A Júlia Zanatta anunciou ontem na Jovem Pan que vai lançar o "marido" dela que oficialmente ainda é casado com outra mulher como candidato a deputado estadual em Santa Catarina. Para você que não lembra quem é o "marido" da Júlia Zanatta, é esse covarde que bate em idoso.
Enquanto Flávio Bolsonaro discursa sobre segurança e ataca adversários, relatórios do Coaf revelam um elo escandaloso. O fundo Gold Style, de 1,84 bilhão de reais, ocultou transações de uma empresa usada para repassar dinheiro ao filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro, negociado diretamente pelo senador. O detalhe devastador é que o mesmíssimo fundo recebeu mais de 146 milhões de reais do BK Bank, fintech investigada pela Polícia Federal como o banco paralelo do PCC. O clã que prega moralidade e o crime organizado utilizaram a mesma engenharia financeira clandestina para ocultar fortunas, provando que o discurso de combate ao crime é apenas uma cortina de fumaça.
https://t.co/KgDXzErS15
Comer mal nos EUA é REGRA. E gera muito lucro!!!!!
Conheçam os tais "DESERTOS ALIMENTARES".
Tudo nesse país é uma mentira. Se não acredita, faça como o Monark e vai lá se ferrar sozinho.
Ps: Todos os créditos para a autora do vídeo.
Maria Eduarda de Carvalho humilha o insuportável do Rico da forma que ele merece.
"Comparar Lei Rouanet com Bet é como dizer que cassino e hospital são a mesma coisa. Querido, Lei Rouanet não é um pix que o governo faz para os artistas, é uma licença que o governo dá para que as empresas invistam em projetos culturais em troca de um abatimento no seu imposto de renda. Para cada um real investido na Lei Rouanet existe um retorno de 7 reais e 59 centavos pra sociedade e economia. Foram mais de 228 mil empregos gerados pela Lei Rouanet. Enquanto isso as Bets prosperam convertendo desespero em modelo de negócio. Mas é muito mais fácil influenciadores desviarem o foco do problema do que admitirem que sua fonte de renda é a ruína dos seus seguidores."
A MENTIRA DO ZEMA
O Governo Zema diz na propaganda do Metrô do Barreiro que a obra a ser inaugurada em 2028 foi possível porque o Estado pagou suas dívidas e ficou livre dos altos juros bancários.
Mas o aviso obrigatório da fonte de recursos em "rotação 75" , informa que a obra será executada com recursos de reparação do rompimento da barragem de Brumadinho. Um aporte na ordem de R$ 400 milhões.
Logo, a propaganda é enganosa. A Linha 2 do Metrô, ligando Estação Nova Suíça ao Barreiro, na verdade tem o custo de 272 vidas, fora os feridos, inválidos, os danos ambientais e o prejuízo à economia da região afetada.
Este trem do Zema ficar mentindo uma hora vai descarrilar. Bobo é quem embarcar nele!
Para entender como a Copa do Mundo foi parar nos EUA, é preciso voltar a 2010, quando foram escolhidas as sedes de 2018 e 2022. Rússia e EUA queriam, cada uma, um Mundial com sua marca.
A candidatura do Catar era meio folclórica: país com muitos recursos naturais, mas desértico, pequeno e sem qualquer ligação com futebol - menos até que os EUA.
Quando o presidente da FIFA, Sepp Blatter, abriu os envelopes e revelou que a Rússia conseguira sua Copa em 2018, mas os EUA não teriam a de 2022 porque ela ia pro Oriente Médio, ele acionou uma reação em cadeia que levaria à sua própria queda.
Tio Sam nunca engoliu aquela derrota. Os imensos protestos no Brasil contra a Copa de 2014 ganharam repercussão internacional, inclusive por lá, e motivaram o FBI a agir contra a casta do futebol mundial. Começava o FIFAgate.
Todo mundo sabia que havia esquemas de corrupção na FIFA e, como muitos deles passavam pelo sistema bancário estadunidense, a polícia dos EUA justificou sua ação. Era uma retaliação, claro, mas não sem motivo.
