Eu estava assistindo Eternos de novo, e sempre que eu vejo esse filme eu tenho a certeza ABSOLUTA que a marvel morreu depois que os incels acharam essa obra-prima ruim…
A cultura de apologia a bebida nos shows sertanejos tem que acabar. Esse homem obeso desse jeito bebendo um litro de Campari como se fosse água pra milhares de pessoas é um desserviço. Em baixo do palco tem fãs que seguem o exemplo e faz a mesma coisa, acaba que muitos não tem a sorte que ele tem que continuar vivo.
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Hoje o TSE vai LITERALMENTE abrir uma urna eletrônica, pedaço por pedaço, pela primeira vez na história.
E isso tudo em uma transmissão AO VIVO pra acabar com todas as conspirações. Vai ser 17h30, assistam!
Esse conceito de "contra hegemônico" é relativo, né? O Vitória só não é hegemônico nos títulos em campo e na quantidade de torcida.
Mas socioeconomicamente em Salvador, o Vitória é hegemônico demais. As famílias mais poderosas da história da cidade são ligadas ao Vitória. Foi fundado basicamente da união entre os Tarquínio e os Costa Pinto. Os Catharino até hoje têm poder lá dentro. Isso não faz do Vitória bom ou mau; é só um fato.
O maior líder político da história do estado, ACM, era Vitória e pressionou o Bahia nos anos 1990 para aceitar o rival no Clube dos 13, dando ao Vitória um patamar financeiro que antes não tinha.
Nos anos 1980, o governo do estado, comandado pelo rubro-negro João Durval Carneiro, deu ao Vitória dinheiro e máquinas para a construção do Barradão num terreno que, na década anterior, já havia sido doado pela prefeitura de Salvador. O nome do estádio, Manoel Barradas, é em homenagem ao sogro de João Durval. E isso foi conquistado também porque o presidente do Vitória, José Rocha, era deputado ligado a ACM e a Durval.
Atualmente, o governador da Bahia e o prefeito de Salvador são rubro-negros. Eles estão enchendo o entorno do Barradão de obras que o Vitória buscava há muito tempo. Até a torcida uniformizada vai ganhar uma sede por lá, dada pela prefeitura.
Que "contra hegemonia" é essa? Se estiver falando de não ser hegemônico em conquistas e popularidade, entendo. Se não for isso, é engraçado.
Mais um.
Em setembro, vou apresentar em Brasília um trabalho sobre Gundam que poderia ser sobre X-Men. As pessoas lêem os quadrinhos, assistem às séries, mas não entendem a premissa mais básica defendida pela narrativa: a mensagem de paz e justiça.