Na “semana de saúde mental”, quem pode viver a UFMG? Acabamos de presenciar mais um suicídio dentro da nossa universidade. É impossível naturalizar esse tipo de tragédia. Não dá pra falar de saúde mental sem falar da cobrança acadêmica excessiva e produtivista +
Tomara que professores e direção da UFMG entendam o nível de responsabilidade deles nesse contexto.
Não existe nenhuma necessidade dessa rotina exaustiva e essa pressão que eles fazem só pra seguir um estereótipo desfasado de professor autoritário