“You have to wave to your mom. You have to let her know you’re OK.”
The world of Canada’s medical staff is far-reaching. And for the busiest medical staff at the World Cup, it’s never ending.
Inside the #CANMNT staff’s work, unlocked at @TheAthleticFC
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@dlicps We were missing speed in our backline. Seeing them getting outpaced over and over is so frustrating. While our midfield was questionable, their long ball and their speed was the death sentence for us.
@TheAthleticFC As an ex player he should now that footy can make you do crazy/stupid things when celebrating a moment. You got Mourinho, Pep and Klopp with their eccentricities and it's always great to see those personalities. Especially in a World Cup :)
@TheAthleticFC If it's anything, it tell you everything you know about Cawley. He doesn't understand the moment, the backstory, hell he even sided with Lopetegui & talked BS about the pitch team sit-down.
Canada’s 6-0 World Cup win over Qatar had everything — truly a novel.
So my editors told me: go write the novel.
• “It should feel like hell”
• Inside the brawl
• Taking care of Koné’s family
A Canadian soccer opus unlocked at @TheAthleticFC#CANMNT
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A minha (grande) história da Copa 2
O Canadá acabava de conquistar a maior vitória de sua história em Copas do Mundo…
e não houve festa em campo!
O placar mostrava 6 a 0 sobre o Catar. As arquibancadas pulsavam. Os torcedores cantavam. A seleção canadense dava um passo gigantesco rumo à classificação.
Mesmo assim, quando o árbitro encerrou a partida, os jogadores não correram para a torcida. Não comemoraram. Não celebraram os gols.
Eles se reuniram no gramado.
Formaram um círculo.
Ajoelharam.
E rezaram.
A oração era por Ismaël Koné.
Pouco antes, no segundo tempo, o meio-campista havia deixado o campo após sofrer uma grave lesão na perna. Enquanto recebia atendimento médico, companheiros e adversários se posicionaram ao seu redor para protegê-lo da exposição e respeitar aquele momento de dor.
O futebol moderno, acostumado a transformar tudo em estatística, audiência e resultado, se deparou diante de uma história diferente, diante de uma cena rara ao final do jogo: a união de todos por um.
Talvez por isso ela tenha sido tão poderosa.
Porque a Copa do Mundo costuma ser lembrada pelos campeões, pelos artilheiros, pelas grandes vitórias, como a do Canadá . Mas, de vez em quando, ela nos lembra que existe algo além da vitória. Além do recorde.
Existe a capacidade de enxergar o outro.
Na noite em que o Canadá viveu o maior feito de sua história em Mundiais, seus jogadores escolheram dedicar os minutos finais não à celebração de um resultado, mas ao apoio a um companheiro.
Por alguns instantes, o placar deixou de importar.
Não havia classificação, saldo de gols ou projeções para a próxima rodada.
Havia apenas pessoas preocupadas com outra pessoa.
E talvez seja exatamente por isso que essa já seja uma das cenas mais bonitas de uma Copa que está apenas começando. #copadomundo
@HarJournalist he's been putting you a target after the last presser, isn't he? 😅 I love the man to death but he and his celebrations are things to wonder/questioned
50% - Across all MD1 fixtures of the FIFA World Cup, the team who applied high-intensity pressure to the highest share of their opponent’s touches was Jesse Marsch’s Canada.
Identity.