«Muitas vezes, um grande time, uma seleção, se forma de repente. Os jogadores se completam em campo mais pelas características do que pelos treinamentos. A primeira vez que joguei ao lado de Dirceu Lopes e Evaldo no Cruzeiro, parecia que jogávamos juntos há mil anos.»
- Tostão
Jair Ventura chegou à marca de 50 jogos no comando do Vitória. Exceto seu primeiro trabalho no Botafogo, este é o mais longevo da carreira. Considero também o melhor; o Vitória é uma das equipes mais legais de se ver jogar no Brasil, campo em sintonia com a arquibancada.
Zubeldía posicionou Hulk da pior forma possível: entre zagueiros. Piorou mais ainda quando empurrou Acosta para lá também. Só houve lampejos quando Martinelli tabelou por dentro com eles. Foi pouco! Já Mancini, Fernando, Herrera e Rodriguinho estiveram em ótima noite pelo RBB.
Denílson, Japa, Carioca e Alesson; apoios de Reinaldo e Formiga. Guanaes juntou um sexteto de boa dinâmica com a bola, sairão do Z4. O Grêmio tende a entrar: pode sobreviver dos gols de Carlos Vinícius e do talento de Mec, mas não do entorno tático atual desenhado pelo treinador.
No Bahia, boas combinações e controle da trinca de meio: Acevedo, Erick e Nestor. O primeiro tempo do Nestor como meia, agradou! Pulga flutuando por dentro, outro acerto. A Chape melhorou na segunda etapa, mas com a partida já condicionada em 0x2.
O Botafogo, em dificuldades financeiras, olhou para a base e assim 'achou' Justino, Huguinho, L. Emanuel e K. Toledo - nada mal. No Santos, Cuca esboça uma equipe interessante partindo dos encontros de Barreal e Miguelito; falta Bomtempo. Boas perspectivas para os dois clubes.
Vitória e Barradão: são dois os adversários quando se visita o Leão. E o Vasco, na estreia de P. Emanuel, transpôs ambas as adversidades. Mas aí se mutilou, como tantas vezes em 2026. Falta protagonismo ao ataque, e o Vitória, que não tem nada a ver com isso, fez mais 3 em casa.