@nikolas_dm Aos patriotas seguidores de Nikolas alguém poderia me responder a gangue de El Salvador MS 13 no Brasil a gangue PT 13 será mera coincidência ou este 13 é gangue e vários países!
@Kathgurgel Eu tenho 72 anos e Lula foi o maior canalha que conheci e pessoa que nunca teve escrúpulo desde a época que ele era metalúrgico sempre foi canalha!
Pedro Malan publicou hoje, no Estadão, artigo em homenagem aos 95 anos de Fernando Henrique Cardoso. A ocasião convida a recordar um período em que o Brasil soube combinar vontade política e capacidade institucional para enfrentar desafios que, à época, pareciam intransponíveis. Em 1993, ao assumir o Ministério da Fazenda, FHC reuniu uma equipe extraordinária de formuladores de políticas públicas que conduziu o Brasil à superação da hiperinflação e criou as condições para que o país avançasse nas décadas seguintes. Como sempre sustentei, o Plano Real foi o maior programa social já realizado no Brasil. Ao proteger a renda dos mais pobres da corrosão inflacionária, lançou as bases para o mais amplo ciclo de inclusão social e desenvolvimento econômico das últimas três décadas.
O Programa de Ação Imediata, primeira etapa do programa de estabilização econômica, partia de uma premissa simples: a inflação não era o problema em si, mas a manifestação de desequilíbrios estruturais mais profundos, como o descontrole das contas públicas e a deterioração da capacidade de investimento do Estado. Para superar esse quadro, organizou uma agenda de reformas voltada não apenas ao controle da inflação, mas à reconstrução dos fundamentos da economia brasileira.
Passados 32 anos, muitas dessas lições permanecem atuais. Em diversas partes do mundo, reaparece a nefasta combinação entre baixo crescimento econômico e inflação persistente. A história mostra que este é um dos cenários mais difíceis para qualquer sociedade: asfixia as empresas, corrói a renda das famílias e impõe custos severos aos mais vulneráveis.
As reflexões de FHC e daquela extraordinária geração de homens públicos permanecem atuais porque demonstram que grandes desafios nacionais exigem mais do que respostas emergenciais: exigem visão de longo prazo, senso de responsabilidade e capacidade de execução. Que essas lições continuem a servir de advertência e de farol para aqueles que têm a responsabilidade de conduzir o país em tempos de incerteza.
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