é muito estranho estar de férias e poder sair por aí livremente em horário comercial é como se a qualquer momento eu pudesse ser preso pela lei da vadiagem
Imagina ver um filme da Odisseia q se passa na Grécia, país conhecido por ter os mares mais belos do mundo e por ter um céu de um azul aberto e uma história com deuses, monstros e magia, mas daí é o Nolan dirigindo e você tem que se acostumar com realismo e escuridão eterna
Growing up hearing “Wikipedia isn't a valid source” and then entering a workplace where people say “just ask ChatGPT” is a surprisingly strange timeline
É triste que as pessoas sejam tão ignorantes sobre o tipo de efeito social que a religião causa nesse nível.
Historicamente, católicos e evangélicos neopentecostais diferem em muitas coisas, mas um dos principais pontos de divergência é a forma como enxergam a glória eterna e a relação entre sucesso, responsabilidade e salvação.
A glória, no catolicismo, tem um caráter comunitário. Não há glória, salvação ou sucesso desvinculados da comunhão com o outro. O individualismo é condenado e, embora a providência divina também faça parte da doutrina, a responsabilização é profundamente pessoal. Deus sabe de todas as coisas, mas o livre-arbítrio continua sendo um princípio central. Você faz escolhas diante da sua comunidade e da sociedade, e são essas escolhas que geram consequências. Se você falhou, falhou porque fez escolhas ruins, porque não fez o suficiente ou porque negligenciou seus deveres para com o coletivo.
No neopentecostalismo, a lógica tende a ser outra. A vitória é, antes de tudo, individual. Você vence porque fez a sua parte, e Deus recompensa sua fé organizando os acontecimentos conforme Sua vontade. Se você perdeu, perdeu porque lhe faltou fé ou porque Deus decidiu que aquele não era o momento. A teologia da prosperidade, que ocupa um papel central em boa parte do neopentecostalismo, reforça justamente essa leitura individualizada da relação entre fé e sucesso.
Tudo isso produz disposições morais diferentes nas pessoas e, consequentemente, nos próprios jogadores. Se você vence, foi porque Deus quis. Se perde, foi porque faltou fé ou porque Deus assim determinou. A derrota deixa de ser, em primeiro lugar, um problema de responsabilidade pessoal, de senso de comunidade ou de compromisso com o coletivo.
O discurso, inevitavelmente, tende a ser mais: 1) egoísta, porque o foco está na relação individual entre o fiel e Deus; e 2) receptivo à derrota, porque ela deixa de ser interpretada como consequência das próprias escolhas e passa a ser entendida como parte do plano divino.
Esse é o Brasil que vem sendo construído nas últimas décadas. Somos, da política ao futebol, cada vez mais egoístas, individualistas e menos responsáveis pelas consequências comunitárias de nossas ações.
neopentecostalismo é isso aí
tudo é obstáculo a ser superado. tudo é aprendizado. "Deus sabe de todas as coisas".
falta CULPA. confissão. autoflagelação. promessa. dedicação. e por fim, a vitória.
Nsala, um homem congoles, observa as mãos e pés de sua filha de 5 anos, unica parte dela que ele conseguiu salvar depois dela ser morta e canibalizada pelos guardas como punição por nao terem cumprido a cota de borracha da companhia de exploração do rei belgo Leopoldo II
Vai pegar a mala Balenciaga, passar Sauvage , viajar na primeira classe escutando música no airpods do seu Pro Max 17, chegar em casa comer um salmão grelhado assistindo highlights do Bob Charlton pra depois meter no pelo na sua loira CBF.
Quem tá triste é o povo em Bangladesh
ontem vi o Paraguai enfrentando a França quebrando todo mundo e nao deixando Mbappé e Dembélé jogarem pra no outro dia eu ver o Brasil deixar o Haaland sozinho fazer o que quiser
Brasil nao tem mais jogador com vontade de ganhar