Era proibido usar imóveis da presidência para campanha eleitoral, mas para o Lula pode.
Era proibido ajustar programa social em época de eleição, mas para o Lula pode.
Era proibido evento em universidade pública, mas para o Lula pode.
Showmícios são proibidos, mas para o Lula e o Caetano Veloso pode.
Apoiadores de Bolsonaro agindo online é um gabinete do ódio. Os do Lula podem, é o exército do Lula.
Fake news é crime, mas pro Lula pode.
Você acha mesmo que é uma luta igual? Um luta esgrima com o juiz torcendo contra. O outro faz telecatch na lama.
Esquerda coloca a Luana Piovani, que mora na Europa e o Wagner Moura que mora nos EUA pra dialogar com o cidadão comum brasileiro
Enquanto o Nikolas dá voz a nordestinos do interior abandonados pelo Estado na frente das câmeras
JAMAIS COMPARE
Um app de Bíblia com notas de estudo, recursos para aprofundamento bíblico e comentários bíblicos integrados…
e complementamente gratuito para alcançar o maior número de pessoas possíveis com a mensagem do Evangelho.
Já imaginou algo do tipo?
📜⚖️🇧🇷 Aos 38 anos, completados em 05.10.2026, a Constituição Federal de 1988 soma 148 Emendas: uma média de quase 4 Emendas por ano. A mais recente (e única de 2026, até aqui) é a Emenda Constitucional n. 139, de 05.05.2026, que define os Tribunais de Contas como instituições permanentes e essenciais ao controle externo e veda a extinção, a criação ou a instalação de Cortes de Contas nos Estados, no DF e nos Municípios.
📊📚 Na prática, temos 139 Emendas Constitucionais "ordinárias" (vide art. 60 da CF/88), 6 Emendas Constitucionais de Revisão (vide art. 3° do ADCT) e 3 procedimentos do art. 5°, §3°, equivalentes à Emenda Constitucional, aprovando 4 Tratados Internacionais de Direitos Humanos 🌍⚖️:
1️⃣ Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência + Protocolo Facultativo (New York, 2007) ♿🇺🇸
2️⃣ Tratado para Facilitar o Acesso a Obras Publicadas às Pessoas Cegas, com Deficiência Visual ou com Outras Dificuldades para Ter Acesso ao Texto Impresso (Marraqueche, 2013) 👁️📖🇲🇦
3️⃣ Convenção Interamericana contra o Racismo, a Discriminação Racial e Formas Correlatas de Intolerância (Guatemala, 2013) ✊🏾🌎🇬🇹
📌 Esse ritmo de emendas revela o perfil da nossa Constituição: analítica, ela constitucionalizou temas que em outros países ficam na lei e, por isso, é emendada com frequência.
A diferença mais fundamental entre direita e esquerda é que o pensamento da esquerda é construído em cima de uma sucessão de equívocos econômicos, políticos e morais.
No centro da ideologia esquerdista existem duas crenças.
A primeira é que a propriedade privada é um roubo e tudo deveria ser propriedade coletiva ou estatal.
A segunda ideia é que o Estado deve se meter em tudo. Ninguém pode fazer nada se não tiver a permissão do Estado.
Nenhuma forma de socialismo abre mão dessas duas ideias - exceto quando os socialistas precisam, por algum motivo, camuflar suas intenções. Por exemplo, em época de eleições.
A primeira crença explica a obsessão com impostos, os invasores de terra, a leniência com criminosos e o ódio à classe média e ao agronegócio - uma atividade baseada na propriedade de terras. A segunda crença explica por que o Estado socialista é sempre tirânico.
O pensamento de direita - o pensamento conservador, liberal e libertário - é o único caminho para que o ser humano possa ser livre e prosperar. Isso não tem a ver com os nomes “direita” e “esquerda” em si. Esses termos se originaram em um mero acidente histórico, durante a Revolução Francesa.
O pensamento de esquerda é inferior porque é fundamentado em erros.
Os primeiros socialistas, chamados de “utópicos”, até tinham boas intenções, mas nada entendiam dos princípios do comportamento humano. Eles foram sucedidos por dois alemães - Marx e Engels - que criaram uma teoria delirante, que divide o mundo em “classes” e imagina um paraíso na Terra ao qual só chegaremos através de uma revolução sangrenta. A teoria é repleta de erros básicos de lógica e desconhecimento de economia.
O nome dessa teoria é “socialismo científico” (embora ela não faça nenhum uso da ciência). O apelido dela é marxismo.
Do outro lado - no lado da direita - estão algumas das maiores mentes da história como John Locke, Adam Smith, Edmund Burke, Thomas Jefferson, Friedrich Hayek, Milton Friedman e Ludwig von Mises.
A direita não oferece unanimidade doutrinária nem propõe conformismo a um único modelo político ou econômico.
A essência da proposta da direita - como ela é entendida hoje - é a liberdade e a proteção dos direitos.
