Simplesmente chocada e decepcionada.
Pra mim, vocês sabem, a política real se faz nas ruas, nas redes, com transparência, papo reto e propósito. Não se faz escondendo os problemas debaixo do tapete ou com tentativas de sabotagem.
Eu e muitas lideranças decidimos ficar no @PSOL50 para ajudar o partido a superar a cláusula de barreira, porque nossa responsabilidade nestas eleições é gigante: dar nosso melhor, tudo de nós, para reeleger o presidente Lula e garantir uma bancada de esquerda mais forte, maior, para sustentar o governo e disputar a sociedade. Mas, para isso, o PSOL precisa cumprir os acordos que fez conosco. E não está cumprindo. Está rasgando nossos combinados e praticamente nos inviabilizando.
Tenho um orgulho imenso de ter ajudado a levar a luta pelo fim da escala 6x1 para o Brasil inteiro. As ruas estão do nosso lado. Mas fazer campanha no nosso país não é igual para todos. Sou uma deputada negra e travesti. Para viajar São Paulo, maior estado do país, puxando votos, preciso de uma logística imensa e de um esquema de segurança fortíssimo. Nossos corpos correm riscos que a burocracia do partido não pode simplesmente ignorar, com o risco de inviabilizar nossa pré candidatura à reeleição, rebaixar o máximo potencial dos nossos votos… e colocar em risco nossa integridade física.
É um absurdo que a direção partidária feche os olhos para essa realidade. Hoje, Juliano Medeiros @julianopsol, presidente da Federação PSOL-Rede, em sua primeira candidatura, teria exatamente a mesma prioridade que eu. @ManuelaDavila, que acabou de chegar ao partido, tem previsão de receber mais que o dobro. Respeito a trajetória deles e adoraria vê-los eleitos, mas isso é o privilégio branco e cis sobrepondo tudo: os acordos feitos conosco, cálculos eleitorais sérios… A inteligência política passou longe. É uma tentativa de asfixiar quem está na linha de frente em detrimento de um perfil de pré-candidaturas bem específico, de grupos que só pensam em si mesmos e estão, mais uma vez, arriscando a viabilidade do PSOL.
Tanto é assim que, comandado por @PaulaCoradi, presidenta nacional, o PSOL simplesmente desmontou a sua política nacional de inclusão que garantia repasses nacionais justos com ajustes por gênero, raça e para pessoas com deficiência (PCD), exatamente no momento em que o próprio Tribunal Eleitoral reconhece a importância histórica e a necessidade dessa política. É um retrocesso inaceitável.
E não é só comigo. No Rio de Janeiro, lideranças gigantes e populares como @RenataSouzaRii e @RickAzzevedo sofrem do mesmo mal. Igualmente @CarlosGiannazi em SP. O partido ignorou e subestimou o Rick na última eleição, ele foi para a rua, foi o mais votado, enquanto o PSOL encolheu, em grande parte pela má distribuição dos seus recursos sob critério que são políticos. E agora o PSOL está prestes a repetir exatamente o mesmo erro com ele!
Ninguém quer tirar o básico ou negar importância de quem está nas suas primeiras campanhas. O que não podemos aceitar é a falta de transparência e o suicídio político de sufocar quem tem a força popular para garantir a sobrevivência do partido. Nós ficamos no PSOL para superar a cláusula de barreira e eleger bancadas fortes. Agora, exigimos que a direção cumpra a sua palavra.
SEM RECUAR! Tô vendo muita gente desanimando com o fim da escala 6x1 por causa dos obstáculos no Senado. Nós fizemos quase 500 deputados se curvarem à vontade do povo na base da PRESSÃO. Não são 81 senadores que vão nos parar.
DESTRAVA ALCOLUMBRE
Os empresários tiveram a pachorra de nomear essa carta escravocrata como “Carta para o Brasil que Acorda Cedo”. TOMEM VERGONHA! O Brasil que acorda cedo quer o fim da escala 6x1. São os 80% da população que estão cansados de sobreviver e querem viver. Respeitem o trabalhador.
Se o fim da escala 6x1 fica pra depois das eleições, a pauta morre.
Os Senadores vão perder o medo de não serem eleitos e vão votar não.
É hora de ir pra rua.
O fato do Davi Alcolumbre querer passar a PEC do fim da escala 6x1 em mais de uma comissão no Senado, algo que NUNCA aconteceu, só mostra a vontade dele de enrolar o povo brasileiro. NÃO VAMOS PERMITIR!
#VotaFimda6x1Alcolumbre
ja que o mês do orgulho LGBTQIAPN+ começou, apoiem esse artista gay comprando minha arte ou compartilhando o meu trabalho pra me ajudar a vender!! agradeço muito 💖
🚨 ABAIXO-ASSINADO: Senadores, votem JÁ pelo fim da escala 6x1!
