Quando vi a galera, apressadamente, comemorando a decisão sobre a retirada do sigilo do caso Master, lembrei-me logo da declaração de deltan: "Aha uhu o fachin é nosso".
Taí. Joguinho combinado entre ele o mendonça. E levando tofoli junto.
Lasquinê preso.
Pra mudar, só pressão.
O Coutinho foi recebido com uma festa digna de ídolo do clube, mesmo sem ter conquistado nada com a camisa do Vasco. O torcedor fez isso por pura admiração ao seu futebol e por ele ser cria do clube.
O amor mais genuíno que ele poderia receber no futebol foi aqui. Foram anos e anos de espera para, no fim, deixar o clube no momento em que ele mais precisou.
O afastamento por questões de saúde mental não deve ser questionado, mas a provável forma como ele reaparecerá para o futebol em um curto intervalo, justamente no clube que colocou caixa de som para sacanear o Vasco de maneira institucional em um desses duelos de rivalidade recente, é uma apunhalada.
No fim, o Coutinho vai fazer com que todas aquelas críticas e alegações sobre suas atitudes, que ele próprio questionou em seu texto de despedida, acabem se mostrando “certas”.
Por aqui, o respeito se manterá, mas será um nome a ser esquecido pelo torcedor vascaíno caso isso se concretize. Você poderia mais, Coutinho.