Cartolas históricos do mundo todo caíram - o maior deles o próprio Blatter, que comandava a FIFA desde 1998. Das sombras, saiu Gianni Infantino.
Ele provou ter grande habilidade política ao entender que precisava neutralizar as autoridades estadunidenses. Como? Dando a elas o que queriam, uma Copa.
Foi assim que a sede de 2026 foi escolhida, com Canadá e México como convidados de luxo pra uma festa estadunidense.
Infantino mostrou uma capacidade de costurar acordos para que a FIFA se mantenha como ela sempre foi (e isso não é algo bom), ao mesmo tempo em que transmite ares de modernidade. Tornou-se amigo pessoal de Donald Trump, rompendo com a neutralidade e apoiando-o abertamente nas eleições de 2024.
Em 2025, nos 10 anos do escândalo do FIFAgate, membros da comunidade do futebol publicaram uma carta aberta em que diziam que, hoje, o futebol é mais mal gerido e corrupto do que era em 2015.
Infantino não mudou nada, apenas trouxe os insatisfeitos estadunidenses pro seu lado. Cartolas foram absolvidos e o Departamento de Justiça de Trump encerrou processos, dizendo que investigar subornos "não era mais prioridade”.
O preço disso? Um prêmio pro Trump e uma Copa nos EUA.
Todas as pesquisas recentes têm mostrado Flávio Bolsonaro caindo e Lula subindo. Lula começa a abrir uma distância bem razoável de Flávio Bolsonaro, que realmente está derretendo.
Mas, gente, se preparem. Se preparem, porque eles vão jogar pesado. A coisa vem muito, muito feia para o nosso lado. A gente sabe muito bem como essa gente está abaixo do nível civilizatório.
E não é só ele, não é só a extrema direita. A mídia também. Essa mídia que a gente sabe que odeia o Lula, o mercado que odeia o Lula, essa parcela de gente que odeia o povo. Porque, no fundo, a gente sabe que é tudo sobre consciência de classe.
Eles vão operar para diminuir essa diferença, porque não querem que Lula seja eleito. Não importa se o adversário é extremista, com viés golpista e autoritário. Não importa para eles. O que importa é derrotar um representante do povo, um nordestino, um operário.
Então é bom a gente ficar esperto e não se cansar um minuto da militância, porque o jogo vai ser pesado.
Um dado importante sobre isso é que esse movimento mexe com todo o Centrão. A gente sabe que o Centrão geralmente não se movimenta para o lado de perdedores. Então é bom observar agora coligações, apoios e todas as candidaturas, porque acredito que o Centrão vai começar a se mover mais para a esquerda.
Mas é bom a gente ficar esperto. As pesquisas são boas, mas o cenário vai ficar cada vez mais insano.
O Intercept divulgou documentos sobre transações financeiras entre Daniel Vorcaro e Flávio Bolsonaro. O filme custava R$ 69 milhões. Foram pedidos R$ 134 milhões, e R$ 61 milhões já tinham entrado na conta do advogado de Eduardo Bolsonaro.
Chamam de dinheiro privado. Mas o Banco Master recebeu R$ 3 bilhões de servidores, aposentados e pensionistas do Rio de Janeiro por indicação de Cláudio Castro, aliado direto de Flávio.
A mesma turma que passou anos apontando o dedo para a corrupção do PT agora fecha os olhos.
Isso tem nome: moral seletiva. Ou você é contra a corrupção de todos, ou não é contra a corrupção.
Aproveite o fim de semana para assistir a um bom filme, descobrir uma nova leitura e até mesmo começar a aprender um novo idioma.
O Governo do Brasil lançou três iniciativas gratuitas que estão ao alcance de todos os brasileiros: o Tela Brasil, com centenas de filmes nacionais; o MEC Livros, para ampliar o acesso à leitura; e o MEC Idiomas, para quem quer aprender novas línguas.
Tudo gratuito, pensado para ampliar o acesso à cultura, ao conhecimento e às oportunidades. Nunca é tarde para aprender, crescer e abrir novas portas.
