@rafhs Eu concordo super, mas tambem preciso admitir que a reincidencia de nossos volantes mais promissores todos batendo e voltando tambem é meio assustadora
Acho esse comentário ruim, beirando o preconceituoso, mas como defendi outro dia aqui que não somos formadores de meio-campistas, acho que vale estressar. O Brasil desde os anos 1990 separou primeiro de segundo volante, por vários fatores
🇧🇷🗣️ Marcelo Bechler faz reflexão sobre como o futebol brasileiro parou de revelar grandes meio-campistas:
“O futebol brasileiro não tem uma identidade de como formar jogadores. A gente não tem uma escola. A gente tem muita formação. Aparece um Ronaldinho Gaúcho, um Ronaldo, um Romário, um Rivaldo, um Neymar… Eles aparecem. O nosso futebol é muito intuitivo, é um futebol que talvez está mais no sangue, no coração, do que na cabeça.”
“O futebol se tornou muito coletivo, as outras seleções evoluíram, passaram da gente taticamente, e tecnicamente a gente não consegue mais formar como antes. Isso fez igualar.”
“A gente tem uma boa geração, mas a gente não tem meio-campista, por exemplo. Não temos um meia parecido com o Vitinha ou com o Pedri. O futebol brasileiro não produz mais esse tipo de meio-campista, porque não sabe produzir. A Espanha sabe. A Espanha tem um tanto de 'Pedris'. Portugal tem Vitinha e João Neves.”
“A gente parou de produzir intuitivamente como antes, e as outras seleções evoluíram no estudo. Outro detalhe é que a gente não tem técnico, a gente não tem cabeça pensante.”
Via: @TNTSportsBR
📸 Reprodução/TNT
@raphaelcorte_s Acho que não precisa, inclusive sempre defendo isso, mas acho que a reincidencia de todo mundo da posição deveria fazer pensar. Não precisamos nos ajustar à Europa, mas que ninguem tenha se sobressaído é algo pra pensar, nem que seja pra concluir que tem de cagar 100% pra isso
@Vini_falcao Minha crítica vai mais de 06 em diante, quando a posição muda e o Brasil não muda junto. Acho que historicamente fizemos grandes meias e volantes sim, embora concorde que não seja nossa melhor posição. Mas tinha. É que de 06 pra frente o mundo vai pra um lado e a gente pro outro
@randallneto A gente tá sempre reagindo à última tragédia, né? No caso, acho que estamos um pouco ainda na rebordosa de 2006, sinceramente. Nunca superamos, e tudo que veio depois só agravou o buraco
@JooBati69849395 Caras como Telê , Cilinho e Luxa sempre se caracterizaram pelo esmero na formação dos jogadores, pelo olhar pros fundamentos, pela exigência tática. E aí tô falando de 80 pra cá, antes disso tiveram muitos outros
@JooBati69849395 O fato do conhecimento brasileiro não ter virado livro não significa que ele não exista. Há décadas o Brasil transmitiu, por meio de seus treinadores, de geração em geração, o que era fundamental pra construção de um jogador.
Acho ótimo que finalmente estejamos falando disso com mais atenção. A falta de meio-campistas de qualidade vai muito além da ausência de camisas 10, é bem mais grave que isso. Parece que agora a realidade, que já é essa há mais de dez anos, bateu na porta, e deveríamos fazer algo
Então eu discordo veementemente dessa ideia de que não há uma identidade brasileira, mas acho que precisamos sentar no divã com relação a meio-campistas. O que queremos deles? O que pode ser feito pela seleção para dar apoio aos bons jovens da posição? Como corrigir isso?
Essa opinião tem mais preconceito e ar de superioridade europeia que fundamento técnico/tático. O futebol brasileiro nunca deverá ser como La Masia. E quando começamos a tentar ser parecidos aos europeus, foi quando nos perdemos. Inclusive, a imprensa tem grande responsabilidade quando começou a rotular nossos treinadores como ultrapassados pós 7-1. Foi o início do fim.
Até outro dia a arma do Brasil era a pressão, agora o suposto capitão e homem de confiança vem a público apontar o caminho contrário. De tudo que se passou nos últimos dias, incluindo todas as formações tresloucadas que vazaram ontem e hoje, essa fala é a que mais preocupa
Danilo é sincero: “Como eu falei depois do jogo da França, nós temos que ser claros: nós não temos a maturidade que uma equipe como a França tem hoje, ou como a própria Argentina tem. Nós não temos essa maturidade enquanto equipe. O que não quer dizer que a gente não possa fazer um bom papel, provar ganhar e chegar longe.
As nossas ferramentas para jogar essas partidas têm que ser diferentes. Nós temos que usar outro tipo de mecanismo para enfrentar esse tipo de jogo. Talvez ficar um pouco mais baixo, talvez não pressionar tanto, talvez aceitar em algum momento que a posse de bola e o comando do jogo possam ser do adversário. Isso para mim é maturidade”.
Sarriá no ar às 10h!
Com @paulo__junior__, @gustavofran e @fgnoronha pra falar do dia das grandes estrelas na Copa!
E o que você achou da possível nova escalação do Brasil?
Qual vai ser o tamanho de Vini Jr. na seleção brasileira depois da Copa de 2026?
Pro @gustavofran , já dá pra comparar o craque do time atual com Kaká…
Você concorda? Como fica o seu ranking?