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Mais de 70% da população do Maranhão votou em Lula em 2022, e esse é o resultado: Maranhão é hoje o estado mais pobre do Brasil. Esse é o projeto que a esquerda tem para o Brasil
Vale lembrar que o Maranhão foi governado por Flávio Dino, que era filiado ao PCdoB, por oito anos.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) encaminha-se para encerrar o terceiro mandato como a gestão que mais elevou impostos no Brasil desde a redemocratização. Em dois anos, o Planalto adotou medidas que resultaram em aumento de tributos ao menos 27 vezes, incluindo altas de alíquotas de importação, mais taxas sobre petróleo, elevação de PIS/Cofins e IOF, além da revogação de benefícios fiscais que ampliaram a cobrança sobre setores inteiros da economia. O número chegou a 28 com os ajustes tributários adicionais implementados ao longo de 2025.
A arrecadação de impostos do governo federal totalizou R$ 2,65 trilhões em 2024, recorde para um ano na série histórica, iniciada em 1995, segundo a Receita Federal. O número é 9,62% maior em relação ao ano anterior, já descontada a inflação. Em termos nominais, a arrecadação federal fechou o ano em R$ 2,709 trilhões, o maior valor já registrado. O crescimento foi puxado, em parte, pela reoneração do PIS/Cofins sobre combustíveis e pela tributação de fundos exclusivos, que sozinha gerou incremento de R$ 13 bilhões à arrecadação.
Em 2024, a soma de tributos arrecadados pela União, Estados e municípios chegou a 34,2% do PIB, o maior patamar da série histórica. Para efeito de comparação, a carga tributária estava em 31,2% do PIB em 2022, último ano do governo anterior. A parcela do governo central aumentou de 20,6% para 21,4% no mesmo período. O país, que não integra a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), já ultrapassou a média da entidade, que foi de 33,9% em 2023.
O volume de tributos não sustentou as despesas. Os gastos do governo federal atingiram 32,2% do PIB em 2024, equivalendo a R$ 3,78 trilhões em valores nominais. Ao se considerar Estados e municípios, o valor consolidado chegou a R$ 5,36 trilhões. As contas públicas do governo federal registraram déficit primário de R$ 43,0 bilhões em 2024, ou 0,36% do PIB.
Ao longo de três anos, o governo torrou R$ 324 bilhões fora da meta fiscal. O compromisso com déficit zero, fixado como objetivo pela equipe econômica chefiada pelo ministro Fernando Haddad, não foi cumprido em nenhum dos exercícios.
Em 2010, Lula entregou o Grande-Colar da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, a mais alta condecoração brasileira para estrangeiros para Bashar al-Assad. Hoje, o Tribunal de Damasco o Condenou a Morte por Crimes contra a Humanidade! O Ditador vive exilado com a familia em Moscou.
🚨🚨“Onde passa um boi, passa uma boiada.”
Mudam as regras da Lei da Ficha Limpa para acomodar um agente da ORCRIM no poder.
A primeira grande exceção Luiz Inácio Lula da Silva , condenado, morto — 05/11/2022 ⚰️☠️ — e ressuscitado pelo STF para ser candidato em 2022.
Após a “morte” de Lula, o STF e o TSE diplomaram um agente do Deep State como Chefe do Poder Executivo.
Depois foi Lindinho (Lindbergh Farias), condenado por crime de improbidade administrativa por órgão colegiado do STJ do RJ.
Se hoje Lindbergh Farias ocupa cargo de deputado federal, foi graças a um plantão judiciário no Rio de Janeiro: uma canetada de um desembargador plantonista que concedeu liminar suspendendo decisão de órgão colegiado, tornando elegível um condenado por improbidade.
Pela Lei da Ficha Limpa, tanto Luiz Inácio Lula da Silva quanto Lindbergh Farias são considerados imorais e, portanto, inelegíveis por 8 anos.
Nem o “morto Luiz ” nem Lindbergh poderiam concorrer ou ocupar os cargos de Presidente da República e deputado federal.
A Soberania do Brasil foi usurpada pela ORCRIM e esse é um dos motivos do País precisar da ajuda da ajuda internacional.
MAIS UM AMIGO DO LULA CAI.
