Publicitária curiosa encarando o mercado de sampa... na parte de hortifruti agora, comprando carne e sabão em pó. Ex sommelier de memes de gatos. Ela/Dela
Etarismo é uma coisa muito idiota, né? A pessoa tá literalmente tentando usar a idade como uma ofensa, sendo que tá ficando mais velho a cada ano tbm hahahah é muito idiota
@ricardorasa@_carolreiiss_@QGdoPOP E NADA mudaria o objetivo de contaminar comida com fezes, seja lá de que espécie. Obrigada por concordar com meu ponto.
@ricardorasa@_carolreiiss_@QGdoPOP É tipo alguém postar q colocaram bosta na comida de alguém e vc reclamar que o formato usado na matéria não era igual ao usado no fato. Não faria diferença nem se fosse um pedaço/placa de plástico, nada muda o OBJETIVO
🚨Por 29 anos, disseram que um bebê de 2 anos morreu em “auto de resistência”. Agora, o Estado brasileiro reconhece o erro e pede desculpas.
Em 2 de abril de 1996, Maicon de Souza Silva, de apenas 2 anos, estava em frente de casa, na Favela de Acari, Zona Norte do Rio de Janeiro, quando foi atingido na cabeça durante uma operação policial. Na mesma ação, Renato da Silva Paixão, então com 6 anos, ficou gravemente ferido e perdeu uma das pernas.
Apesar da idade da vítima, o caso foi registrado como “auto de resistência”, uma classificação usada pela polícia para mortes supostamente ocorridas em confronto. Na prática, esse registro frequentemente atribuía à própria vítima a responsabilidade pela morte. No caso de Maicon, chegou-se ao absurdo de constar que uma criança de 2 anos teria sido a autora dos disparos.
Embora nunca tenha existido como categoria prevista em lei, o “auto de resistência” foi utilizado durante décadas e, posteriormente, substituído pela classificação de “morte decorrente de intervenção policial”. Agora, quase três décadas depois, essa falsa anotação será retirada do registro da morte de Maicon.
A investigação, que havia sido arquivada por falta de provas, foi reaberta por iniciativa do Ministério Público após recomendação da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), que apontou violações de direitos humanos no caso.
Como parte de um acordo de reconhecimento e reparação, o Estado brasileiro pediu desculpas oficialmente à família. A ministra dos Direitos Humanos afirmou que nenhuma criança deveria crescer sob o medo da violência e que nenhuma família deveria esperar décadas por justiça.
Durante todos esses anos, o pai de Maicon, José Luiz Faria da Silva, transformou sua dor em luta contra a violência policial, promovendo protestos e vigílias em memória do filho. Para ele, o mais importante é ver o nome da criança finalmente livre da injusta marca de “auto de resistência”. A mãe, Maria da Penha Souza e Silva, afirmou que o reconhecimento representa o fim de uma longa espera e a confirmação oficial da verdade sobre a morte do filho.
Após quase 30 anos, a família não recupera a vida que perdeu, mas vê, enfim, o Estado reconhecer um erro histórico e dar um passo em direção à verdade e à reparação.
@quintoandar Ou seja, além de não resolverem minha reclamação, ainda me informam que a minha solicitação de retirada do contrato feita ha quase 1 ano, nao foi feita corretamente
Querido @quintoandar não adianta eu ter feito todos os trâmites legais pra vcs me retirarem de um contrato e continuam me mandando email ameaçando de por no Serasa por atraso de um aluguel q nem faço mais parte. Atualizem seus setores, por favor.
@quintoandar Vcs nao me ajudaram no privado. A ultima resposta é eu ter sido retirada contrato do aluguel como inquilina mas mantiveram o vinculo de composição de renda? Qual o sentido disso?
@GuiBatistaG@reporterenato Meu Deusssss, sempre comento q eu tive apendicite Nutella hahaha até a recuperação foi muito sussa, fico chocada com outros relatos. Mas enfim, achei q o médico foi muito certeiro, não sei se é uma prática comum esse lance q ele fez, nunca esqueço