Os pensadores de direita não buscaram criar um modelo utópico ao qual a humanidade deve ser conduzida a ferro e fogo. Ao contrário; eles usaram observação e lógica para descobrir e entender as leis que regem a ação humana e, a partir daí, apresentar conclusões sobre as práticas que tendem a produzir riqueza e satisfação e aquelas que levam à pobreza e ao sofrimento.
Pode-se dizer que no centro das filosofias políticas de direita há também duas ideias essenciais. A primeira é que um mercado livre, onde as pessoas fazem trocas de forma voluntária, é essencial para o progresso e a prosperidade.
A segunda ideia é a necessidade de limitar o poder do Estado.
A missão do Estado é proteger os direitos individuais e fornecer segurança e estabilidade ao funcionamento dos mercados - e mais nada.
As funções estatais podem ser contadas nos dedos de uma mão: segurança pública, justiça, defesa nacional, saúde básica e educação básica.
Todo o resto deve ficar a cargo da iniciativa privada.
Essa não é uma proposta teórica, mas a receita que foi aplicada - ainda que sempre de forma imperfeita - na construção da prosperidade que o Ocidente conhece hoje. É importante comparar isso com as tragédias que sempre foram os governos socialistas.
A verdade é que governos de direita são bons até para a esquerda.
Depois que um governo de direita arruma um país, os governos de esquerda (que sempre vêm em algum momento) têm dinheiro para gastar com seus programas assistencialistas e populistas.
Acima de tudo, o socialismo é a filosofia do ressentimento, da inveja e da busca incessante pelo poder a todo custo.
Como já disse o ideólogo socialista americano Saul Alinsky, para a esquerda, a única coisa imoral é não usar todos os meios para chegar ao poder.
Por isso, como disse Ludwig von Mises, a pior coisa que pode acontecer com um socialista é ter seu país governado por socialistas que não sejam seus amigos.
Gilmar tem hoje jurisdição universal sobre as eleições brasileiras graças a uma reclamação que tratava de supostas fake news contra Deltan Dallagnol. Hoje, ele decide o que quer e como quer, e qualquer interessado pode escolhê-lo para analisar seu pedido. Não há filtro ou limitações.
E Gilmar avisou que faria isso. Como o fez? Distorcendo a ponto de subverter a ideia de Reclamação Constitucional. A Reclamação serve para preservar a autoridade de precedentes e súmulas do Supremo. Ela é uma ação, livremente distribuída a qualquer Ministro, que possuem igual competência para fazer valer o precedente.
Não existe “prevenção por tema” ou “extensão de efeitos” de Reclamação, sob pena de se permitir a escolha do julgador e, ao mesmo tempo, transformar a própria decisão da Reclamação no precedente que se vai tutelar.
É impossível acreditar que Gilmar Mendes, um dos arquitetos do atual modelo de controle no Supremo, não saiba disso. Pelo que só se pode concluir que há uma deliberada e intencional deturpação do instituto para usurpar competência do TSE, sepultar o juiz natural e sinalizar a todos os atores, tanto Ministros quanto partes, que ele pode julgar tudo e julgar o que quer.
Dos muitos absurdos que o Supremo tem assistido, coloco este no topo da categoria. É uma aberração jurídica feita para dar um bypass no TSE e no Presidente da Corte e colocar as eleições sob sua jurisdição pessoal.
A situação fica mais grave por esse comportamento, que já não é inédito, ocorrer depois da Resolução de Fachin, presidente do Supremo, que pretendia impedir petições de terceiros estranhos aos processos dos acervos dos Ministros.
Nem isso serviu de constrangimento a mais uma decisão absurda de extensão de efeitos de Reclamação com partes e objetos diversos.
Hoje não existe Juiz natural no Brasil. A parte vai fazer o seguinte cálculo: “acho que o Min. Gilmar Mendes é favorável a minha tese”. Se for, ela pode chegar a ele e obter uma decisão partindo de qualquer ponto do sistema de Justiça. Ela pode levar uma decisão monocrática de um juiz membro de um Tribunal Regional, do TSE ou de onde for.
Nada nessas eleições se compara com isso.
Fui ler com calma a resolução do Min. Fachin. O STF precisou de uma norma para impedir feitiçaria processual, escolha ilegal do relator e carona em processo alheio. Juiz natural, sorteio e conexão já estão na CF e no CPC. Intenção linda, mas mostra o tamanho do nosso fracasso.
Eu me recuso a acreditar que a vida foi feita para acordar, passar o dia inteiro sobrevivendo, chegar em casa sem energia para viver de verdade, dormir e repetir exatamente a mesma rotina pelos próximos 40 anos. Tem que existir mais do que isso.
Uma das grandes fontes de esquemas no Brasil são os PRECATÓRIOS. Certa vez tentei explicar pra um bando de gringos (professores, advogados, juízes, pesquisadores, etc) em um evento de direito constitucional o que era um PRECATÓRIO. Passei maus momentos, mas tentei meu melhor.
