023 e 2025.
É o resultado de políticas que voltaram a colocar o combate à fome como prioridade. Mais comida no prato, mais dignidade e mais oportunidades para o povo brasileiro.
Campinas, Sorocaba, São José dos Campos e Santos precisam ser conectadas à capital por linhas ferroviárias de média velocidade. Mas isso exige também planejamento metropolitano, integração do transporte intermunicipal e um Plano Diretor para toda a metrópole, coisa que Tarcísio não fez.
O Plano Diretor de São Paulo, feito durante a minha gestão, foi reconhecido internacionalmente e copiado por várias cidades brasileiras. Mas ele precisa ser complementado por uma política estadual capaz de integrar a capital às cidades do entorno. #HaddadNaNovaBrasil