Abrir mão do sucesso financeiro e corporativo para priorizar a base da família é uma prova de honra e maturidade?
Ou no fundo é só autossabotagem e falta de ambição?
Vi um post sobre o caso do bonitão la da CBF...
A sociedade em si condena muito a prostituição mas sustenta tudo em segredo. (Presente, mimo, viagens isso tudo é disfarce e não é nada difícil reconhecer quando acontece)
Julgam a mulher, mas absolvem o homem que compra um horário ali com elas.
Falam de moral, mas consome pornografia, trai e os crl...
Ai tu vai ver o post, uma cambada de mulher querendo ser a namoraidnha dele e foda-se a esposa... KKKKKK
Como uma fintech decide se lança um produto novo ou mata um antigo?
Te conto o que aprendi na prática (e o que quase ninguém fala):
--- 1/ A armadilha clássica: o time de produto apaixonado pelo recurso, o time comercial com medo de perder cliente, e o dado real enterrado num dashboard que ninguém abre.
--- 2/ O que funciona: definir antes uma métrica de 'sinal de vida'. Se o feature não bater X% de adoção em 60 dias, ele morre. Sem choro, sem reunião extra.
--- 3/ O mais difícil não é a decisão técnica. É criar uma cultura onde matar coisa ruim é celebrado igual a lançar coisa boa. Time que só celebra lançamento vira acumulador de produto.
Pix virou commodity. A próxima guerra dos pagamentos já começou. Não é mais quem tem a transferência mais rápida. É quem controla a camada de crédito, fidelidade e dados em cima do Pix. Fintech pequena que não entender isso vai morrer de irrelevância.