Por que uma história verdadeira e triste não comove ninguém e a mesma história, contada de outro jeito, faz quase 3 milhões de pessoas pararem tudo pra assistir?
E esse detalhe dificilmente tá no resumo, no que te mandaram pronto.
Ele aparece quando você conversa, pergunta mais um pouco, repara no que parecia bobo.
Contar uma boa história tem menos a ver com escrever bonito e mais com saber ouvir de verdade.
Por que uma história verdadeira e triste não comove ninguém e a mesma história, contada de outro jeito, faz quase 3 milhões de pessoas pararem tudo pra assistir?
E isso me pegou, viu. Passei um tempão achando que pra emocionar eu precisava de uma história enorme, um acontecimento absurdo, como o desabamento da casa.
Que nada.
O que prende mesmo é um detalhezinho pequeno e real, que a pessoa olha e já se reconhece nele de alguma forma.
O desafio: pega seu último conteúdo e olha os 3 primeiros segundos.
Qual dessas 6 alavancas ele aciona?
Se a resposta for "nenhuma", achamos o problema. Me conta: qual você usa sem nem perceber?
Em 2012 escrevi um título tão brega que qualquer professor de jornalismo torceria o nariz.
Ele viralizou de um jeito absurdo e travou o servidor do blog onde eu publicava.
O que aprendi ali vale pra todo conteúdo que você posta hoje; a thread🧵
Essas foram só 2 das 6.
Curiosidade, FOMO, assombro e indignação eu destrincho com exemplo na aula completa.
Se quer entender como aplicar cada uma no seu conteúdo, é só assistir aqui:
https://t.co/nx8ZL3BWN7
Essa é a graça do storytelling: você passa uma mensagem sem parecer que está ensinando. (mas está)
O Willians faz café. Mas o que mantém as pessoas voltando pro Instagram dele não é o café — é a história embrulhada pra viagem.
É o momento em que a história deixa de ser sobre o cliente da mesa do fundo e passa a ser sobre quem está assistindo. Quando a pessoa entende algo sobre a própria vida, sem você precisar dizer qual é a lição.