Juiz aposentado fazia live denunciando problemas na ponte do Acre momentos antes do desabamento e acabou entre os feridos graves
Edinaldo Muniz gravava um vídeo criticando a situação da Ponte Frei Paolino, inaugurada em 2023 por R$ 36 milhões e interditada desde a véspera por problemas estruturais, quando a estrutura cedeu. Ele está com traumatismo craniano e trauma abdominal, sendo transferido para Rio Branco.
Israel assassinou mais de 30 mil mulheres e mais de 60 mil crianças em Gaza. Matou deliberadamente médicos, professores e cientistas.
Destruiu hospitais, escolas e bibliotecas.
Há relatos de estupros, tortura, fuzilamento, prisões de crianças sem processo, roubo de território, animais e equipamentos.
Desde o nazismo não se via tamanha perversidade e violência. Mas Flávio Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Ricardo Nunes não querem saber nada disso. Preferem erguer a bandeira de Israel para ganhar o voto daqueles que são manipulados por pastores que usam a religião para ganhar dinheiro e poder.
É obrigação de cada um e cada uma, lutar para que o Brasil não fique na mão dessa gente.
Agora você pode aprender inglês e espanhol da sua casa com uma ferramenta 100% gratuita do governo federal. Está disponível o aplicativo MEC Idiomas, lançado pelo presidente @LulaOficial. Do básico ao avançado, agora é se preparar para hablar com o mundo todo. Bons estudos!
1-Os EUA representam apenas 9,4% do comércio exterior brasileiro.
2-Em três anos, o Brasil abriu mais de 500 novos mercados pra exportação.
3-Temos uma fortaleza com R$ 1,85 trilhão em reservas, com 173 toneladas de ouro.
4-Não param de chover novos compradores pra produtos brasileiros, inclusive a partir do Acordo Mercosul-UE.
5-O TariFlávio é um ataque vergonhoso contra a soberania brasileira, puro suco de traição à pátria. O maior custo Brasil hoje se chama família Bolsonaro.
6-O Brasil entendeu que precisamos de Lula mais 4 anos pra consolidar a vida melhor que conquistamos.
Nove dias antes do Natal de 1987, agentes federais antidrogas invadiram uma modesta propriedade de um acre em West Miami. Seu alvo era um traficante chamado Orlando Cicilia, que foi preso e acusado de vender e distribuir milhões de dólares em cocaína colombiana. A operação contra Cicilia e seus associados se tornaria uma das maiores apreensões de drogas da história da Flórida. Em retrospectiva, ela se destacou por outro fato: Cicilia era cunhado de Marco Rubio.
Algumas das experiências mais marcantes da infância do Sr. Rubio aconteceram na casa onde o Sr. Cicilia foi preso. A “lembrança mais querida da infância” do Sr. Rubio é de uma festa de véspera de Natal em que o Sr. Cicilia assou um porco em um buraco coberto com folhas de palmeira no quintal da casa, segundo as memórias do Sr. Rubio. Mais tarde, quando o Sr. Rubio quis comprar ingressos para a temporada de jogos do Miami Dolphins, ele ganhou dinheiro lavando os cachorros do cunhado e da irmã no quintal. Ele chegou a morar na casa por um breve período enquanto seus pais se mudavam para outra região do país.
O Sr. Rubio percorreu um longo caminho nas quatro décadas que se seguiram, ascendendo ao papel de algoz global dos cartéis de drogas e defensor da política "América Primeiro" como secretário de Estado do presidente Trump. Trump nomeou o Sr. Rubio para " comandar " a Venezuela após a operação militar que prendeu o ditador Nicolás Maduro e o trouxe para os Estados Unidos sob acusações de tráfico de drogas em janeiro. Ao longo dos anos, o Sr. Rubio pouco se pronunciou sobre a prisão de seu cunhado, além de mencionar o choque e a dor que isso causou à sua família.
