LI A CARTA DO PT AOS CATÓLICOS. SOU ADVOGADO, SOU CATÓLICO. E PRECISO TE MOSTRAR O QUE ELES NÃO TE CONTARAM.
Ontem o PT publicou no site oficial uma carta assinada por "católicas e católicos do PT", pedindo voto para a reeleição do presidente.
Eu sou advogado há mais de vinte anos. Sou católico. Conheço os documentos da Igreja. E li a carta inteira, com o cuidado de quem lê um contrato antes de assinar.
Vou te mostrar o que encontrei. Não vou te pedir para confiar em mim: cada coisa que eu disser aqui, você mesmo pode conferir. Vou dizer onde.
1⃣ A carta abre com um versículo da Bíblia cortado ao meio.
A carta começa citando João 10,10: "Eu vim para que todos tenham vida, e a tenham em abundância." Bonito, não é?
Só que esse não é o versículo inteiro. Abra a sua Bíblia em João 10,10. O texto completo é assim:
"O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância."
Eles cortaram o ladrão e ficaram só com a abundância.
Guarde isso, porque a carta inteira é assim: mostra a metade bonita e esconde a metade que incomoda.
2⃣ Quem assinou a carta concordou, por escrito, com uma coisa que a Igreja condena.
Isso não é opinião minha. É documento contra documento. Olhe:
O Estatuto do PT — a lei interna do partido, que está no mesmo site onde publicaram a carta — diz no artigo 1º que o objetivo do partido é "construir o socialismo".
E diz no artigo 4º que, para ser filiado, a pessoa precisa declarar que concorda com o Estatuto.
Ou seja: todo mundo que assinou aquela carta declarou, formalmente, que concorda com o objetivo de construir o socialismo no Brasil.
Agora veja o que a Igreja Católica ensina.
Em 1931, o Papa Pio XI escreveu num documento oficial (a encíclica Quadragesimo Anno, parágrafo 120):
"Ninguém pode ser ao mesmo tempo bom católico e verdadeiro socialista."
Não fui eu que inventei. É o Papa. Está escrito. E não é um documento isolado: a Igreja condena o socialismo e o comunismo desde 1846 — antes mesmo de Karl Marx publicar o famoso Manifesto Comunista.
Papa após Papa repetiu a condenação.
E o Catecismo da Igreja Católica, que vale até hoje, diz no parágrafo 2425 que a Igreja rejeitou as ideologias ligadas ao comunismo e ao socialismo.
Alguém vai dizer: "Ah, mas o do PT é socialismo democrático, é diferente."
Pois o Papa Pio XI já respondeu isso — em 1931. Ele analisou justamente o socialismo "moderado", o que dizia não querer violência. E concluiu: nem mesmo o socialismo democrático combina com a fé católica, porque a ideia de homem e de sociedade continua errada na raiz.
Então faça a conta comigo. A Igreja diz: não dá para ser bom católico e verdadeiro socialista. O Estatuto do PT diz: todo filiado concorda com o objetivo socialista. A conclusão... eu deixo com você.
3⃣ A carta condena "igreja como palanque"... dentro de uma carta que é um palanque.
A carta diz que denuncia políticos que "transformam igrejas em palanques".
Agora olhe para a própria carta: um grupo religioso, reunido num encontro do partido, publicando no site do partido, pedindo voto para o candidato do partido.
Isso é o quê, senão um palanque?
E repare no detalhe: os políticos que a carta condena são só os do outro lado. Ou seja: usar a fé na política não é o problema para eles. O problema é quando o outro lado usa. Quando eles usam, vira "consciência crítica".
Aliás, Janja, a esposa do presidente Lula, disse isso com todas as letras semanas atrás: que a disputa política tem que acontecer "também dentro da igreja". Ao menos ela teve um momento de honestidade e foi sincera.
4⃣ Procure na carta a palavra "aborto". Procure "bispo". Procure "doutrina". Não tem.
A carta fala em nome dos católicos, mas não cita um bispo, não cita a CNBB, não cita nenhum ensinamento da Igreja. É um catolicismo sem Igreja.
E sobre o aborto — que a Igreja ensina ser pecado gravíssimo, doutrina definitiva, escrita no Catecismo (parágrafos 2270 a 2273) e confirmada pelo Papa João Paulo II com toda a autoridade do cargo (Evangelium Vitae, 1995) — o coordenador do encontro disse à imprensa que o tema "não é prioridade".
A defesa da vida do bebê no ventre da mãe não é "pauta" que entra e sai conforme o ano de eleição.
É mandamento. Quem esconde o mandamento em ano eleitoral não está sendo moderado. Está te enganando.
E aqui eu preciso te contar o que a carta esconde.
"Não é prioridade"? Então olhe o que o governo atual fez, com data e documento. Não mandou projeto de lei para legalizar o aborto — não precisou. Agiu por portaria e por nota técnica, que são atos do próprio governo e não passam pelo Congresso:
— 17 de janeiro de 2023 (primeiro mês de governo): o Brasil saiu do Consenso de Genebra, a declaração internacional de países contra o aborto. A saída foi assinada por quatro ministérios de uma vez. Está no noticiário da época, é só pesquisar.
— Mesmo janeiro de 2023: o Ministério da Saúde revogou a regra que mandava o hospital comunicar à polícia os casos de estupro que levassem a aborto, e derrubou (Portaria nº 13) o manual que fixava limite de tempo para o aborto legal.
— Setembro de 2023: o Ministério da Saúde publicou a Nota Técnica nº 37 dizendo que exigir que uma grávida de mais de 22 semanas, vítima de estupro, leve a gestação até o fim seria "grave violação de direitos humanos".