A luta das trabalhadoras e trabalhadores conquistou uma vitória histórica aprovando a PEC pelo fim da escala 6x1 na Câmara dos Deputados. Agora, a proposta precisa ser votada também no Senado.
Assim como fizeram na Câmara, a extrema-direita e o centrão podem tentar atrasar ou desfigurar a PEC no Senado. Não podemos permitir!
A pressão popular nesta reta final é decisiva, para garantir essa conquista histórica.
Participe do abaixo-assinado, compartilhe com amigos, familiares e colegas de trabalho que também querem o fim imediato da escala 6x1.
Link aqui: https://t.co/eTzBC4kLCQ
Pessoas que estão tristes hoje:
- Nikolas Ferreira
- Júlia Zanatta
- Véio da Havan
Pessoas que estão felizes hoje:
- Toda a classe trabalhadora
Imagina quando aprovarmos o fim da escala 6x1 no Senado!
Temos que aproveitar esse momento de retomada de direitos trabalhistas para uma defesa INTENSA da CLT. O projeto dos inimigos do povo é desmontá-la e deixar o trabalhador à mercê das vontades do empresariado sob a ilusão da “liberdade”.
🚨ATENÇÃO: A PEC do fim da escala 6x1 ainda nem chegou no Senado e o Davi Alcolumbre já está articulando formas de tentar desmontar o texto, incluindo sistema de HORAS TRABALHADAS. Não vamos deixar que destruam a CLT! Teremos mais luta pela frente, galera. Posso contar com vocês?
E SE FOSSEM ELES? É muito fácil ser contra o fim da escala 6x1 ganhando mais de R$ 44 mil por mês, com auxílio-moradia e trabalhando de terça a quinta em Brasília. Para eles, a escala 6x1 é assim: 6 dias de folga para 1 de blogueiragem em rede social.
Agora tá chovendo vídeo de deputado se fazendo de maluco, falando que espalhamos fake news. Fazem a gracinha e não sustentam. Os nomes estão lá, basta acessar o site da Câmara. VOCÊS SERÃO EXPOSTOS COMO OS INIMIGOS DO TRABALHADOR QUE SÃO! Não adianta fazer malabarismo.
🚨 COMPARTILHE MUITO! Esses são os 171 deputados que querem empurrar o fim da escala 6x1 pra 2036. Mais 10 anos de trabalhador sem descanso digno.
AC
Roberto Duarte (Rep-AC)
Zé Adriano (PP-AC)
Zezinho Barbary (PP-AC)
AL
Delegado Fabio Costa (PP-AL)
AP
Aline Gurgel (União-AP)
AM
Capitão Alberto Neto (PL-AM)
Fausto Jr. (União-AM)
BA
Arthur Oliveira Maia (União-BA)
Capitão Alden (PL-BA)
Claudio Cajado (PP-BA)
Diego Coronel (Rep-BA)
João Carlos Bacelar (PL-BA)
José Rocha (União-BA)
Paulo Azi (União-BA)
Roberta Roma (PL-BA)
Rogéria Santos (Rep-BA)
CE
AJ Albuquerque (PP-CE)
Danilo Forte (PP-CE)
Dr. Jaziel (PL-CE)
Fernanda Pessoa (PSD-CE)
Luiz Gastão (PSD-CE)
DF
Alberto Fraga (PL-DF)
Bia Kicis (PL-DF)
ES
Amaro Neto (PP-ES)
Da Vitoria (PP-ES)
Evair Vieira de Melo (Rep-ES)
Messias Donato (União-ES)
GO
Célio Silveira (MDB-GO)
Daniel Agrobom (PSD-GO)
Dr. Ismael Alexandrino (PSD-GO)
Dr. Zacharias Calil (MDB-GO)
Glaustin da Fokus (Podemos-GO)
Gustavo Gayer (PL-GO)
José Nelto (União-GO)
Magda Mofatto (PL-GO)
Marussa Boldrin (Rep-GO)
MA
Aluisio Mendes (Rep-MA)
Hildo Rocha (MDB-MA)
Josivaldo JP (União-MA)
Márcio Honaiser (Sol-MA)
MG
Ana Paula Leão (PP-MG)
Diego Andrade (PSD-MG)
Domingos Sávio (PL-MG)
Greyce Elias (PL-MG)
Hercílio Coelho Diniz (MDB-MG)
Junio Amaral (PL-MG)
Lafayette de Andrada (PL-MG)
Lincoln Portela (PL-MG)