O contraste entre a relação de infância do Sr. Rubio com um homem que mais tarde foi condenado por tráfico de drogas e seu atual papel de viajante incansável pelo mundo pode parecer uma daquelas peculiaridades biográficas aleatórias mais comuns na ficção do que na vida real. No entanto, compreender o Sr. Rubio sempre exigiu conciliar essas narrativas conflitantes. Como legislador da Flórida, ele conviveu com trabalhadores migrantes e apoiou descontos nas mensalidades escolares para filhos de imigrantes indocumentados, depois tornou-se um defensor de políticas de imigração rigorosas quando se candidatou ao Senado dos Estados Unidos, e, em seguida, transformou-se novamente em um reformador bipartidário da imigração no Congresso.
As contradições só aumentaram na recente aliança do Sr. Rubio com Donald Trump, e não apenas na questão da imigração. O Sr. Rubio passou de um defensor apaixonado da ajuda externa dos EUA a um dos desmanteladores da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID). Ele passou de um adversário mordaz da política externa do presidente em seu primeiro mandato a um facilitador de ataques legalmente contestados contra supostos barcos de narcotráfico e um entusiasta da abordagem hegemônica do presidente em relação ao Hemisfério Ocidental. Tendo criticado duramente o acordo de 2015 do presidente Barack Obama para aliviar as sanções contra o Irã em troca de limites ao seu programa nuclear, o Sr. Rubio agora está entre os mais veementes apoiadores de um acordo semelhante que o Sr. Trump espera que ponha fim à guerra naquele país.
As acrobacias políticas do Sr. Rubio o tornaram um aliado cada vez mais bem-sucedido do presidente e cada vez mais enigmático para aqueles que pensavam que ele seria uma força moderadora, menos "MAGA" (Make America Great Again), dentro do governo Trump 2.0. Contudo, essa capacidade de se adaptar não é um fenômeno novo; é uma característica que o define. Uma análise mais atenta do Sr. Rubio revela uma verdade constante sobre ele: Marco Rubio sempre encontrou uma maneira de se encaixar. (NYT)
Relembre algumas das ações e manifestações da família Bolsonaro ligadas às milícias e ao crime organizado
1. Homenagem a Adriano da Nóbrega
O ex-policial militar Adriano da Nóbrega, apontado pelo Ministério Público como integrante da milícia de Rio das Pedras e do grupo de extermínio Escritório do Crime, recebeu, em 2005, a visita na cadeia de Flávio e Jair Bolsonaro (PL).
Os políticos entregaram a Nóbrega a Medalha Tiradentes, honraria concedida pela Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) a personalidades que prestaram relevantes serviços à sociedade. A homenagem ocorreu a pedido de Flávio, então deputado estadual.
Em 2003, o político já tinha feito uma homenagem a Nóbrega, que teria ocorrido a pedido do pai, segundo Jair afirmou à imprensa em 2020.
Nóbrega foi morto em uma operação da Polícia Militar da Bahia, em 2020, depois de ficar por mais de um ano foragido. Ele era acusado de uma série de homicídios no Rio de Janeiro e de envolvimento com máquinas caça-níqueis, proibidas no Brasil.
2. Emprego a parentes de miliciano e 'rachadinha'
Além da homenagem, Flávio garantiu emprego na Alerj, até 2018, a Raimunda Veras Magalhães e Danielle Mendonça da Costa da Nóbrega, respectivamente mãe e esposa de Adriano da Nóbrega.
Elas tiveram salário de mais de R$ 6.000 no gabinete do deputado e, segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro, estavam envolvidas em um esquema de "rachadinha", em que parte do salário dos assessores era devolvida ao político. O parlamentar sempre negou as acusações.
De acordo com os investigadores, Danielle repassou ao menos R$ 150 mil a Fabrício Queiroz, policial militar aposentado que era assessor de Flávio. Desse volume, R$ 115 mil teriam sido transferidos por intermédio de contas bancárias controladas por Adriano da Nóbrega. Também foram usadas contas em nome de dois restaurantes da família do ex-policial e de Raimunda, em período anterior à nomeação dela no gabinete de Flávio.
As investigações sobre a "rachadinha" foram encerradas após o STF (Supremo Tribunal Federal) e o STJ (Superior Tribunal de Justiça) anularem em 2021 as provas coletadas.