BASHAR AL-ASSAD: O FIM DE UM DITADOR
O ex-ditador da Síria, Bashar al-Assad, foi condenado à morte, à revelia, por crimes cometidos durante os anos de repressão e guerra civil no país.
Assad, que deixou a Síria após a queda de seu regime e atualmente está na Rússia, responde por graves acusações relacionadas a assassinatos, tortura e violações de direitos humanos.
O episódio também reacende o debate sobre as relações políticas e diplomáticas mantidas ao longo dos anos entre governos latino-americanos e o regime sírio.
No Brasil, Lula manteve uma postura de aproximação diplomática com Assad e chegou a defender o diálogo com o governo sírio em diferentes momentos.
A lição é clara: ditaduras podem durar décadas, mas nenhum poder é eterno.
Regimes construídos sobre repressão, violência e perseguição podem um dia cair, e seus responsáveis podem ser chamados a responder pelos seus atos.
A história não esquece.
E o poder, por mais absoluto que pareça, também tem prazo de validade.
No vídeo aparece o Alef Najib, Chefe da segurança que foi condenado junto ao Ditador.
Pega a visão @LulaOficial
Teu amigo caiu. Mais um👇🏻
Lula teme ser preso por associação com o crime. E o ministro da Defesa diz que, se os EUA invadirem, é só “abrir o portão”
O maior temor de Lula em relação ao governo Trump parece ser o de ser preso por associação com facções do narcotráfico e terrorismo.
Segundo a análise do jornalista João Paulo Charleaux, os EUA estão preparando exatamente esse terreno. Ao classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas, abrem caminho para ações militares e pressões mais duras na América Latina.
Quem resiste — como o Brasil — pode ser colocado diante de um ultimato: “Você está a favor ou contra o combate ao terrorismo internacional❓”. Na lógica de Washington, se opor pode ser lido como proteger terroristas.
A prisão de Maduro, nessa mesma linha de raciocínio, provavelmente se deu por sua ligação com facções criminosas venezuelanas. A ordem teria vindo da esfera policial, e não diretamente das Forças Armadas dos EUA.
Vale lembrar que, nas eleições de 2022, durante o governo de Joe Biden, já houve interferência americana, conforme o próprio ministro Luís Roberto Barroso chegou a reconhecer publicamente.
O que se vê agora é a possibilidade de uma ação dos EUA contra Lula da Silva por associação às facções criminosas, tratadas por Washington como ameaça à soberania dos Estados Unidos e de países da América Latina.
Nesse cenário, a declaração do ministro da Defesa, José Múcio, ganha um peso ainda maior. Questionado sobre o que o Brasil faria em caso de invasão dos Estados Unidos, Múcio respondeu, em tom de brincadeira, que a melhor opção seria “abrir o portão”. Segundo ele, o país não tem equipamento para enfrentar os americanos e nem dinheiro para consertar o estrago.
Enquanto Lula tenta sustentar um discurso de soberania, seu próprio ministro da Defesa admite publicamente a fragilidade militar brasileira. O contraste é gritante — e politicamente devastador.
🚨🔥 PF APONTA GOVERNADOR DO MARANHÃO, ALIADO DE LULA, COMO “PROVÁVEL LÍDER” DE ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA❕️ 🇧🇷 A Polícia Federal identificou o governador do Maranhão, Carlos Brandão (MDB), como “provável líder” de uma organização criminosa investigada por corrupção, obstrução das investigações e pelo assassinato do empresário João Bosco Sobrinho, ocorrido em 2022. Segundo as investigações reveladas após o ministro Flávio Dino, do STF, retirar o sigilo de parte do caso, o grupo teria atuado antes e depois do homicídio. A apuração também aponta suspeitas envolvendo desvios de recursos públicos, contratos e emendas parlamentares. (O Antagonista) O caso ainda alcança o senador Weverton Rocha (PDT-MA), vice-líder do governo Lula no Senado, que é investigado pela suspeita de ter tentado interferir no andamento da apuração do homicídio no STJ. (https://t.co/mw3AUXnXEU) ⚠️ Importante: trata-se de uma investigação em andamento. A classificação de Brandão como “provável líder” é uma conclusão atribuída à Polícia Federal, e não uma condenação judicial. O caso agora coloca ainda mais pressão sobre o grupo político que comanda o Maranhão — e promete novos capítulos.
