Muitos jornalistas - fiquem à vontade para usar aspas - assumiram o papel de torcida de ditadores. Nunca existiu ditadura sem uma imprensa disposta a servir de capacho. Chegou a hora da colheita. “Entenda como isso pode ser bom”.
Estou vendo duas correntes de pensamento aqui. Uns acham que, quanto mais cedo Toffoli cair, melhor. Outros, que Toffoli deve ser fritado e mantido até o momento mais oportuno de descartá-lo.
Meu posicionamento é o primeiro (impeachment imediato). Vou lançar aqui meus argumentos:
1) Nunca estivemos tão próximos de ter um impeachment de ministro do STF. Esse precedente precisa ser aberto antes que as coisas se acomodem e o assunto esfrie. A janela de oportunidade é rara e, no Brasil, costuma fechar rápido. Essa chance é perecível.
2) É necessário o precedente para abrir o imaginário popular (hoje anestesiado) à cultura do accountability. É urgente provar que Ministro do STF não é intocável, inaugurando a cultura da responsabilização;
3) A queda de Toffoli pode levar, por arrastamento, à queda de Moraes, criatura ainda mais nociva e perigosa;
4) A derrocada de um intocável pode levar a deserções e delações pelo desespero. O cargo e o prestígio são tudo o que aqueles miseráveis têm;
5) Cada inimigo deve ser derrubado tão logo a possibilidade surja (ainda que outro seja posto em seu lugar), para que se crie um inventário de justas derrubadas históricas. Em disputas de poder real, não se guarda munição pra usar depois, mas sim, converte-se imediatamente a chance em vitória.
Deixar para depois é desperdiçar uma ocasião histórica, para viver no eterno tictaquismo cultural do “konfia, só mais 72h”.
Não acredite em ninguém que convoque para a manifestação do dia 01/03 e não peça o impeachment de ministros do STF e Fora Lula.
Ademais, a manifestação tem vários pontos: e um dos principais, desde o meu primeiro vídeo é a derrubada do veto da dosimetria, que é a ação mais próxima, efetiva e real de alcançar liberdade para as milhares de famílias do dia 08 presas injustamente e até mesmo de vários perseguidos políticos, incluindo Jair Bolsonaro. E após isso, a luta continua para Anistiar todos. Parem de enganar as pessoas com discursos mentirosos para arrotar virtude e lealdade.
É o BRASIL acima de tudo e DEUS acima de todos. Parte da direita tem se esquecido desse princípio do nosso líder.
Para reflexão, compartilho o editorial da Gazeta do Povo: No Brasil de Moraes, já não é preciso fazer nada para ir preso.
O ministro Alexandre de Moraes tem conduzido o país a uma crise institucional sem precedentes desde a redemocratização.
É urgente que o Brasil retorne ao pleno império das leis — com respeito às garantias individuais, à separação de poderes e ao devido processo legal.
https://t.co/PKHeEVFZkh
CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal,
Na condição de cidadão comprometido com a preservação do Estado Democrático de Direito, tenho manifestado preocupação com reiteradas situações que, a meu ver, suscitam debate relevante sobre o respeito às garantias constitucionais.
Tenho, inclusive, cobrado da Ordem dos Advogados do Brasil postura mais ativa nesse tema. Contudo, para além da crítica, apresento esta proposta de manifestação institucional, na convicção de que a OAB — guardiã da Constituição e da cidadania — pode contribuir para o diálogo republicano e para o fortalecimento das instituições.
Com o devido respeito a essa Suprema Corte, permito-me recordar dispositivos basilares da Constituição Federal:
a) Art. 5º, XLV — “nenhuma pena passará da pessoa do condenado”;
b) Art. 5º, IX — “é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”;
c) Art. 5º, LV — assegura o contraditório e a ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes;
d) Dos princípios constitucionais, decorre o dever de imparcialidade do julgador, pedra angular do juiz natural.
Quando tais pilares são tensionados ou relativizados, toda a sociedade é impactada. Por essa razão, venho solicitar, respeitosamente, que:
1) não se imponham penas a pessoas por atos praticados por terceiros;
2) veículos de comunicação não sejam submetidos a formas diretas ou indiretas de censura, nem a medidas que inviabilizem o exercício de sua função social; e
3) assegure-se a todo jurisdicionado o julgamento por juiz imparcial, livre de interesses ou envolvimento prévio no processo.
Ressalto, ademais, que o Art. 1º, III estabelece a dignidade da pessoa humana como fundamento da República. Trata-se de parâmetro constitucional que orienta a atuação de todos os Poderes. Qualquer medida que exponha desnecessariamente pessoas — inclusive condenadas — a riscos à sua integridade representa afronta a esse princípio estruturante.
Formulo estas considerações em espírito construtivo, movido pela preocupação de que recentes atos do ministro Alexandre de Moraes possam colocar em risco a ordem democrática e conduzir o país a um processo de ruptura institucional.
Respeitosamente,
Adolfo Sachsida
Enquanto Jair Bolsonaro enfrenta 153 dias de um cárcere severo, com a saúde debilitada e restrições que impedem até o contato familiar básico, a tirania de Alexandre de Moraes inova no absurdo ao prender Filipe Martins por conta de uma suposta pesquisa no LinkedIn.
É a falência do sistema ver alguém ser encarcerado por uma denúncia de uma suposta busca, mesmo cumprindo todas as cautelares a ele impostas a mais de 560 dias.
