Dois ministros, duas formas opostas de exercer a jurisdição penal. Um violador de direitos humanos produto do sistema. O outro, escolhido por Bolsonaro para defender o ordenamento jurídico, o Brasil e os brasileiros.
Os casos conduzidos por André Mendonça (Banco Master) e Alexandre de Moraes (farsa do golpe, com delação de Mauro Cid) ilustram, lado a lado, essas duas posturas. Legalidade versus abuso de poder no STF.
No inquérito do Banco Master, Mendonça atua como se espera de um julgador: submeteu rapidamente suas decisões à Segunda Turma, garantindo colegialidade e blindagem contra nulidades. Fundamentou cada ato em requerimentos da PF e PGR, manteve a prisão preventiva de Daniel Vorcaro com base nos pressupostos do art. 312 do CPP.
Diante da proposta de delação, não negociou: condicionou qualquer avanço à análise da PF e da PGR, que a rejeitaram por falta de fatos novos. Não pressionou, não ameaçou, não conduziu o investigado, apenas presidiu com sigilo, devido processo e proporcionalidade.
Já na delação de Mauro Cid, o quadro é o inverso. Em audiência no STF, Moraes repreendeu o colaborador ao vivo, advertindo sobre prisão preventiva, rescisão do acordo e o desprezível absurdo de responsabilização do pai, da esposa e da filha.
Trata-se de coação explícita, em que o relator conduziu, advertiu, pressionou e coagiu diretamente o depoente.
De um lado, legalidade. Do outro, pressão pessoal. A diferença entre julgar a prova e fabricar a prova.
O Brasil só retomará seu rumo correto no dia em que Alexandre de Moraes for extirpado do STF.
Casa cheia em Belém (PA)!
Obrigado a todos pelo carinho e pela recepção. É a força do povo paraense que nos dá ainda mais confiança de que o Brasil tem jeito e pode voltar ao caminho certo.
Libertem @jairbolsonaro e os presos políticos do 8 de janeiro!
O assassinato de pessoas na unha está sendo presenciado frente aos olhos de todo brasileiro de bem.
Não deixemos que essa
Necessidade seja apagada propositalmente como vem sendo.
O homem que ignora seu passado está fadado a não ter futuro.
TODAS AS PESSOAS DECENTES SABEM A VERDADE!
- Hoje, coloquei um ponto final em duas narrativas absurdas que nunca deveriam ter existido.
- A primeira é essa farsa chamada “minuta do golpe”. Nunca discuti qualquer documento com teor golpista. Também nunca participei nem autorizei qualquer conversa sobre prisão de autoridades. Isso simplesmente não existiu. É uma mentira sem fundamentos inventada para justificar uma perseguição política contra mim e contra aqueles que me apoiam.
- A segunda é uma injustiça contra um homem inocente. Filipe Martins era meu assessor internacional. Um jovem inteligente, leal, discreto e extremamente dedicado. Não é jurista. Nunca exerceu função ligada à área militar e cuidava exclusivamente de assuntos externos e da relação com embaixaxores e outras autoridades estrangeiras. É completamente ilógico, para não dizer absurdo, supor que ele participaria de uma reunião sobre temas de segurança interna, especialmente uma reunião reservada com os comandantes das Forças Armadas.
- Filipe passou mais de seis meses preso em um presídio junto com criminosos comuns, acusado injustamente de ter embarcado comigo em um voo presidencial. Durante todo esse tempo, nem a Polícia Federal nem a Procuradoria me perguntaram se ele estava nesse voo, pois sabiam que a resposta seria negativa e que a prisão se baseava numa falsidade.
- Até hoje ele segue preso em sua casa, sob censura e proibido de trabalhar, de visitar seus pais, de ver sua filha e de ter uma vida minimamente normal.
- Até quando vão continuar com essas injustiças? Até quando vão sustentar essas mentiras? Essas narrativas foram fabricadas para sustentar acusações sem provas, sem fatos e sem qualquer vínculo com a realidade. E quem fabrica versões para condenar inocentes não defende a democracia, destrói o Estado de Direito.
MORTO NÃO, CENSURADO
Presidente @jairbolsonaro está CENSURADO nas redes.
Mas a imprensa prefere falar de… Bolsonaro. Ao invés de denunciar o abuso que ele sofre, claramente com intenção política (não jurídica).
Mas falando nesta tal “morte digital”, quem de fato desapareceu foi D. Pedro III, mas não por censura, pois foi ele próprio quem não aguentou e saiu do X - seria isso então, de acordo com a Veja, um “suicídio digital”?
Quem sabe, quando Lula botar para quebrar com seu novo Ministério da Verdade, criado via decreto, daí D. Pedro III retorne ao X…
Dia 316.
Todo dia eu posto um vídeo de Jair Bolsonaro FALANDO, desde que bloquearam suas redes sociais, querem silenciar o maior líder político da história do Brasil, mas nós não vamos permitir!
FALA, JAIR BOLSONARO! 📢
Estou impedido de usar as redes.
Taokey? 🤨
Minha voz foi, e sempre será, os milhões de cidadãos de bem, essas vcs não calarão!
@jairbolsonaro 🇧🇷
#Bolsonaro