A história de "São Pedro do Rio Grande do Sul" precisa ser recontada. Alguns acham que tudo se iniciou com imigrantes na serra. Nada disso. Erico Veríssimo descreveu a mãe dos gaúchos, a personagem Ana Terra, paulista de Sorocaba, e o pai Pedro Missioneiro, um indígena. Depois, os negros escravizados e os açorianos, juntamente com os tropeiros descendentes de paulistas, definiram o mapa do Rio Grande do Sul. Vênetos e alemães foram beneficiados por algo que seus descendentes odeiam: reforma agrária financiada pelo Estado.
RIP Robert Duvall (1931-2026)
Robert Duvall is undoubtedly one of the greatest actors of all time. His contribution to Cinema is immense.
He was a part of one of the most important periods of American Cinema & featured in many of the masterpieces, with "Apocalypse Now" (1979, Coppola) being one of them.
This is one of the most iconic lines in the History of Cinema. He will be missed by all.
E hoje, 16/2, teria sido o aniversário de 98 anos de Dom Pedro Casaldáliga, nascido Pere Casaldàliga i Pla, um bispo católico espanhol naturalizado brasileiro. Foi o primeiro bispo da Prelazia de São Félix, sendo conhecido internacionalmente por defender os direitos humanos, especialmente dos povos indígenas e marginalizados, e também por suas posições políticas e religiosas a favor dos mais pobres. Morreu em 2020. Deixou um lindo legado!
Só assisto o desfile do Rio pra ver Portela, Mangueira, Salgueiro, e Império Serrano - em suma, as quatro grandes escolas de samba de antigamente. O Império paga a conta de não ter se submetido ao jogo sujo dos bicheiros lá nos anos 70/80, e por isso mesmo perdeu status de escola grande.
O jornalista e apresentar Pedro Bial, em recente entrevista para Juca Kfouri, afirmou que o Flamengo nunca foi um clube do povo e sempre foi populista. "Entre as não virtudes do Flamengo está o populismo desbravado (...) O Flamengo, como todos os clubes cariocas, tirando o Vasco, são clubes da elite, bestissimos (...) e aí tem uma sacada genial de marketing, contrata Leônidas da Silva, populariza a marca, vem depois Dida e depois o genial Zico e daí perdemos todos", afirmou @PBiaL para @BlogdoJuca. O comentário de Bial, diante do lugar que conserva no oligopólio da @tvglobo, é importante para que narrativa da popularidade rubro-negra seja vista por amplos setores (pelo menos em sua essência) como o que é: uma falsificação histórica. Mas faltou um elemento decisivo na equação que Pedro Bial levantou em relação ao "populismo" do Flamengo. Isto é: o papel da imprensa hegemônica, sobretudo, da Globo massificação de uma falsa "etiqueta" popular do clube da Gávea, que sempre foi de elite. Todavia, é compreensível que Bial não agregue esse elemento em seu comentário. Por isso, foi tão importante a pesquisa que deu origem ao livro "Vasco: o clube do povo - uma polêmica com o flamenguismo (1923-1958)", que por sinal também foi notícia no blog do Juca no período de seu lançamento https://t.co/Y78Pc8yowW.
“Eu acordei dirigindo por uma rodovia no Arizona sem saber como tinha chegado lá.
Eu tinha 37 anos. Não era ‘Sir Anthony’. Não era uma lenda do cinema. Eu era um bêbado desagradável, irritado e perigoso que acreditava que o álcool era o combustível do meu talento. Eu bebia porque me sentia uma fraude. Um filho de padeiro do País de Gales que não se encaixava nos palcos de Londres.
Naquele dia, no deserto, o medo me atingiu mais forte do que qualquer ressaca.
Eu poderia ter matado alguém. Poderia ter me matado. Entrei numa reunião de Alcoólicos Anônimos e uma mulher me perguntou:
— Por que você não confia em Deus?
Eu não acreditava em Deus.
Mas naquele dia, acreditei na necessidade desesperada de não morrer. Estou sóbrio há 48 anos. Troquei a garrafa pela vida.
Aos 86 anos, subi um vídeo dançando rumba na minha cozinha, com uma camisa florida, fazendo papel de bobo e rindo como uma criança.
As pessoas dizem: ‘Ele está louco’.
Eu digo: ‘Estou vivo’.
Não acredite na mentira de que você precisa destruir sua vida para criar arte. Você não precisa sofrer para ser interessante. A verdadeira obra-prima é chegar à velhice e ainda ter vontade de dançar numa terça-feira de manhã.”
— Anthony Hopkins 🇬🇧
Juiz: O Sr. chicoteou seu genro?
Réu: Sim
Juiz: Por qual razão?
Réu: Fui visitar minha filha e quando cheguei lá vi ele batendo nela
Juiz: Ele tentou agredir o Sr.?
Réu: Homem que bate em mulher não se atreve com outro homem e também não deu tempo, depois da primeira lapada com meu gato de nove caudas curtinho ele já não conseguia nem falar direito
A banda brasileira, de todas as épocas e estilos, mais conhecida no mundo não é de samba, bossa nova ou MPB.
A midia mainstream daqui nunca deu atenção.
Há lugares no mundo, como o leste europeu, por exemplo, que não conhecem Tom Jobim ou Gil, mas conhecem SEPULTURA!
Em um segundo, tudo pode mudar.
O carro se perde na ribanceira. O susto paralisa. O pai grita: “Quem mexeu?”
O filho responde: “Fui eu, pai.”
Ali existe medo, culpa, desespero. Mas existe algo maior: o abraço.
O bem material ficou para trás. O que realmente importa estava ali, vivo, nos braços do pai.
De que adianta ter tudo, se em um instante tudo pode se perder?
A única instituição que permaneceu de pé foi a família.
O filho confessou. O pai perdoou.
Essa cena fala sobre nós. Todos os dias erramos. Todos os dias falhamos. Mas quando há confissão verdadeira, há também misericórdia.
Assim Deus age. Ele não ignora o erro, mas está pronto para abraçar quem reconhece. A atitude daquele pai revela amor. E o amor revela a grandeza de Deus.
Que nunca se esqueça: bens se perdem. A família é o maior tesouro.
E o perdão é o que sustenta tudo.
Em 16 de setembro de 1976, o campeão mundial de natação Shavarsh Karapetyan estava terminando uma corrida de treinamento de 13 milhas na Armênia quando de repente ouviu um som perturbador!
Um trólebus caiu sobre o muro de uma represa e mergulhou no Lago Yerevan. O jovem de 23 anos correu imediatamente para o local, despiu-se e mergulhou na água cheia de esgoto para salvar o máximo de pessoas possível.
Apesar da visibilidade quase zero, Karapetyan nadou 15 pés para baixo para alcançar o trólebus apenas para descobrir que não havia nenhuma janela aberta. Então, ele decidiu chutar a janela traseira, lacerando suas pernas no processo.
Nos 20 minutos seguintes, Karapetyan conseguiu trazer 37 pessoas para a superfície, 20 das quais sobreviveram. Outros nove escaparam por conta própria pela janela que ele havia quebrado.
O heroísmo de Karapetyan o deixou com os pulmões permanentemente marcados após desenvolver pneumonia, e ele passou as três semanas seguintes em uma cama de hospital antes de poder andar novamente.
Mas no ano seguinte, ele participou de duas competições finais — onde ganhou uma medalha de ouro e quebrou seu 11º recorde mundial — antes de se aposentar para sempre.