A antropóloga e cientista social Adriana Dias lutou toda sua vida contra o neonazismo. Seu trabalho foi fundamental para revelar, ao longo dos anos, a existência de mais de 300 células neonazistas no Brasil em ambiente virtual. Em 2021, a cientista descobriu uma carta de 2004 em que Jair Bolsonaro dizia a esses grupos serem eles “a razão da existência” de seu mandato, evidenciando sua ligação com extremistas. Adriana nos deixou precocemente, em janeiro deste ano, depois de ter participado do grupo de transição de direitos humanos do governo Lula. Esta semana, foi agraciada postumamente, ao lado do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips, com o Prêmio de Reconhecimento Acadêmico em Direitos Humanos da Unicamp e do Instituto Vladmir Herzog. Precisamos mesmo celebrar as mulheres que lutam corajosamente pela democracia do Brasil. Viva Adriana Dias!
Participe! Divulgue!
Ser mulher com deficiência no Brasil é estar dentro de um contingente de 25.800.681 de pessoas, 13,53% da população (IBGE, 2010), e mesmo assim ocupar apenas 0,35%… https://t.co/3PYGz7mBoy
Haddad 13 tem o melhor programa de governo para inclusão e cidadania! Plano viver sem limites. Sempre junto das pessoas com deficiência.
#HaddadPresidente13
Vamos espalhar nas nossas redes!
Você não pode esquecer de respirar.
Essa semana será extremamente difícil para pessoas que são ansiosas, que são vulneráveis, que são sensíveis.
Quando a angústia te atravessar, fecha o olho, respira bem fundo e deixa vir a água que vai lavar a toxicidade.
Respire.
E vote 13.
A rica indústria de armas, flerta com político para convencer a população que pobre matando pobre é a solução para acabar com a violência.
No final sabe quem ganha com isso?
Pois é...