O artigo de @alexandregarcia, na Edição 340 da @revistaoeste, está sensacional. Um exemplo de escrita, de crítica e de jornalismo sério. Leiam. Façam um favor a vocês mesmos.
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Desde que Flavio Dino virou ministro, as sessões do STF têm de ser interrompidas a cada duas horas. Passado esse tempo, começa mais um dos devastadores assaltos à geladeira empreendidos por Gordola nos intervalos que separam as três refeições de praxe. Tudo por conta dos pagadores de impostos, claro
O próximo presidente da República indicará quatro novos ministros para o STF. QUATRO. Se Lula for reeleito, serão QUATRO Flávios Dinos. QUATRO Gilmares Mendes. QUATRO Zanines. Já refletiram sobre a gravidade disso?
O ministro Gilmar Mendes voltou a atacar André Mendonça nesta terça-feira, 15, durante a sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o caso Banco Master.
O novo confronto ocorreu durante a manifestação do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Ao comentar referências a seu nome no material da Polícia Federal (PF), Gonet afirmou que se encontrou uma única vez com Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, e classificou o encontro como “breve e banal”.
Mendonça interveio durante a manifestação. Gilmar saiu em defesa do procurador-geral e voltou suas críticas ao colega. “Não é possível que uma pessoa da estatura de Paulo Gonet sofra esse tipo de ilação. Isso sim é leviandade”, afirmou. O decano também acusou Mendonça de agir com um “sentimento policialesco” e elevou o tom: “É impressionante a desfaçatez desse sujeito”. Mendonça reagiu e exigiu respeito. “Me respeite”, afirmou. Gilmar respondeu: “Pode chorar, ministro André”. Mendonça rebateu: “Aqui não tem choro”.
Foi mais um embate entre os dois ministros ao longo da sessão. Horas antes, Gilmar já havia feito duras acusações contra Mendonça ao criticar a condução das investigações relacionadas ao Banco Master. Entre outras declarações, atribuiu um “viés político-eleitoral” à atuação do colega. Mendonça rejeitou as acusações e as classificou como “levianas”.
Os ministros Edson Fachin e Flávio Dino discutiram durante a sessão extraordinária do STF desta terça-feira, 15. O atrito começou depois que Dino interrompeu Fachin durante a leitura do relatório. O presidente da Corte reagiu à intervenção, e os dois trocaram palavras no plenário.
A sessão analisa a possível abertura de investigação contra Alexandre de Moraes a partir de mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular de Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.
O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou-se impedido de participar, nesta terça-feira, 15, da votação sobre a possível abertura de investigação contra Alexandre de Moraes por sua relação com Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.
A decisão ocorre depois da divulgação de novas mensagens extraídas do celular de Vorcaro que fazem referência a Nunes Marques e o filho, o advogado Kevin Marques. Entre os diálogos estão menções a pagamentos relacionados a Kevin.
Antes da sessão, Nunes Marques afirmou que nunca julgou processo relacionado ao Master e que seu filho nunca prestou serviços ao banco. O ministro também disse que a quebra do sigilo bancário comprova sua isenção.
O plenário do STF se reúne em sessão extraordinária para analisar a Petição 16.662 e decidir sobre uma possível investigação a respeito das relações entre Moraes e Vorcaro. O processo passou à relatoria do presidente da Corte, Edson Fachin, depois de ter sido remetido à Presidência pelo ministro André Mendonça.
A apuração tem origem em mensagens obtidas pela Polícia Federal no celular de Vorcaro. Segundo relatório da PF, os diálogos levantaram suspeitas sobre a relação do ex-banqueiro com Moraes e sobre possíveis interferências nas investigações envolvendo o Banco Master.
📷Fellipe Sampaio/SCO/STF
Reportagem de Uiliam Grizafis (@UiliamGrizafis) | Cão Orelha: MP pede R$ 795 mil de ex-chefe da Polícia Civil por irregularidades no caso https://t.co/GMSpBrFyYj
Daniel Vorcaro se irritou com comentários de Tiago Pavinatto em Oeste e chamou a revista de “blog sem expressão”. Mas o banqueiro admitiu, em conversa privada, que as críticas do jornalista eram verdadeiras. Veja o trecho: