Ato obsceno - O presidente Luiz Inácio Lula da SIlva (PT) mostrou o dedo do meio nesta sexta-feira (3) durante discurso em uma cerimônia oficial do governo no Palácio do Planalto, em Brasília, ao rebater a afirmação de que "pobre não gosta de coisa boa".
💬 "Nós vamos acabar com essa história que eles pensam que o pobre não gosta de coisa boa. Aqui para eles [mostra o dedo do meio]. Nós gostamos de coisa boa. Nós queremos é tudo de primeira", disse o petista.
A declaração ocorreu durante um evento no Palácio do Planalto que marcou as últimas entregas do governo federal antes do início das restrições impostas pelo período eleitoral. O evento foi marcado por anúncios e entregas do governo as áreas de educação, saúde e habitação.
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Dois brasileiros.
Duas respostas completamente diferentes.
Quando o brasileiro-judeu Michel Nisenbaum foi sequestrado pelo Hamas, vimos silêncio, diplomacia morna e pouca pressão real. Michel acabou morto em Gaza.
Agora, no caso de Thiago Ávila, o governo Lula mobiliza discursos, pressão internacional e indignação pública imediata.
A pergunta que muitos brasileiros fazem é simples:
a vida de um judeu brasileiro vale menos para esse governo do que a de um militante alinhado à esquerda?
Dois pesos. Duas medidas.
🚨— Nicolly Pereira, uma menina brasileira de 2 anos que nasceu cega e surda devido a glaucoma e acúmulo de líquido no ouvido, reconhece com alegria sua mãe visual e auditivamente pela primeira vez.
O que está acontecendo no Irã é a prova de que, quando a opressão ultrapassa todos os limites, o medo deixa de governar.
O povo foi às ruas consciente do preço. Sabendo que iria ocorrer prisões, tortura, mortes. Mesmo assim, não recuou. Porque viver sem liberdade já era uma forma de morte diária.
Homens e mulheres enfrentam um regime ditatorial, teocrático, que usa a fé como instrumento de controle e violência. Ainda assim, continuam resistindo, clamando pela queda do governo e orando por socorro internacional de Israel, dos Estados Unidos ou de qualquer nação que tenha coragem de enfrentar a tirania.
A história mostra que regimes caem quando o povo perde o medo.
E quando isso acontece, nenhuma força é capaz de conter para sempre o grito por liberdade.
Existem países na América do Sul que já começam a dar sinais preocupantes. Quando opiniões viram crimes, quando a lei deixa de ser igual para todos e quando o medo substitui o debate, a democracia já está ferida. Os povos que perderam a liberdade quase sempre pensaram, no início, que “aqui isso não chega”.
Chega! se não houver resistência consciente, pacífica e firme.
Globo expondo a hipocrisia do presidente Lula: “O Lula ligou para o presidente da Rússia, Vladimir Putin, e os dois defenderam a soberania da Venezuela, mas não discutiram a invasão pelos russos da Ucrânia, que é uma nação soberana.”
O comunista Fidel Castro enganou o mundo — assim como Hugo Chávez na Venezuela, Lula no Brasil e Gustavo Petro na Colômbia.
Antes de tomar o poder e mantê-lo pela força até a morte, declarou:
“Não sou comunista nem marxista, acredito na democracia.”
A história é clara: aqueles que não aprendem com ela estão condenados a repeti-la.
Passados 64 anos, Cuba segue dominada e subjugada pelo regime de Castro.