— Fevereiro de 2024: o Ministério publicou nota técnica dizendo que a lei não estabelece prazo nenhum para o aborto legal e que os hospitais não podem fixar limites. Houve enorme reação do povo e do Congresso — e o governo revogou a nota no dia seguinte, dizendo que ela "não tinha passado pela consultoria jurídica". Recuou porque foi pego, não porque mudou de ideia.
E sabe qual é a parte mais reveladora?
Em 2022, antes da eleição, Lula publicou a "Carta aos Evangélicos" dizendo que era pessoalmente contra o aborto e que o assunto cabia ao Congresso, não ao presidente.
Ganhou a eleição — e no primeiro mês o governo agiu por portaria para facilitar o aborto, justamente o caminho que não passa pelo Congresso.
Carta antes da eleição. Portaria depois. Agora, em 2026, chega outra carta — desta vez para você, católico. O filme é o mesmo. Só mudou o público.
5⃣ E tem mais: a Igreja já condenou exatamente esse método.
Em 1984, o Vaticano — pelo cardeal Ratzinger, que depois virou o Papa Bento XVI — publicou um documento oficial condenando o uso da fé católica como instrumento de projeto político marxista. O documento se chama Libertatis Nuntius. Ele continua valendo. Nunca foi revogado.
A carta do PT é exatamente o que esse documento descreve: pegar a fé do povo e usar como veículo de um partido cujo objetivo, escrito na própria lei interna, a Igreja condena há quase dois séculos.
Para terminar.
Jesus ensinou: a árvore se conhece pelos frutos.
O PT nasceu dentro de comunidades e pastorais católicas, há 46 anos. Nesses 46 anos, o Brasil viveu o maior esvaziamento de igrejas católicas da sua história. Agora, em ano de eleição, o partido volta com uma carta doce, citando a Bíblia pela metade.
🚨👀👇
Meu conselho de católico para você, católico, é um só: leia o versículo inteiro. João 10,10.
A primeira metade explica a segunda.
E não acredite em mim. Confira tudo: o Estatuto do PT está em https://t.co/GbrQjoSKJA (artigos 1º e 4º). A encíclica Quadragesimo Anno está no site do Vaticano (parágrafo 120). O Catecismo, parágrafos 2270-2273 e 2425. O documento de 1984, Libertatis Nuntius, também no site do Vaticano. E a carta do PT, no site deles, publicada em 1º de julho de 2026.
Documento contra documento. É assim que advogado trabalha. E é assim que católico se defende.
Mauricio Pierre — advogado (OAB/SP 160.754) e católico.
Celebramos hoje a solenidade dos santos Pedro e Paulo, padroeiros de Roma. O sangue por eles derramado nesta cidade revela até onde chega o amor de Deus que o Senhor Jesus nos concedeu. https://t.co/9ly1YmN4cX
Um filme sobre um homem que decide enfrentar imigrantes ilegais responsáveis por aterrorizar sua cidade foi proibido em vários países sob a acusação de “discurso de ódio”.
Então, Elon Musk adquiriu os direitos de distribuição e disponibilizou o filme gratuitamente no X, para que qualquer pessoa possa assistir e tirar suas próprias conclusões.
Elon Musk acabou de provar que a propriedade na América é uma ficção legal.
Musk: “Você é tributado pelo que ganha, tributado pelo que compra e tributado pelo que possui.”
Pense no que o imposto predial realmente significa.
Você trabalhou por décadas. Pagou tudo integralmente. A escritura está em seu nome.
Pare de pagar à governo sua taxa anual. Veja-os tomarem e venderem para alguém que pagará.
Você nunca possuiu aquela casa. Você estava apenas alugando de uma entidade com a qual nunca assinou um contrato.
O imposto de renda conta a mesma verdade em uma embalagem mais suave.
O governo não toma uma porção dos seus ganhos. Eles decidem quanto do seu próprio trabalho você tem permissão para manter.
Isso não é semântica. É uma confissão de quem o sistema acredita que seu tempo pertence primeiro.
O imposto sobre vendas enterra-se no recibo. Duas pessoas trocam valor voluntariamente. Um terceiro que não contribuiu nada leva uma fatia simplesmente por permitir que isso aconteça.
Agora empilhe todos os três.
Tributado quando você cria. Tributado quando você gasta. Tributado quando você segura. Tributado novamente quando você morre e tenta passá-lo para seus filhos.
Em nenhum ponto desse ciclo o sistema reconhece sua produção como sua.
Porque o dinheiro não é uma abstração. É a vida humana cristalizada.
Todo dólar tributado é uma hora que você já viveu, já sangrou por ela, já se foi.
O Estado não está gerenciando uma economia. Está reivindicando domínio sobre o tempo que você nunca recuperará.
E gastando em sistemas que você nunca pediu e ativamente se opõe.
A instituição que extrai tudo isso não enfrenta nenhuma obrigação de desempenho. Um contratado que não entrega nada é demitido. Uma burocracia que queima trilhões recebe um aumento de orçamento no próximo ano fiscal.
A SpaceX paga impostos às agências que obstruem seus lançamentos. A Tesla financia os reguladores que redigem regras para proteger seus concorrentes.
Os construtores não estão subsidiando o governo. Eles estão financiando seu próprio atrito.
O código tributário tem 74 mil páginas. Não porque a economia exija isso. Porque a extração teve que ser enterrada em complexidade suficiente para que você parasse de perguntar para quem ele foi desenhado para proteger.
O passado pertencia às pessoas que tributavam o mundo.
O futuro pertence às pessoas que o constroem.