Flávio sempre rejeitou as acusações, que diz serem parte de um ataque orquestrado para destruir sua reputação. "[Houve] toda essa espuma, todo esse ataque para tentar destruir minha reputação, e nunca teve início um processo criminal contra mim. Sabe quantas ligações financeiras tem com meus assessores? Zero. Sabe quantos assessores disseram que cobrei salário de volta para empregar no meu gabinete? Zero", afirmou ao podcast Inteligência Ltda em março deste ano.
3. Exaltação a milícias e organizações criminosas
Jair e Flávio Bolsonaro apoiaram policiais suspeitos de comportamento violento e falaram a favor das milícias, organizações criminosas compostas sobretudo por ex-agentes de segurança.
Em 2018, Jair defendeu esses grupos estabelecendo relação entre a presença delas e a segurança. "Naquela região onde a milícia é paga, não tem violência", afirmou.
Flávio também já minimizou a gravidade das milícias, dizendo que "não raro é constatada" a felicidade dos moradores de comunidades dominadas por milicianos. Em discurso na Alerj em 2007, chamou as milícias de "nova forma de policiamento, entre aspas".
Jair, além disso, foi preso por integrar uma organização criminosa que tentou dar um golpe de Estado. Durante seu mandato como presidente, de 2019 a 2022, ele também não se movimentou para classificar como terroristas grupos como o PCC.
4. Seguranças acusados de participar de quadrilha
Em agosto de 2018, a Operação Quarto Elemento prendeu policiais suspeitos de participar de uma quadrilha especializada em extorsões. Entre os presos estavam os gêmeos Alan e Alex Rodrigues Oliveira, dois policiais militares que, naquele ano, teriam participado da segurança da campanha de Flávio ao Senado. Eles são irmãos de Valdenice de Oliveira Meliga, que foi assessora da liderança do PSL (antigo partido de Bolsonaro) na Alerj e tesoureira do partido no estado.
Na época, o senador eleito negou ao jornal O Estado de S. Paulo que os policiais integrassem sua campanha, enquanto Valdenice disse que os irmãos atuavam como voluntários. Em foto publicada em sua rede social em outubro de 2017, Flávio aparece com Valdenice e os gêmeos. Na legenda, escreveu: "Parabéns Alan e Alex pelo aniversário, essa família é nota mil!!!".
5. Aliança com Rodrigo Bacellar
O ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar (União Brasil) estreitou laços com a família Bolsonaro a partir de 2024, almejando suceder Cláudio Castro (PL) no Governo do Rio de Janeiro. Em julho daquele ano, Bacellar se encontrou com Jair, Flávio e Carlos para discutir as eleições municipais e ganhou uma medalha do clã com os dizeres "imorrível, imbroxável e incomível".
Depois de se tornar potencial candidato da família Bolsonaro no Rio, ele perdeu o mandato e foi preso por suspeita de participar de uma organização criminosa e vazar informações para beneficiar o Comando Vermelho.
6. Proximidade com Daniel Vorcaro
Áudio divulgado pelo site The Intercept Brasil revelou que o senador Flávio Bolsonaro mantinha contato com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, acusado de uma série de crimes envolvendo fraudes do Banco Master, como organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro.
O site revelou que Vorcaro combinou o pagamento de R$ 134 milhões para o filme "Dark Horse" (azarão, em inglês), sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Depois, Flávio afirmou que o dono do Master pagou cerca de R$ 60 milhões para o longa-metragem e reconheceu ter cobrado parcelas restantes, sob a justificativa de envolver apenas recursos privados, e não públicos. O senador também admitiu ter encontrado pessoalmente com Vorcaro para, segundo ele, "colocar um ponto final" na relação.
A fraude do Master gerou prejuízo de pelo menos R$ 41 bilhões ao sistema financeiro nacional, afetando também o BRB (Banco de Brasília). - Folha
🇧🇷🇺🇸 Os EUA possuem uma série de organizações criminosas que atuam em seu território, como os Bloods, Crips e MS-13, realizando as mesmas atividades criminosas que o PCC e CV, no entanto, essas organizações nunca foram declaradas como terroristas.