Repito: Ou o Senado retira Alexandre de Moraes, ou essas perseguições não terão fim.
Nesta reportagem, eu mostro como a aparente mobilização espontânea contra a anistia dos presos do 8 de janeiro é, na verdade, uma operação estruturada e financiada por uma rede internacional de ONGs e fundações estrangeiras.
Segue o fio!
O alerta assustador de Edward Snowden está se desenvolvendo em tempo real: O que a China construiu é exatamente o que os governos ocidentais estão preparando silenciosamente para cima de nós. Snowden é cristalino: Cada foto, cada compra, cada mensagem, cada movimento - tudo está sendo inserido em algoritmos que decidem o seu futuro. Na China, os "cérebros urbanos" de IA agora rastreiam onde você mora, quem você visita, como você descarta seu lixo, cada passo que você dá em público, se você segue as regras ou não. Quebrou uma regra? Uma câmera te flagra de três ângulos. Sua pontuação cai. Sua vida desmorona. O alerta de Snowden: "Se alguma de suas atividades divergir do que o governo quer, você não entrará em um trem. Você não embarcará em um avião. Você não conseguirá um emprego. Um algoritmo decidirá o seu destino. E o que eles estão vendendo… somos nós." Esta não é uma ameaça futura. Está acontecendo agora, em Xangai, em Pequim… e se infiltrando no Ocidente por meio de identidade digital, policiamento por IA e "pontuação de desinformação". A China construiu o protótipo. Nossos governos estão importando o modelo. Mantenha-se informado. Mantenha-se alerta. Não deixe que este sistema se enraíze.
RFK Jr. revela o verdadeiro motivo da supressão da ivermectina e da hidroxicloroquina.
Em uma revelação surpreendente, RFK Jr. expõe os motivos ocultos por trás da supressão agressiva da ivermectina e da hidroxicloroquina durante a pandemia de COVID-19. Esses medicamentos — ambos com décadas de segurança comprovada e bilhões de doses administradas — foram sistematicamente desacreditados, não por razões médicas, mas por razões legais e financeiras.
No cerne da questão está uma lei federal pouco conhecida que proíbe a FDA de conceder Autorização de Uso Emergencial (EUA) para vacinas caso algum medicamento já existente e aprovado se mostre eficaz contra a doença em questão.
Se a ivermectina ou a hidroxicloroquina tivessem sido reconhecidas como eficazes contra a COVID-19, a Autorização de Uso Emergencial (EUA) para as vacinas teria sido ilegal. O resultado? Um empreendimento de vacinas de 200 bilhões de dólares poderia ter entrado em colapso da noite para o dia.
Apesar das crescentes evidências — incluindo 17.000 médicos assinando petições e inúmeros estudos revisados por pares — autoridades como Tony Fauci lideraram uma campanha implacável para desacreditar esses tratamentos. A ivermectina, um medicamento ganhador do Prêmio Nobel, foi descartada como "remédio para cavalos", enquanto a hidroxicloroquina foi falsamente rotulada como perigosa. O objetivo? Garantir que as vacinas permanecessem a única solução "aprovada".
Mas por que os ataques continuaram mesmo depois que as vacinas receberam a Autorização de Uso Emergencial (EUA)? A lei parece exigir que o status de EUA seja revogado caso surja um tratamento eficaz. O incentivo para "matar" a ivermectina e a hidroxicloroquina nunca teve a ver com ciência — tratava-se de proteger um império financeiro.
Especialistas renomados, incluindo Harvey Risch, de Yale, e o Dr. Peter McCullough (o médico com mais publicações em sua área), trataram com sucesso dezenas de milhares de pacientes com COVID-19 usando esses medicamentos. A conclusão deles, baseada em dados, é que meio milhão de vidas americanas poderiam ter sido salvas.
Isto não é apenas um escândalo médico — é uma traição à confiança pública. A questão que permanece é: quantas vidas foram perdidas para proteger uma narrativa?
Atualize seu dicionário político:
"Inconstitucional" não é mais o que não está em conformidade com a letra da Constituição, mas o que não está em conformidade com os interesses particulares dos ministros do STF.
"Democracia" significa regime em que a elite parasitária estatal e suas crenças progressistas cozinhadas em Harvard não são desafiadas nunca pelo eleitorado.
"Soberania" significa deixar Moraes censurar cidadãos americanos em solo americano por expressões online em plataformas americanas.
"Golpe de Estado" significa um crime de pensamento conectado via mágica com vandalismo feito por desesperados.
"Autodeterminação dos povos" significa demonizar os Estados Unidos e passar pano para o narcoestado da Venezuela.
"Contra o ódio e o preconceito" significa ódio e preconceito contra conservadores ao ponto de comemorar a morte deles.
"Fascista", "nazista", "misógino", "homofóbico" e "racista" são marcas que se colam em conservador para justificar que seja perseguido e morto, assim como pecuaristas marcam suas vacas antes do abate. Não têm relação com fatos históricos, evidências, argumentos, conduta individual ou metaética.
Olha o nariz crescendo
Lula voltou a mentir, desta vez ao Jornal da Band, repetindo que não teve direito de defesa, ao ser condenado por ladroagem na Lava Jato. Teve, sim. Ao contrário de Bolsonaro, que não tem a quem recorrer, ele teve quatro instâncias, até ser descondenado no STF.