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O diário de Fauci: ele enganou o Congresso e contava manchetes enquanto os americanos morriam
A militância de redação brasileira não deu uma linha sobre o escândalo que tomou as redes nos EUA no fim de semana.
No sábado, 25 de julho, o senador Rand Paul, presidente da Comissão de Segurança Interna do Senado americano, tornou público o diário pessoal de Anthony Fauci: 1.140 páginas, de dezembro de 2019 a dezembro de 2022. Fauci foi o homem por trás dos lockdowns, do fechamento de escolas e da pressão pela vacinação obrigatória nos Estados Unidos.
O diário foi descoberto pela investigação do Congresso sobre a resposta americana à pandemia, e agora Fauci está intimado a depor sob juramento na quarta-feira.
O que as páginas mostram, primeiro, é um homem mais interessado na própria fama do que nos mortos. Ele registra as capas que ganhou, os perfis elogiosos, as bonecas com o seu rosto, a cerveja com o seu nome. Em 21 de maio de 2020, escreveu que não era exagero dizer que era a pessoa mais famosa e comentada do país. Americanos morriam sozinhos em hospitais, idosos morriam sem ver a família. E ele contava manchetes.
Mas o narcisismo é o menor dos problemas. O diário mostra que Fauci mentiu. Ao público e ao Congresso.
Em 26 de janeiro de 2020, ele já anotava que o mercado de Wuhan não era a fonte do vírus, apenas o amplificador. Em 1º de fevereiro, numa conferência com doze cientistas, apenas dois defenderam a origem natural do vírus. Nas palavras do próprio Fauci, o restante achava que a inserção deliberada era possível (ou seja, a manipulação do vírus em laboratório, para deixá-lo mais transmissível). Ele registrou que Zheng-Li Shi trabalhava havia anos com ganho de função em coronavírus em Wuhan e escreveu: "não podíamos simplesmente ignorar aquilo".
Três dias depois, quatro daqueles cientistas circulavam o rascunho do "Proximal Origin", o paper que declarou implausível qualquer cenário de origem laboratorial. O mesmo paper que Fauci passou anos citando publicamente como ciência independente, e que serviu de carimbo para tratar a hipótese laboratorial como "teoria da conspiração".
O motivo não é mistério. O laboratório de Wuhan recebeu dinheiro americano por meio de um subcontrato da EcoHealth Alliance, financiada pelo instituto que o próprio Fauci presidia. Quem investiga a origem do vírus acaba investigando quem pagou a conta.
E mentiu também sobre a letalidade. Em 8 de fevereiro de 2020, anotou no diário que a taxa de mortalidade era mais próxima de 0,2% a 0,3% do que de 2%. Vinte dias depois, em editorial assinado com Lane e Redfield no New England Journal of Medicine, escreveu que a taxa poderia ser "considerably less than 1%". Em 11 de março, diante do Congresso, disse que a mortalidade ficaria em torno de 1%, dez vezes a da gripe sazonal.
Três a cinco vezes o número que ele mesmo tinha escrito em particular. Foi com esse número inflado que se fechou escola, se fechou comércio e se destruiu a vida de milhões de pessoas.
Paul acusa ainda Fauci de ter orientado subordinados a destruir registros federais.
A imprensa continua tratando Fauci como divindade inquestionável. O diário o coloca em terreno criminal.
Biden entendeu isso antes de todo mundo. Em 20 de janeiro de 2025, nos minutos finais do mandato, assinou um perdão preventivo cobrindo qualquer crime federal cometido por Fauci de 1º de janeiro de 2014 até aquela data.
Ninguém perdoa preventivamente quem não tem o que esconder, e o diário deixa isso claro.
DESGOVERNO LULA
✔️Recorde de homicídios contra Mulher
✔️Rombo nas Estatais e dividas pública
✔️Recorde de queimadas
✔️Inflação alta
✔️Recorde de endividamentos familar
✔️INSS
✔️BANCO MASTER
✔️LULINHA
✔️R$ 7,7 BILHÕES em Viagens
✔️Mais de R$1,4 BILHÕES em Cartão corporativo.
O patrimônio de Simone Tebet, ex-ministra do governo Lula, mais que quadruplicou em quatro anos: passou de R$ 2,3 milhões, em 2022, para R$ 10,6 milhões, em 2026, segundo a declaração de bens apresentada à Justiça Eleitoral. 🤔