Mesmo declarando "guerra às drogas" em 1971 e desde então perseguindo essas organizações, os EUA não conseguiram acabar com nenhuma delas, seja com combate policial direto ou "asfixia financeira". Em nenhum momento, o governo dos EUA sequer cogitou declarar as gangues, cartéis e máfias que atuam em seu território como "organizações terroristas", até porque, assim como o PCC e CV, esses grupos não atuam por motivações políticas, ideológicas ou religiosas, mas apenas em busca de lucro com o tráfico de drogas, armas e demais crimes.
Essas organizações criminosas dos EUA inclusive dominam territórios inteiros, assim como as facções do Brasil. Por exemplo, o bairro de Compton em Los Angeles é famoso por ser dominado pelos Crips, inclusive com tiroteios recorrentes em guerras por controle de território de tráfico de drogas. Em Nova York, no bairro The Bronx, a situação é semelhante em algumas regiões, além de cidades como Atlanta que também possuem forte atividade de gangues e cartéis.
Além de não conseguir combater a criminalidade dentro do seu próprio território, no âmbito internacional, os EUA já realizaram intervenções contra cartéis do México e Colômbia, também sem sucesso em desmantelar essas organizações criminosas.
Portanto, a classificação do PCC e CV está muito mais relacionada com a utilização de mecanismos legais internos, como leis de sanções econômicas direcionadas e possibilidade de intervenção militar, para pressionar o governo e empresas brasileiras, dessa forma impondo os interesses dos EUA dentro do Brasil.
No momento, o caso mais emblemático é o do Pix. Em 2025, o governo Trump abriu uma investigação comercial contra o Pix, alegando que o sistema de pagamentos brasileiro está "prejudicando comercialmente" empresas dos EUA, em especial as operadoras de cartões de crédito Visa e Mastercard. Após classificar o PCC e CV como organizações terroristas, o governo dos EUA poderá usar mecanismos legais para simplesmente acusar o Pix de ser um sistema utilizado para transações financeiras de "organizações terroristas", abrindo a possibilidade de sancionar bancos que ofereçam o Pix como meio de pagamento.
O "combate ao narcoterrorismo" dos EUA age como pretexto para justificar ações de guerra híbrida ou guerra de 5ª geração contra o Brasil, um tipo de conflito que envolve a lawfare (guerra por meio de leis), psyops (desinformação), sabotagem e pressão econômica para pressionar uma nação a ceder aos interesses de outra potência. Dessa forma, os EUA poderão pressionar o Brasil a ceder sua soberania sobre setores estratégicos, como, por exemplo, limitar o uso do Pix em benefício da Visa e Mastercard, ou, até mesmo, ceder a exploração de terras raras e petróleo para empresas dos EUA usufruírem como bem entenderem.
Em lugar algum do mundo os EUA ajudaram a acabar com o crime organizado, portanto, não será no Brasil que essa situação será diferente.
Um homem foi morto após ameaçar a ex-companheira e ser baleado pelo atual namorado dela, em Goiás. Imagens mostram o momento em que a mulher é abordada pelo ex, que estava armado com um facão. Ao notar a situação, o atual namorado saca uma arma e dispara contra o agressor, que morre no local. Segundo informações, os envolvidos já trocavam xingamentos por mensagens. As autoridades foram acionadas, e o atirador foi preso. #BalançoGeralManhã
👉 Assista à reportagem completa do #BalançoGeral em https://t.co/K7AGNebgu8
A Polícia Civil de São Paulo prendeu a empresária Daiana Schuin Sekel de Almeida, suspeita de torturar e matar animais para vender vídeos de violência na internet. Segundo a investigação, ela gravava agressões contra coelhos, pintinhos e gatos e comercializava o material para clientes em vários países, cobrando cerca de 50 euros por vídeo. A investigação começou após uma ONG da Bulgária denunciar o caso à Polícia Federal brasileira. De acordo com os agentes, Daiana escondia o rosto nas gravações, mas foi identificada por causa de uma tatuagem na perna.
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