(…)Porque é que não nos apaixonamos todos os meses de novo? Porque, por altura de cada separação, uma parte dos nossos corações fica desfeita. Assim, esforçamo-nos mais por evitar o sofrimento do que na busca do prazer.
(Freud In Correspondência - 1883)
A modernidade é a era em que nossa existência social depende do olhar dos outros: somos quem conseguimos fazer que os outros acreditem que somos. O berço não nos define, o apreço ou o desprezo dos outros, sim.
(Contardo Calligaris)
Os psicanalistas certamente se interessam pela linguagem, mas se interessam unicamente no limite em que a linguagem tropeça. Ficamos atentos aos momentos em que a linguagem se equivoca e a fala derrapa.
(Nasio)