O déficit primário caminha para fechar o ano próximo de 0,4% do PIB. Apesar de ser um resultado que poderia ser considerado satisfatório, tem base em forte crescimento da receita que está se esgotando. Pelo lado da despesa, ainda não temos solução para seu forte crescimento, cerca de 5% real aa nos últimos 3 anos, e seu controle continua incerto.
O resultado é um elevado custo da dívida, tanto pelo premio de risco como pela inflação mais alta que requer juros ainda mais restritivos. Com isso, o déficit nominal está no insustentável patamar de quase 8% do PIB e a dívida pública vai chegar em 82% ao final de 2026, 10 p.p. em 4 anos de governo.
Sim, há motivo para preocupação com a situação fiscal.
IPCA de julho ficou em 0,26%, abaixo da expectativa do mercado de 0,36%, com qualitativo também melhorando e queda nas medidas de núcleo, confirmando a tendência de desaceleração, da inflação. A Selic em 15% desacelera o crédito e a atividade, e estimamos que a queda da inflação deve continuar. Sem novas surpresas do lado fiscal, temos espaço para discutir cortes de juros a partir do final do ano.
❤️ “AMOR, APAGA AÍ…”: A deputada Tabata Amaral foi pra internet posar de “consciente” e desceu a lenha nas casas de aposta que tão bancando as festas juninas em São Paulo. Mas aí o telefone tocou… Esqueceu que Recife, cidade do prefeito (e mozão) João Campos, também recebeu uma graninha das bets nas festas de lá. O post “corajoso” sumiu mais rápido que o seu salário no fim do mês!
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#Pânico