Luiz Fernando Faria (União-MG)
Marcelo Álvaro Antônio (PL-MG)
Mauricio do Vôlei (PL-MG)
Newton Cardoso Jr (MDB-MG)
Pedro Aihara (PP-MG)
Rafael Simoes (União-MG)
Rosângela Reis (PL-MG)
Zé Vitor (PL-MG)
MS
Beto Pereira (Rep-MS)
Dr. Luiz Ovando (PP-MS)
Marcos Pollon (PL-MS)
Rodolfo Nogueira (PL-MS)
MT
Coronel Fernanda (PL-MT)
José Medeiros (PL-MT)
Juarez Costa (Rep-MT)
Nelson Barbudo (Podemos-MT)
Rodrigo da Zaeli (PL-MT)
PA
Henderson Pinto (União-PA)
Joaquim Passarinho (PL-PA)
PB
Cabo Gilberto Silva (PL-PB)
PE
Augusto Coutinho (Rep-PE)
Clarissa Tércio (PP-PE)
Coronel Meira (PL-PE)
Pastor Eurico (PSDB-PE)
PI
Átila Lira (PP-PI)
Julio Arcoverde (PP-PI)
PR
Dilceu Sperafico (PP-PR)
Felipe Francischini (Podemos-PR)
Geraldo Mendes (União-PR)
Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR)
Luisa Canziani (União-PR)
Padovani (PP-PR)
Paulo Litro (União-PR)
Pedro Lupion (Rep-PR)
Sergio Souza (MDB-PR)
Sargento Fahur (PL-PR)
Tião Medeiros (PP-PR)
Toninho Wandscheer (PP-PR)
Vermelho (PL-PR)
RJ
Bebeto (PP-RJ)
Carlos Jordy (PL-RJ)
Chris Tonietto (PL-RJ)
Daniela do Waguinho (Rep-RJ)
Dr Flávio (PL-RJ)
Doutor Luizinho (PP-RJ)
Hugo Leal (PSD-RJ)
Jorge Braz (Rep-RJ)
Julio Lopes (PP-RJ)
Laura Carneiro (PSD-RJ)
Luiz Lima (Novo-RJ)
Max Lemos (PDT-RJ)
Murillo Gouvea (PSDB-RJ)
Sóstenes Cavalcante (PL-RJ)
RN
General Girão (PL-RN)
João Maia (PP-RN)
Sargento Gonçalves (PL-RN)
RO
Coronel Chrisóstomo (PL-RO)
Dr. Fernando Máximo (PL-RO)
Lucio Mosquini (PL-RO)
Thiago Flores (União-RO)
RR
Nicoletti (PL-RR)
Pastor Diniz (União-RR)
RS
Afonso Hamm (PP-RS)
Alceu Moreira (MDB-RS)
Bibo Nunes (PL-RS)
Franciane Bayer (Rep-RS)
Giovani Cherini (PL-RS)
Lucas Redecker (PSD-RS)
Luiz Carlos Busato (União-RS)
Marcel van Hattem (Novo-RS)
Marcelo Moraes (PL-RS)
Mauricio Marcon (PL-RS)
Osmar Terra (PL-RS)
Pedro Westphalen (PP-RS)
Sanderson (PL-RS)
Sérgio Turra (PP-RS)
SC
Caroline de Toni (PL-SC)
Carlos Chiodini (MDB-SC)
Daniela Reinehr (PL-SC)
Daniel Freitas (PL-SC)
Fabio Schiochet (União-SC)
Gilson Marques (Novo-SC)
Ismael (PL-SC)
Jorge Goetten (Rep-SC)
Julia Zanatta (PL-SC)
Pezenti (MDB-SC)
Zé Trovão (PL-SC)
SE
Gustinho Ribeiro (PP-SE)
Rodrigo Valadares (PL-SE)
SP
Adilson Barroso (PL-SP)
Adriana Ventura (Novo-SP)
Arnaldo Jardim (Cidadania-SP)
Baleia Rossi (MDB-SP)
Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP)
Guilherme Derrite (PP-SP)
Jefferson Campos (PL-SP)
Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP)
Mario Frias (PL-SP)
Mauricio Neves (PP-SP)
Renata Abreu (Podemos-SP)
Ricardo Salles (Novo-SP)
Simone Marquetto (PP-SP)
Vinicius Carvalho (PL-SP)
TO
Alexandre Guimarães (MDB-TO)
Antonio Andrade (PSDB-TO)
Eli Borges (Rep-TO)
Filipe Martins (PL-TO)
O mais próximo de uma prática libertadora que se pode alcançar sendo professor em escola é na condição de concursado público. A liberdade criadora e reflexiva é podada em instituições privadas e em regimes frágeis de contratação pode ser motivo de encerramento de contrato.
Gigante em Três Graças, Grazi Massafera brilhou falando ao vivo contra a escala 6x1 na Globo, que emprega milhares nesse regime! Esse sistema afeta também a classe artística, cadê o posicionamento de outros atores e atrizes?