Sejam sinceros, vocês só tão putinhos da vida porque sabe que o fav de vocês não teria porte de sustentar algo assim ou relevância o suficiente pra fazer algo desse tamanho.
Taylor Swift and Travis Kelce have reportedly filed a permit request to close streets around Madison Square Garden from July 2-4, according to @TMZ.
Several members of the Kansas City Chiefs have also booked hotels in the area for the same time period.
I’ve turned a corner. The tackiness, the extravagance, the obtuseness, the earnestness. Core elements of true camp. I hope they have do a parade, I hope she’s lowered in from the rafters, and he emerges from the stands. I’ve never needed to see wedding photos more.
@mrbluemouth Rolling Stones saying that Taylor has won a fight that even prince lost but a literally a nobody b* trying to discredit Taylor have a more important opinion…
Fuck off
“Your whole art is stolen but who cares you made money”
Always a nobody trying to discredit Taylor’s history, and the nobody it’s always a literally nobody!!
It’s funny people in the quotes are pretending she’s evil for closing streets even though there are blocks of Manhattan closed off regularly for movie shoots and even music videos and nobody bats an eye.
TS4 pode ser um filme meio ruim mas faz um ótimo trabalho em deixar claro que o arco do woody já se encerrou. Ele começou a se encerrar com a partida do Andy, que era o que dava liga com a trama. Agora é sobre outros brinquedos, o maior acerto de TS5 é mudar o foco da narrativa
Toy Story 5: onde está Woody?
Saí do cinema com a sensação de que Toy Story 5 não foi feito para celebrar Buzz e, principalmente, Woody. Foi feito para substituí-lo.
Esse não é um filme ruim, longe disso. É visualmente lindo, especialmente em IMAX, e funciona muito melhor do que Toy Story 4 em vários aspectos (o pior da franquia).
Mas é também um longa que parece não saber mais o que fazer com os personagens que transformaram a franquia em um fenômeno mundial. Ou melhor, sabe: deixá-los em segundo plano.
Buzz e Woody perdem totalmente o protagonismo. E o pior: muitas vezes aparecem apenas para servir de escada para outros personagens ou virar alvo de piadas.
Woody, principalmente, é tratado como alguém ultrapassado. Em nenhum dos ambientes que frequenta ele exerce a liderança que sempre definiu o personagem. Na casa onde vive, quem ocupa esse papel é Betty. Na aventura principal, o destaque fica com Jessie. Enquanto isso, o boneco passa boa parte do filme ouvindo comentários sobre ser velho, careca, antiquado ou fora de época.
A comparação com Toy Story 2 é inevitável. Naquele filme, Woody também enfrentava o medo de estar ficando ultrapassado. Mas a história transformava essa insegurança em algo emocionante. Ele descobria seu passado como astro de TV, entendia sua importância e reafirmava seu valor. Era uma homenagem ao personagem.
Toy Story 5 faz exatamente o contrário. Em vez de celebrar Woody, o filme parece determinado a mostrar que ele não é mais importante e colocar Jessie no seu lugar, mesmo eles sempre tendo sido bons amigos e nunca rivais.
E isso não faz o menor sentido em uma trama baseada no fato de que crianças tem largado seus brinquedos, em prol da tecnologia. Não faz o menor sentido.
Outro detalhe que me incomodou bastante foi a trilha sonora. "Amigo Estou Aqui", uma das músicas mais icônicas não apenas da franquia, mas da própria história da Pixar, é praticamente ignorada. Em seu lugar, o filme aposta em uma canção da Taylor Swift, para agradar seu "novo público".
Não haveria problema algum em incluir uma música da cantora. Ela poderia perfeitamente estar presente no filme. O problema é substituir um dos elementos mais cl��ssicos e emocionais da série. Algumas músicas fazem parte da identidade de uma obra. Elas não deveriam ser descartadas como se fossem apenas mais um detalhe.
Não considero Toy Story 5 um filme lacrador, embora haja sim um direcionamento para retirar a masculinidade da franquia. Mesmo assim, o pano de fundo mais feminino é tratado de forma natural e geralmente funciona dentro da história. Mas, para mudar esse foco, a Pixar parece sentir necessidade de diminuir aqueles que construíram a franquia. Ou seja, Buzz e Woody.
E não só a dupla, como todos os outros brinquedos clássicos servem apenas como figurantes, muitos sem ter sequer uma fala. Não é isso que os fãs querem ver, sinceramente.
No fim, Toy Story 5 é um filme bonito, competente e que até vale ser visto. Mas também é um filme que me deixou com a sensação de estar assistindo ao encerramento silencioso de uma era.
Porque, pela primeira vez na história da série, Woody não parece mais o coração de Toy Story. E isso é triste demais.