Muitos usam a desculpa de que igreja não é um lugar físico, mas vivem uma espiritualidade sem disciplina, sem comunhão e sem compromisso.
Não deixe de ir à igreja!
Você quer sinais,
mas ignora a obediência.
Quer novos começos,
mas volta pros mesmos pecados.
Maturidade não é só ter experiências com Deus,
é ter constância com Ele.
Só não respeita os pentecostais quem nunca conheceu um de verdade. Não essas caricaturas de Insta, tiktok.
Gente de oração, que é sim, sim e o não, não. Povo sério, que quando fala de profecia o faz com grande temor e nível de detalhes assombrosos.
Pode até divergir de visão…
“Ah mas uma PASTORA falando de abuso e violência doméstica só pode ser progressismo e feminismo entrando na igreja”
Primeiro, quem manteve seu compasso moral intacto, mesmo que não concorde com mulheres no pastorado, jamais igualará em gravidade as duas situações.
Segundo, em grande medida, as mulheres falam porque os homens têm sido covardes! Quem deveria falar — quando ocorre abuso na própria igreja que lidera — fica calado por autopreservação. Quantas vezes temos visto isso?
Então, homem, FALE!
vi o video da Pra Helena nos Gideões e o que mais me impressionou foi a quantidade de comentários de mentecaptos enviados de satanás que se preocuparam muito mais em fazer comentários contra o pastorado feminino do que em celebrar a importância de suas palavras.
Rio de Janeiro é ótimo pra quem tem dinheiro. Aqui tem tudo pra aproveitar. Mas pra maioria CLT, sair todo fim de semana é luxo. O Rio continua lindo… só não é acessível pra todos. 💭
Recuso-me a submeter-me a uma tribo teológica que, essencialmente, manda você odiar, criticar e se distanciar do seu irmão que pensa diferente em questões secundárias — em vez de amá-lo.
É inaceitável que uma rede social tolere esse tipo de publicação. Isso não é opinião, é discurso de ódio explícito.
Se, em vez de “crentes”, o alvo fossem gays, pessoas trans, mulheres ou adeptos de religiões afro-brasileiras, já haveria comoção pública, pronunciamentos de políticos e ampla mobilização nas redes.
No entanto, quando se trata de evangélicos, há uma permissividade preocupante, não apenas por parte da plataforma, mas também de muitos usuários. É uma contradição evidente: condenam o ódio em alguns contextos, mas o normalizam em outros.
O mais grave é que esse tipo de discurso desumaniza pessoas reais: mães, pais, irmãos, amigos. Trata-se de uma incivilidade destrutiva, típica de quem deseja o mal sem perceber que esse mesmo ambiente de ódio, inevitavelmente, também o atingirá.
Uma das maiores sortes que a gente tem é o Juninho Pernambucano ter a noção de nunca se meter com a política do Vasco.
Ídolo eterno e imaculado que gestão nenhuma vai conseguir destruir.