STF se tornou a maior ameaça desta eleição. https://t.co/nBOctZG4mA
Lulistas apontam para a ameaça americana, mas são ministros do Supremo que despontam como mais dispostos a interferir no resultado eleitoral.
Por @rodolfolpborges
Pensando bem, a Globo errou. Deveria ter ignorado as decisões ilegais sem amparo na opinião pública, e realizado o debate como preferia Tá na hora de alguma desobediência civil atropelar os militantes de toga.
ia dizer que é um descalabro ministro do STF mandar abrir investigação policial de crimes comuns, praticados por pessoas sem prerrogativa de foro e fora de um inquérito criminal de competência originária da corte, mas esse barco já zarpou em 2019, com o inquérito das fake news.
🚨🚨 FLÁVIO DINO "FECHA" TSE PARA DECIDIR O QUE PODE E O QUE NÃO PODE SER DITO NESSAS ELEIÇÕES! 🚨🚨
Em um ato antidemocrático, Flávio Dino ignorou a autoridade do TSE e do ministro André Mendonça para liberar fake news contra a oposição e decidir monocraticamente o que pode ser dito nestas eleições!
Não aceitaremos mais um ditador de toga desrespeitando a Justiça Eleitoral e destruindo a nossa liberdade de expressão.
Para enfrentar esses abusos com coragem no Senado, vote Marcel 3️⃣0️⃣0️⃣ e Sanderson 2️⃣2️⃣2️⃣!
Para anular em 27/9 no STF decisão tomada em 25/9 por Mendonça no TSE (concorde-se ou não com ela), Dino ampliou escopo de reclamação ajuizada em 25/5.
Temos o método das relatorias paralelas em tribunais paralelos.
Juiz natural é autoproclamado ou direcionado por conveniência.
O eterno ministro da Justiça de Lula, Flávio Dino, liberou a fake news sobre Nossa Senhora Aparecida criada contra Flávio Bolsonaro. É o TSE paralelo do STF. Estamos presenciando a campanha presidencial mais suja da história da República.
Se o sujeito entrar numa máquina do tempo e aparecer em qualquer momento entre 1962 e 2026, em uma sala com uma TV PB passando propaganda eleitoral, é impossível determinar a data. Impressionante como NÃO MUDA, as mesmas promessas, as mesmas mentiras, os mesmos problemas.
Temos que impedir nossos opositores políticos mais populares de fazer campanha e de concorrer -- impedir o povo brasileiro de elegê-los -- porque estamos tentando salvar a democracia.
Ministro indicado por Lula acabou de travar a campanha de Deltan Dallagnol.
Não por corrupção, nem por ligação com Vorcaro, jatinho para Londres, contrato de R$ 129 milhões ou por ter sido delatado na PF.
Tomaram essa decisão por desespero e perseguição, porque estão morrendo de medo de um Senado sério e sem rabo preso, que vai pautar o impeachment de ministros do Supremo.
O NOVO vai recorrer dessa liminar. Fica aqui meu TOTAL apoio ao Deltan. @deltanmd
O dia 15/9/2026 precisa ficar marcado na história do Brasil como a data de atuação mais ostensiva do sistema contra a ética, a transparência, a honestidade intelectual, o interesse público e a igualdade perante a lei.
No momento em que milhões de brasileiros se indignam com o cinismo, a truculência e as manobras da ala pró-Moraes do STF, no entanto, milhões também manifestam intenção de voto em um dos dois maiores grupos políticos atingidos pelo escândalo do Banco Master e que, em razão de rabos presos e esqueletos no armário, sabotaram juntos a Lava Jato e a Lava Toga, e ainda consentiram em 2019 com a criação do inquérito das fake news, agravando os vícios da pior composição da história do Supremo.
Não existe República funcional sem uma base moral sólida, presente não apenas no espírito das leis escritas, mas também no espírito de mulheres e homens públicos, ou pelo menos no das pessoas que têm o dever de fiscalizá-los para que ajam conforme os princípios constitucionais, não conforme a sua ganância e a conveniência da tribo.
Kassio Nunes Marques, que se declarou impedido no julgamento sobre os indícios de crimes de Moraes, ajudando o alvo, foi indicado ao STF por Jair Bolsonaro antes de André Mendonça, quando o então presidente buscava blindar o filho e atual candidato Flávio contra investigações de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa, como acabou conseguindo fazer, com voto de Nunes Marques.
Flávio Dino, que pediu vista do processo com medo dos efeitos eleitorais negativos para Lula, foi indicado pelo atual presidente, quando o petista quis justamente emplacar uma “cabeça política” no Supremo.
Gilmar Mendes, que repetiu sua perfomance histriônica contra investigações de aliados e seus ataques tradicionais ao juiz do caso, é o mesmo que blindou Lula e Flávio Bolsonaro contra a Lava Jato e um
desdobramento: a operação Furna da Onça.
Já a fortuna de Daniel Vorcaro, seus sócios e operadores foi construída com dinheiro privado de 1,6 milhão de investidores enganados pela propaganda Master e com dinheiro público obtido com ajuda do PT da Bahia no caso do Credcesta e do PL do Rio de Janeiro no caso do Rioprevidência, entre tantas outras fontes suspeitas.