1/5
🤡 O cara faz parte da oligarquia, desde o império, mas tira a carta da vitimização.
Desde a cabanagem, a família combate a independência do povo.
O tetravô, Francisco Manuel Antônio Monteiro Tapajós, o “Herói de Tapajós”, era proprietário de terras às margens do rio Tapajós, na então Província do Grão-Pará. Colaborou com o governo imperial na repressão à Cabanagem (1835-1840), revolta de negros, indígenas e mestiços. Dom Pedro II o recompensou. Entrou na política, virou deputado provincial e presidiu a Assembleia do Grão-Pará. Outro ancestral, Nicolau Castro e Costa, de quem Dino herda parte do sobrenome, foi deputado provincial no Amazonas em 1874.
Dino nunca teve origem popular. Sua origem de classe dominante provincial se aliou ao trono, recebeu título e cargo, e transmite o capital político de geração em geração.
O avô, Nicolau Dino de Castro e Costa, chegou a desembargador no Maranhão numa época em que o Judiciário se preenchia por indicação. O pai, Sálvio Dino, foi vereador, deputado estadual e prefeito. A família ocupa cadeiras em academias de letras, redes jurídicas e postos eletivos.
Cinco gerações no mesmo circuito: terra, assembleia, tribunal, política. O sociólogo Ricardo Costa de Oliveira descreveu o padrão com famílias políticas com parentesco no Judiciário, no Legislativo e na intelectualidade local.
Há uma ironia estrutural. A Cabanagem foi um levante de populações que o tetravô ajudou a esmagar em nome da Coroa. Quase dois séculos depois, o descendente usa a linguagem contemporânea da opressão racial para responder a quem o descreve como jurista de província. A família que subiu combatendo a revolta popular agora invoca a matriz racista contra o adjetivo que descreve exatamente de onde ela veio: o poder local consolidado no Império e reproduzido na República.
Dino tem direito de se defender. Não tem direito de reescrever a genealogia. Ele não é um outsider que o Sudeste despreza por ser maranhense. É o produto acabado de uma oligarquia norte-nordestina que há gerações conversa com o Estado, primeiro com o imperador, depois com o tribunal, agora com o Supremo. A “província” não o excluiu. A “província” o fabricou.
Este será um tweet longo mas eu garanto que vale a pena a leitura.
Quem está fazendo o curso de churning (nulidade de empréstimos em cascata) comigo, percebeu, na última aula, que é MUITO fácil provar a nulidade de um empréstimo consignado.
Isso porque os bancos não seguem os critérios mínimos de segurança e porque é extremamente lucrativo para eles manterem esse modelo de negócios. Não estão nem ai para as fraudes. Elas compensam.
O problemas nasce quando um advogado começa a notar essas coisas e se "especializa" em caçar essas fraudes. Eles notam que se o processo correr normalmente, vão perder. É inevitável.
Dessa forma, o SISTEMA arranja formas de proteger o banco para além do processo. Para isso surgem questões como: 1. litigância predatória; 2. regularidade da procuração; 3. regularidade do comprovante de residência; 4. prévia necessidade de tentativa administrativa etc.
Tudo isso é uma barreira a mais para proteger o banco. Veja só este caso.
Dei entrada na ação em dezembro de 2025. Bradesco cobrando juros de 20% ao mês de uma senhora que recebe BPC e possui um filho autista.
Juiz, mesmo eu comprovando o acima dito, pediu mais documentos para "confirmar" a hipossuficiência. Apresentei tudo que era possível.
Juiz mesmo assim indeferiu a justiça gratuita.
Recorri, venci.
Agora, voltando os autos, em setembro, quase 10 meses depois do início da ação, ele pede um comprovante de residência atualizado alegando "possível litigância predatória"
Vejam que são barreiras. O banco ainda nem foi citado. Nem teve que alegar qualquer um desses pontos. O juiz, por si só, coloca barreiras para que meu cliente não possa continuar a ação.
O fim? Vencerei. Mas a que custo?
- O Flamengo é popular por causa da Globo. Rs
Trecho de uma crônica de 1935, já exaltando o Flamengo como o mais popular do Brasil.
"Em meio dos grêmios esportivos do nosso país, avulta o glorioso Clube de Regatas do Flamengo. Nenhum se lhe avantaja em popularidade, outro não há que mais se tenha arraigado na admiração dos brasileiros. (...)"
Jornal dos Sports, 30 de março de 1935
Extraído do livro: Flamengo - O Fenômeno Nacional, de Paulo Tinoco.
Seu corpo vai te perdoar por:
- Uma noite mal dormida
- Café demais numa segunda-feira
- Pular um treino
- Um jantar tarde e estressante
Seu corpo NÃO vai te perdoar por: