Irretocável! Tarcísio compara o governo Lula ao de Jair Bolsonaro.
“Pega o governo Bolsonaro: um caso de corrupção? Não tem. Hoje vivemos crise e exaustão ética. As pessoas estão cansadas: todo dia confusão, todo dia escândalo. Não vimos isso no governo Bolsonaro. As estatais davam lucro e agora dão prejuízo, veja os Correios. Estados e municípios com superávit; agora todos com dificuldade. Vivemos um tempo bacana e viveremos de novo com Flávio Bolsonaro presidente.”
E no TRUCO do STF, a situação ficou assim:
MENDONÇA trucou, MORAES pediu um 6, e MENDONÇA gritou um 9 que vai deixá-lo surdo por duas semanas.
Quem apostou no recuo do TERRIVELMENTE EVANGÉLICO estava TERRIVELMENTE ENGANADO.
Minha gente...
Poucas vezes eu vi alguém destruir outra pessoa como Mendonça fez com o Alexandre de Moraes na sua resposta ao Fachin.
Mendonça demostrou, por A+B, que:
1- Os relatórios de Moraes foram pedidos ilegalmente e são inúteis.
2- Moraes faz afirmações falsas(destrói todas).
3- Não houve investigação contra Moraes.
4- O procedimento de Moraes no inq das Fake News contra Mendonça foi ilegal.
5- Moraes omite informações.
6- Mendonça jamais acessou o HD com as conversas de Vorcaro.
7- Pode ter mais coisa contra Mendonça no Inquérito das Fake News e pede o acesso integral ao inquérito.
8- Os próprios relatórios de "inteligência" tem informações erradas.
Destaco os pontos 202 e 204 da defesa:
"202. À luz de tais esclarecimentos, conclui-se pela absoluta ausência de qualquer elemento apto a embasar as alegações formuladas, de modo leviano e irresponsável, pelo Ministro Alexandre de Moraes, em face deste Ministro.
204. No presente caso, a requisição de apresentação e a posterior juntada de “relatórios” de inteligência que versassem sobre Ministro desta Corte, para então imputar crimes com base exclusivamente em tais “documentos” (apócrifos e sem qualquer valor probatório), notadamente por quem poderia ser enquadrado como potencial futuro investigado em feito que se encontrava sob relatoria do Ministro alvo de tais “relatórios”, configura situação que demanda apuração."
Ficou feio, hein, Moraes?
É preciso resgatar a República do abraço mortal do STF Leviatã. É preciso eleger senadores comprometidos com o impeachment de ministros do Supremo.
https://t.co/tyqamrM4SO
🚨BOMBA: Flávio Bolsonaro orientou sua equipe econômica a desenhar a revogação de todos os impostos criados ou elevados por Haddad, informou Daniella Marques.
CRISE NO SUPREMO | O jurista Wálter Maierovitch também criticou a condução do presidente do STF, Edson Fachin, durante a sessão que discutiu as suspeitas envolvendo Alexandre de Moraes.
"O Fachin não tinha pulso", afirmou o ex-desembargador, que descreveu a sessão como um tumulto promovido pelos próprios ministros. "O Supremo sem comandante", resumiu Maierovitch em entrevista ao Estadão.
🔗 Saiba mais em https://t.co/g388HWktVG
NEVER FORGET WHAT HAMAS DID TO YAGIL YAAKOV.
Yagil was only 12 when Hamas terrorists stormed Kibbutz Nir Oz on October 7 and dragged him and his 16-year-old brother, Or, into Gaza.
As they broke into the safe room, Yagil pleaded:
“Don’t take me. I’m too young.”
He turned 13 in captivity.
Yagil and Or were released 52 days later. Their father, Yair, had been murdered on October 7 and his body taken to Gaza.
After his release, Yagil described the fear, abuse, burns and bruises he endured.
He was a child.
Hamas kidnapped children. Hamas tore families apart. Hamas turned their homes into scenes of terror.
Remember Yagil. Remember the hostages. Remember October 7.
Never allow the world to forget
Gente, por favor, propaguem isso: DELTAN CONTINUA CANDIDATO! O TSE não suspendeu a candidatura do Deltan, o Ministro militante apenas suspendeu a campanha. Deltan não pode fazer campanha, mas estará nas urnas e será candidato ao Senado pelo Paraná normalmente.
Vamos combater as falsas narrativas.
Deltan ainda é candidato ao Senado!
Esse jato é a evidência da sociedade de Moraes com Vorcaro. A cota do ativo foi transferida no contrato simulado de R$ 50 milhões. Questionado sobre o risco reputacional de ter um ministro do STF em seu avião, Vorcaro diz ao advogado: "Os ativos já são deles." Ativos (jato e helicóptero) Deles (Moraes e Vivi). Ativos registrados em 2 subsidiárias da holding patrimonial do banqueiro. Sócios, portanto. Não é uma questão de investigar, mas de prender para impedir destruição de provas e obstrução da justiça.
O STF morreu. Demétrio está certo. O que temos hoje é um conselho de facções com poderes institucionais. Como chegamos a isso? O Senado, que deveria zelar pelo STF, deixou-o apodrecer.
O erro do Supremo não é o bate-boca ou a "intranquilidade" gerada no País, mas ter falhado na única atribuição em q não poderiam falhar. Meu artigo no @Estadao https://t.co/z2jX4CuE95
Se fotos isoladas, mensagens sem todo o contexto formaram provas condenatórias de forma incontestável no 8/1, pq agora é diferente?
Pq 2 pesos e 2 medidas?
CHEGA!
Fernando Schuler, gigante! 👊👏
“Peço desculpas ao povo brasileiro, que talvez tenha esperado de mim uma postura diferente”, disse a ministra Cármen Lúcia, em um dos momentos mais curiosos da sessão do STF. Por um instante, imaginei que a ministra iria emendar algo como “desculpa pelos desvios éticos”, ou quem sabe “pela nossa recusa de investigar qualquer coisa”, ou ainda um “por estes sete anos de inquérito das fake news”. Mas não. As desculpas eram por “não ter ajudado a acalmar as coisas” no Tribunal. A ministra critica a “espetacularização” e produz ela mesma seu pequeno espetáculo. E é incrível que ele funcione. (…)
As cisões internas e o espetáculo de maus-modos de seus integrantes não são o problema do Supremo, como sugere a ministra. Se fosse isto, um bom curso de boas maneiras resolveria o problema. O problema central é o STF ter se convertido, ele mesmo, em um poder destituído de limites. Na prática, fora do sistema de freios e contrapesos da República. Foi assim quando, há dez anos, o País assistiu à Constituição ser “relativizada”, com a manutenção dos direitos políticos da presidente destituída, no impeachment. Foi assim em 2019, quando se criou o inquérito sobre fake news com base em um artigo do regimento da Corte falando em infrações cometidas na “sede” do Tribunal; foi assim quando a própria ministra mandou pelos ares a vedação à censura prévia, apoiando em 2022, a proibição do lançamento daquele documentário irrelevante sobre o atentado ao ex-presidente. Depois disso, vivemos nosso longo transe de exceção. As pessoas sem foro julgadas no Supremo, a censura prévia em larga escala, a quebra da imunidade parlamentar. E mesmo, de modo particularmente ridículo, do sigilo de fonte, por estas semanas. Definitivamente, o problema do Supremo está longe de ser o bate-boca, as referências à máfia, a enrolação sobre o tal “código de ética” e mesmo a procrastinação de um pedido de vistas sem sentido e igualmente bem “dramatizado”, de Flávio Dino.
O fato é que há um longo caminho à frente. O fórum Brasil Adiante, organizado pelo Estadão, identificou questões muito simples que nossas instituições – se tivessem alguma coragem – poderiam enfrentar. Uma delas é disciplinar as decisões monocráticas. A imagem da guerra de decisões entre os ministros, em direções opostas, à revelia de qualquer decisão colegiada, que deveria funcionar como regra na Corte. Isto vem de longe e tem ajudando a converter o Congresso em um poder algo irrelevante. Poder que aprova a lei da “dosimetria” e, ato seguinte, observa inerte esta mesma lei simplesmente ir para uma gaveta, por tempo indeterminado, por uma simples decisão monocrática no Supremo.
Não acho que a ministra ou muitos de seus colegas devam desculpas pela “intranquilidade” no País na última semana. Mas pela lógica de exceção criada no Brasil nos últimos anos. Não porque geraram algum “mal-estar cívico” na sociedade, mas porque falharam na única obrigação em que uma Suprema Corte não poderia ter falhado, que é garantir a vigência das leis e da Constituição.”
Estadão: “A PF encontrou documentos de uma auditoria interna feita pelo BRB sobre a operação com a instituição de Daniel Vorcaro que apontou suspeitas nos altos valores de despesas com escritórios de advocacia pelo Banco Master feitas no ano de 2024.
O documento menciona pagamentos, naquele ano, de R$ 40 milhões ao escritório da advogada, mulher do ministro do STF Alexandre de Moraes, e também de R$ 33 milhões ao escritório da advogada Dalide Corrêa, que é citada em diálogos de diretores do Master como ‘canal direto com o STF’.” Dalide foi diretora do IDP de Gilmar Mendes.