Com essa fortuna, Vorcaro garantiu a “consultoria” do lobista lulista Guido Mantega, contratou o escritório da esposa de Moraes e pagou o filme bolsonarista Dark Horse, abrindo portas palacianas e janelas de WhatsApp para turbinar seus negócios.
Agora que ele está preso e o conteúdo de seu celular veio à tona, Moraes passou a defender até que haja pedido da PGR para abertura de inquérito, o que não aconteceu quando foi aberto o inquérito das fake news, relatado por ele por sete anos e meio.
O bolsonarismo tenta faturar politicamente em cima da aliança entre lulismo e alexandrismo, mas é corresponsável pelo estado de coisas que denuncia em carros de som e redes sociais, para enganar segmentos anestesiados da população.
Cada um desses grupos se suja na lama do poder e acaba alimentando o outro, que aproveita para se limpar na sujeira alheia.
Manter esse ciclo em vigor é aprisionar o Brasil em um eterno 15/9/2026.
O pedido de vista deixa de ter a finalidade legítima (estudo para votar) e passa a ser usado como instrumento de obstrução. Isso reforça:
• abuso de direito no exercício da função jurisdicional;
• possível infração disciplinar (LOMAN, arts. 35, II, e 49: retardar, sem justo motivo, providência que deveria ser tomada);
• ofensa à razoável duração do processo (art. 5º, LXXVIII, CF) e ao dever de eficiência.
A ameaça anterior é relevante como prova de dolo: mostra que o atraso não foi efeito colateral, foi o objetivo.
A tentativa da esquerda de fingir que não tem nada a ver com Moraes -- e sua insistência de que não o está protegendo -- sempre foi cômica. Mas agora ninguém com o mínimo de dignidade pode sustentar isso.
O aliado político mais próximo de Lula no STF e o ministro mais ideologicamente à esquerda (Dino) -- com o total apoio do advogado pessoal de Lula (Zanin) -- atrasou deliberadamente qualquer investigação sobre Moraes no pior escândalo de corrupção que já assolou o STF. Em outras palavras, a apenas três semanas da eleição, uma das principais bandeiras da esquerda é impedir a população de saber por que a família de Moraes recebeu uma fortuna de um banqueiro bilionário corrupto, como ele conversou com o banqueiro sobre fuga e obstrução de justiça, e por que Moraes apagou todas as suas mensagens para evitar que a PF as lesse.
Agora, o objetivo eleitoral do PT, de Lula e da esquerda é fazer todo o possível para blindar Moraes contra investigações. Quando perceberam que estavam perdendo, recorreram ao seu último recurso: tentar adiar tudo para depois da eleição para que o público não descubra o que Moraes fez. Isso são apenas fatos.
Moraes diz que a PET 16.662 deve ser extinta porque nasceu sem provocação da PGR — e porque a própria PGR pediu a nulidade.
O problema: ele mesmo já fez o oposto, várias vezes, quando o alvo era outro.
Segue o fio. 🧵
Quem diria q Dino e Zanin atuariam na defesa do bandido, não é mesmo?
Estou muito surpreso.
Os excelentíssimos senadores, q aprovaram as indicações deles (inclusive os "patriotas") é q nos devem explicações.
Por que Gilmar Mendes está defendendo Moraes com tanto afinco? É porque ele é o sustentáculo, o tronco da ala podre do STF.
Ele se poupou de manchar sua imagem muito abertamente com o Inquérito das Fake News, mas já confessou publicamente que participou das deliberações de Toffoli e Moraes para abrir esse instrumento de exceção.
Em novembro de 2024, num evento em Cuiabá com Alexandre de Moraes presente, Gilmar remontou a história aos primeiros anos de Moraes no STF. Disse que ele, Moraes e Dias Toffoli “conversamos muito” sobre a situação política e acrescentou: “aventamos a possibilidade de que naquela quadra seria necessária uma investigação, um inquérito”. Em seguida, explicou que Toffoli assumiu o “ônus” de instaurá-lo e escolheu Moraes como relator.
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O politizador reclama de politização
Quanto à acusação de Gilmar contra André Mendonça, de que o pedido de investigação contra Moraes seria um “Pixuleco, um instrumento eleitoral”, de politização o decano entende.
Ele praticamente cobrou uma contrapartida ao STF por terem tirado Lula da cadeia: em 14 de outubro de 2023, durante o I Fórum Esfera Internacional, em Paris, num painel com Rodrigo Pacheco e Bruno Dantas, Gilmar disse:
“Se hoje nós temos a eleição do presidente Lula, isso se deveu a uma decisão do Supremo Tribunal Federal. É preciso reconhecer isso.”
“Excessos” jamais especificados
Só uma vez Gilmar Mendes abriu exceção na sua atuação de escudo e sustentáculo dos abusos de Alexandre de Moraes.
Em agosto de 2025, segundo Lauro Jardim, o decano reconheceu reservadamente “certos excessos” em decisões do colega. Naquela época, Moraes era alvo de sanções americanas sob a Lei Magnistky Global. Gilmar pode ter sentido a pressão em cancelamento de vistos para visitar os EUA.
O decano do STF jamais explicou que excessos teriam sido esses. Fica a pergunta: entre os supostos excessos que agora Gilmar acusa André Mendonça de ter cometido, quais deles jamais foram cometidos por Alexandre de Moraes?