Decolando agora de Passo Fundo, olhei pela janela do avião e vi, mais uma vez, aquilo que sempre procuro mostrar.
É algo que a narrativa antiagro brasileira insiste em não ver.
Não é uma monocultura tomando tudo. São lavouras, pastagens, matas nativas e áreas de preservação permanente entrelaçadas, lado a lado, formando um mosaico que nenhuma narrativa hostil consegue apagar.
É produção e conservação convivendo na mesma paisagem, porque é assim que o produtor brasileiro trabalha há décadas. Nada disso é teoria formulada em gabinetes de ONGs europeias. É a rotina de quem planta, produz e preserva.
Do alto, o desenho é inequívoco: produção e conservação convivem.
Esse é o retrato de grande parte da paisagem rural brasileira: produzir alimentos, fibras e energia enquanto se preserva uma parcela significativa da propriedade.
Às vezes, uma imagem vale mais do que uma longa discussão. E, vista do céu, essa realidade fala por si.
É essa a imagem que eu gostaria que todo formulador de políticas públicas, no Brasil e na Europa, enxergasse antes de assinar mais uma restrição contra o nosso agro.
#Agro #sustentabilidade #preservação
Vejam, o engajamento dos vídeos do Flávio tem deixado a desejar: mediana de 618k views e média de 1.3m. Os dois que mais renderam foram o que ele dá porrada na câmera e diz que a culpa da tarifa é do Lula (3.4M - 5x a mediana) e o que ele abre o vídeo indignado dizendo que "tem que se f**der!" (9.4M - 15x a mediana). Será que é preciso um doutorado em ciência política na Harvard Kennedy para entender que o eleitorado quer um candidato combativo? Que a militância vai repercutir o que refletir a sua indignação? Se a mídia é contra, não há verba da Secom e a estratégia da campanha passa pelas redes sociais, como vencer com um conteúdo que não engaja? Mas quem entende das coisas são o Gagáldemar, os santinhos e os hipertensos...
I have no problem with Islam. I am just against beheadings, stoning, marrying little girls, sexual slavery, taqiyya,slave trading, rape, jihad, burqas, child abuse, women abuse, animal abuse,multiple wives, murder, Sharia,terrorism, brainwashing, . Does that make me Islamophobic?
NOTA OFICIAL DA PRESIDÊNCIA DA COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL SOBRE A IMPOSIÇÃO DE TARIFAS ADICIONAIS DOS ESTADOS UNIDOS A PRODUTOS BRASILEIROS @lpbragancabr
A Presidência da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional manifesta profunda preocupação e repúdio à forma irresponsável com que o governo brasileiro, respaldado pelo Ministério das Relações Exteriores, conduziu as negociações comerciais com os Estados Unidos.
A imposição de tarifas adicionais de 25% sobre produtos brasileiros, anunciada pelo governo norte-americano nesta quarta-feira, dia 15, representa uma grave derrota diplomática e comercial para o Brasil. Não se trata de um fato inevitável, mas do resultado direto de uma política externa ideologizada, confrontacionista e incapaz de proteger os interesses concretos do setor produtivo nacional.
Segundo informações divulgadas pelas autoridades norte-americanas, o fracasso das tratativas decorreu da postura de má-fé adotada pelo governo brasileiro, que teria priorizado ganhos políticos e eleitorais em detrimento de uma negociação técnica, responsável e orientada pela defesa da economia brasileira.
A retórica da “defesa da soberania” foi utilizada como instrumento de propaganda para encobrir a ausência de planejamento, de capacidade diplomática e de disposição real para construir uma solução.
A decisão de submeter a controvérsia à Organização Mundial do Comércio, em 6 de agosto de 2025, ignorando o contexto de negociações bilaterais estabelecido pelas autoridades norte-americanas, evidencia a escolha deliberada pelo confronto. Em vez de preservar canais de diálogo, o governo optou por politizar a questão e transformar uma disputa comercial em instrumento de mobilização ideológica.
Essa estratégia irresponsável poderá impor à economia brasileira prejuízos estimados em aproximadamente US$ 11 bilhões, atingindo empresas, trabalhadores, produtores e exportadores que não participaram das escolhas políticas que provocaram essa crise.
A Administração Lula preferiu fabricar uma narrativa de enfrentamento externo a cumprir sua obrigação elementar: defender, com seriedade, competência e rigor técnico, os interesses do Brasil.
A soberania nacional não se protege com discursos vazios, bravatas diplomáticas ou hostilidade gratuita. Protege-se com instituições respeitadas, economia forte, capacidade de negociação e uma política externa comprometida com os interesses permanentes da Nação.
Mais uma vez, o Itamaraty coloca sua tradição, sua credibilidade e o prestígio internacional do Brasil a serviço das conveniências ideológicas do governo de plantão. Ao hostilizar um parceiro histórico e abandonar uma negociação responsável, o governo sacrifica os interesses nacionais para preservar sua própria narrativa política.
O preço dessa irresponsabilidade não será pago pelos responsáveis por ela, mas pelos brasileiros que produzem, trabalham, exportam e sustentam a economia nacional.
Deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança
Presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional