Ontem fiquei bastante nervosa. Além do quadro terrível de sinusite, que estou enfrentando por causa da imunidade baixa, passei por um exame bem complicado: a cintilografia. E a conduta da médica não foi muito cuidadosa.
É a segunda vez que isso acontece comigo. Eu não gosto de fazer reclamações, ainda mais de profissionais que estão trabalhando. Tenho muito cuidado com isso. Mas acho importante deixar um alerta aos médicos que realizam exames: é preciso ter sensibilidade ao lidar com pessoas que estão investigando ou já foram diagnosticadas com câncer e outras doenças graves.
Quando fiz minha mamografia e o ultrassom das mamas, as médicas se mostraram tão alarmadas durante os exames que saí de lá praticamente com a certeza de que estava com câncer, mesmo antes do resultado. Chegaram a dizer que eu precisava “ter fé”. Isso não pode ser tratado como uma conduta normal. O paciente já está assustado e fragilizado.
Agora, durante a cintilografia, a médica perguntou várias vezes se eu já havia batido a cabeça ou sofrido alguma fratura, mesmo eu respondendo que não. Fez eu repetir a parte do crânio e fez uma tomografia na hora sem explicar o pq, mesmo depois de eu explicar que já tinha uma marcada.
Quando perguntei se estava tudo bem, ela desconversou. Isso me deixou extremamente assustada. Esse tipo de conduta não é legal.
Toda vez que fazemos um exame assim, ficamos em pânico, porque sabemos que ele pode detectar uma metástase. Já estamos psicologicamente abaladas, e uma abordagem sem cuidado pode piorar muito a nossa angústia.
Fica aqui o meu alerta aos profissionais que realizam exames: tenham cuidado com as palavras, com as expressões e com a maneira de conversar com os pacientes. Nós ficamos dias esperando o resultado e, muitas vezes, ainda precisamos aguardar mais alguns dias até a consulta com o médico responsável. Nesse intervalo, qualquer comentário ou insinuação pode provocar uma angústia terrível.
Eu sei que não é fácil trabalhar com medicina, com exames e com situações tão delicadas. Mas é preciso ter sensibilidade. Quem está passando por uma doença grave já está vivendo um momento extremamente difícil.
Ontem foi um dia péssimo para mim. Hoje estou melhor e mais tranquila. Mas não podemos aceitar que esse tipo de situação seja considerado normal. Cuidado e acolhimento também fazem parte do tratamento.
Metrópoles agora deu para perseguir o Lula durante a cúpula do G7 e tentar flagrar conversas particulares dele.
Só que chega a ser ridículo: os “áudios bombásticos” que eles conseguem captar mostram o Lula falando o óbvio. Por exemplo, que o mundo não é de esquerda, porque, se fosse, não teríamos fome, miséria e guerra. É óbvio, gente! Qualquer idiota entende isso. O que essa fala tem demais?
Agora, a outra grande “revelação” é que Lula reclamou porque chegou cedo para uma reunião. E qual é o problema?
Qual é o problema do Metrópoles? Isso tudo é dedo no cu e gritaria porque Flávio Bolsonaro está caindo nas pesquisas e eles estão percebendo que talvez não consigam eleger o fascistinha de estimação deles?
BOTOU O DEDO NA CARA! Lula não titubeou e subiu o tom ao responder Trump no G7. Disse que Trump “conhece pouco o Brasil” e que se ele só conhece o país pela relação com a família Bolsonaro, realmente não sabe nada. Defendeu o sistema eletrônico de votação, falou que o Brasil tem uma das eleições mais tranquilas do mundo e mandou um recado claro: “ele pode gostar do Bolsonaro, do filho, do neto, problema dele. Agora, que não se meta nas eleições do Brasil, porque eleição no Brasil é problema do Brasil.”
Lula não deixou barato. 🇧🇷
Em entrevista coletiva após o encontro da Cúpula do G7, o presidente Lula afirmou que os Estados Unidos e o ex-presidente Donald Trump poderiam "aprender com o Brasil" a realizar eleições mais tranquilas e defendeu a soberania nacional: "Não se meta nas eleições do Brasil", disse Lula a Trump. #Estúdioi
➡ Assista à #GloboNews: https://t.co/mgnXyoxVcw
Trechos de minha fala na reunião do G7 nesta terça:
Ainda em 2003, uma das minhas primeiras tarefas como presidente do Brasil foi participar da Cúpula do então-G8. Desde aquele ano estive em outras nove cúpulas do G8 ou G7.
Em todas nos defrontamos com desafios que afetam milhões de pessoas. Mas em nenhuma conseguimos construir respostas coletivas e duradouras.
Ficamos aprisionados em dogmas que defendem desregulamentação de mercados, Estado mínimo e austeridade como fins em si mesmos.
O neoliberalismo agravou a desigualdade econômica e a crise política que hoje assolam as democracias. Agora, o protecionismo e o unilateralismo ressurgem como respostas falaciosas para a complexidade dos nossos problemas.
Nos últimos anos, a desigualdade entre países ricos e pobres tem aumentado. O primeiro trilionário do mundo é mais rico do que os 46% mais pobres da população mundial.
Os desafios se multiplicam, mas a solidariedade internacional encolhe. No ano passado, registramos queda histórica de 23% na Ajuda Oficial ao Desenvolvimento. O Programa Mundial de Alimentos perdeu cerca de 40% de seu financiamento. A OMS e o UNICEF reduziram seus orçamentos em mais de 20%.
Os gastos militares anuais somam quase 3 trilhões de dólares. Nossa tarefa é corrigir as desigualdades de um sistema que produz riqueza em abundância, mas que distribui oportunidades de forma assimétrica.
A Conferência de Sevilha sobre Financiamento para o Desenvolvimento apontou para a direção correta. O desafio não é administrar a escassez. O déficit que enfrentamos é de implementação e de vontade política.
📸 @ricardostuckert
O bolsonarismo deu passe livre para o pior lado das pessoas, principalmente no que diz respeito aos homens.
Parece ter aberto a porteira para um tipo de sujeito que ostenta um orgulho inexplicável de ser ignorante e preconceituoso.
Antigamente, o indivíduo machista, intolerante ou simplesmente limitado intelectualmente preferia o silêncio, pois sabia que aquilo pegava mal; havia um senso mínimo de vergonha. Hoje, o pós-bolsonarismo transformou a falta de noção em troféu.
Normalmente, trata-se de um homem que não apenas ignora a complexidade do mundo, mas que também odeia quem estuda ou tenta explicar as coisas. Ele não suporta o pobre, o nordestino, o negro, o artista, a comunidade LGBTQIA+ e, principalmente, as mulheres corajosas e inteligentes.
Quase sempre, é o retrato do homem raso: o autodeclarado "patriota conservador". Para ele, a grosseria virou "falar a verdade", o machismo virou "defender a família" e a ofensa virou "liberdade".
O homem conservador bolsonarista é completamente previsível.
Na internet ou nos grupos de WhatsApp, posa de machão e corajoso, mas não aguenta dois minutos de conversa séria baseada em fatos. Adora crescer para cima de quem considera mais fraco (especialmente as mulheres), mas, se alguém lhe cobra o mínimo de respeito, logo se faz de vítima e apela para o discurso do "mimimi".
No fim das contas, esse personagem moldado pelo bolsonarismo é alguém que perdeu o pudor: um homem que não tem vergonha de passar vergonha em público.
@KriskaCarvalho@Liza_Furacao Aprendi a respeitar e admirar vc pelo twitter, é uma voz mais que necessária na luta. Muita força e fé, vai dar tudo certo !!!
Um ministro do STJ que ganha mais de 100k por mês afirmou que não recebe o que merece porque, em 18 anos de magistratura, julgou 130 mil processos.
Vamos colocar os números na mesa:
130 mil processos em 18 anos representam cerca de 7.222 processos por ano.
Considerando 9 meses efetivamente trabalhados por ano, chegamos a aproximadamente 802 processos por mês.
Um gabinete de tribunal superior costuma contar com cerca de 30 assessores jurídicos. Dividindo essa produção mensal, chegamos a algo próximo de 27 processos por assessor por mês. Menos de um processo por dia útil para cada assessor.
Quando se fala em "130 mil processos julgados", a impressão passada ao cidadão é a de um homem sozinho enfrentando uma montanha de trabalho. A realidade é que existe toda uma estrutura pública, altamente qualificada e custeada pelo contribuinte, produzindo estudos, pesquisas, relatórios, minutas e votos.
Talvez o verdadeiro debate não seja quantos processos passaram pelo gabinete. Talvez seja quanto custa essa estrutura e qual retorno ela entrega ao país.
Mañana comenzará el Mundial, y muchos estarán atentos a los partidos. El fútbol nos recuerda algo que no debemos olvidar: la vida no es una carrera para lucirse en solitario, sino un camino que aprendemos a recorrer juntos. Quien no sabe pasar el balón, aunque tenga talento, todavía no ha entendido el juego. Y quien no sabe vivir con los demás y para los demás, todavía no ha entendido la vida. #ViajeApostólico
Dizer que o Pix gera concorrência desleal é como acusar o SUS de atrapalhar os planos de saúde, a educação pública de incomodar os grupos privados, o INSS de concorrer com os fundos de previdência e a moeda estatal de ameaçar os negócios das criptomoedas.
Chegou o Tariflávio. PT produz vídeo para expor Flávio Bolsonaro como o culpado pelas novas taxas dos EUA contra o Brasil. Ele e Eduardo Bolsonaro são os irmãos taxação. Tá na hora de alguém fazer meme sobre eles.
A RESPOSTA DO GUILHERME ARANTES a um tal de Marco Antônio, que fez a minha admiração a ele, só aumentar.
"Senhor Marco Antônio, eu vivi a minha vida pegando o mesmo busão às 4 da manhã. CMTC. Largo da Concórdia. Não fui criado para burguês. Nunca ganhei carro, não tive calça Levis.
Calça de tergal e Camisa Volta ao Mundo, japona de lã da 25 de Março, se quer saber. Enfrentei toda a truculencia de uma familia que não aceitava filho "artista-vagabundo".
Meu pai, meu maior exemplo na vida, se formou médico em 1° lugar na Pinheiros, com um esforço descomunal, dando aulas em cursinhos pra comprar os livros de Medicina. Quantas vezes eu vi meu pai sofrendo, em casa, e até chorando por causa de paciente mendigo e ladrão, que ele, cirurgião, operava nos plantões do Hospital Municipal.
Papai...quando criança, o Dr. Gelson Arantes Lima, teve até que entregar marmita e engraxar sapatos, quando minha avó ficou viúva com 4 filhos para criar, em uma condição de muitas dificuldades. Eu sei a minha origem. Cromossomos de luta e de vergonha-na-cara. Minha mãe pegava o bonde pra ir trabalhar como Bibliotecária na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo.
Fui criado na régua mais severa, estudei em Escolas Estaduais, no Alberto Conte, no Vocacional do Brooklyn e no Roosevelt, da Liberdade. Não tive carro, lutei contra tudo e contra todos, sentei no humilde banco dos calouros das gravadoras, me recusei a cantar em inglês, ouvi um monte de 'groselha', para ser cantor de auditório no Silvio Santos, fiz o Show de Calouros usando um terno da Ducal e sapato Vulcabrás, uma gravata borboleta que eu mesmo fiz, e até a botinha de prata que eu uso até hoje, e que eu mesmo fiz porque sou artesão com genética labrega.
Enfrentei o Pedro de Lara, o Zé Fernandes e a Aracy de Almeida, enfrentei a guilhotina do Flávio Cavalcanti, enfrentei o censor José Vieira Madeira e a tal Dona Solange, cara a cara, pra liberar o carimbo de execução pública de minhas músicas. Toquei no Barros de Alencar, no Bolinha, no Alfredo Borba, no Dácio Campos, no Ayrton e Lolita Rodrigues, na Hebe, no Raul Gil, no Chacrinha, nos auditórios...por total amor ao povo simples brasileiro, não fui mimado-abençoado de elite-oligárquica cultural. Não tive pai me incentivando e nem poetas pra me darem colo. Eu sou o operário da MPB que ralou e comeu o pão que o diabo amassou, quando a Censura e o AI5 desceram a lenha e acabaram com os Festivais e musicais na TV.
Fui chamado de brega e cafona, fui sacaneado décadas a fio pela Inteligentzia lacradora, porque não nasci carioca e não pertenci a movimentos nem patotas pra me protegerem. Fui eu, fomos nós, caipiras e provincianos, latino-americanos sem dinheiro no banco, sem parentes importantes, e vindos do interior, que inventamos o Brasil depois do dilúvio e da Era Glacial do AI-5, que expulsou e tentou calar os nossos ídolos no Exílio, fomos nós que pegamos o rabo-de-foguete .
Toquei por amor, sem cachê, com Jorge Mautner, TomZé, Walter Franco. Carreguei muito órgão, piano elétrico e amplificador, estourei minha coluna. Tive que me inventar da estaca zero. Quando lancei minha primeira música, eu trabalhava na Secretaria de Bem-Estar Social, concursado por exame para estagiário, ganhando salário mínimo, consertando encanamento de creches lotadas de bebês pobres, em Itaquera, São Miguel e Guaianazes.
Comprei, finalmente, o meu fusquinha só em 76, há exatos 50 anos, com o meus primeiros parcos dinheirinhos da SICAM, que eu ia buscar no Largo do Paissandu. Mas a minha vida sempre foi assim mesmo. Continuo do mesmo jeito. A gente se vira nos 30. Desenhista, marceneiro, afinador, lustrador, eletricista, pedreiro, cozinheiro, pra correnteza não levar a imaginação é fértil.
Eu sou o Guilherme Arantes do povão, do Prato-Feito, do Largo Treze, da Santa Ifigênia. E vou ser sempre assim com cabeça erguida.Voce não sabe nada sobre mim. Limpe sua boca, antes de expelir seus equívocos se achando superior. Não preciso do seu perdão porque se há uma coisa que eu não carrego é culpa social .
Eu sou o Brasil.
O de verdade, não o de mentirinha !
Abraço fraterno".
Falando sério, sem nenhuma brincadeira.
Tenho 52 anos. Nasci em plena Ditadura Militar e, embora me lembre de pouca coisa daquela época, vivi intensamente tudo o que veio depois: a redemocratização com a vitória e a morte de Tancredo Neves, a gestão de Sarney, a turbulência de Collor, a transição de Itamar Franco e os governos de Fernando Henrique, Lula, Dilma e Temer. Em 2019, veio Jair Bolsonaro e, em 2023, Lula retornou à presidência.
Consigo me lembrar perfeitamente de como era o Brasil sob o comando de cada um deles. Sempre tive o hábito de acompanhar as notícias. Desde a infância e a adolescência, vendo meus pais assistirem ao Jornal Nacional todas as noites, criei o costume de tentar entender o que acontecia no país.
Mas existe um fenômeno peculiar a um determinado presidente que nunca aconteceu com nenhum outro da nossa história recente. O que Jair Bolsonaro fez com uma parcela da população é verdadeiramente bizarro.
Nenhum outro líder político no Brasil conseguiu provocar uma alienação coletiva tão profunda. Testemunhamos surtos coletivos reais, com cenas esdrúxulas que expuseram o país ao ridículo internacional. Isso foi muito além do fanatismo político tradicional; virou um absurdo completo.
Foi só depois de Bolsonaro e sua família que passamos a ver cenas inacreditáveis:
Pessoas agarradas ao para-brisa de caminhões em alta velocidade; acampamentos prolongados na frente de quartéis; grupos com lanternas de celular apontadas para o céu, tentando sinalizar para satélites ou forças externas; uma mistura medonha de fanatismo religioso e idolatria política, com pessoas rezando de joelhos ao redor de um pneu de trator; manifestantes marchando e cantando o hino nacional para a réplica da Estátua da Liberdade em frente às lojas Havan; gente destruindo os próprios chinelos Havaianas por causa de um boicote ideológico; e, mais recentemente, pessoas ignorando alertas da Anvisa e defendendo o uso de detergentes recolhidos por contaminação, alegando que o aviso sanitário era uma "perseguição comunista".
Que vergonha!
O que vemos hoje é uma histeria de massa alimentada por bolhas de desinformação que despertaram durante o governo Bolsonaro. O fanatismo simplesmente cegou o senso de ridículo de um grupo de pessoas que perdeu a capacidade de discernimento e confunde símbolos nacionais, política e realidade.
Mesmo diante de investigações e escândalos, os herdeiros do bolsonarismo tentam manter essa bolha viva a qualquer custo, exigindo uma lealdade cega e vergonhosa de seus seguidores.
A verdade é que a dinâmica dessa família sempre foi pautada pela distorção e pelo engano. O saldo desse período não trouxe nenhuma contribuição real para o país, nem na ciência, nem na educação, nem na economia ou no nosso prestígio internacional.
O que o bolsonarismo trouxe para o Brasil foi apenas o rastro de uma divisão profunda, um antipatriotismo e um triste espetáculo de alienação.
Acabei de ler a PEC do senador Rogério Marinho que implanta um sistema de trabalho alernativo à CLT - permitindo a remuneração por hora de trabalho. Li disposto a avaliar os aspectos positivos da proposta. Pórem, observei que o texto abre margem para que trabalhadores ganhem abaixo do salário mínimo e não cria nenhum tipo de proteção para negociações, tratando como se empregados e empregadores tivessem o mesmo poder de decisão.
É comum da direita reclamar que a empresa paga elevados encargos sobre a folha de pagamentos, assim como os trabalhadores são tributados de maneira excessiva. Eu concordo com essa afirmação. No entanto, os que tanto usam essa reclamação para tentar impedir a redução da jornada de trabalho, apresentam uma PEC que não muda em absolutamente nada a carga excessiva de impostos sobre as empresas e sobre os trabalhadores na folha de pagamentos.
Não aumenta em sequer R$ 1 real a isenção do imposto de renda. Não reduz em nada o imposto patronal. É apenas um texto criado para impedir o avanço da redução da jornada, a qualidade de vida do trabalhador e usar uma falácia para mais uma vez tentar usar o déficit educacional do país para tentar fazer o trabalhador ficar a favor da precarização de sua própria vida.
As pessoas não têm noção de como era a relação entre patrões e funcionários antes do PT chegar ao poder. No início dos anos 2000 entrei na Universidade pública que só tinha aula pela manhã. Tendo que trabalhar, consegui um emprego de entregador em uma farmácia. (+)
Tarcísio e Flávio Bolsonaro já apoiaram o tarifaço dos EUA contra o Brasil para tentar proteger Bolsonaro. Agora, apoiam uma decisão que pretende criar uma relação de subserviência do Brasil diante dos Estados Unidos.
Quando o combate ao crime organizado é tratado como segurança pública, Brasil e EUA cooperam de igual para igual. Mas, se os EUA tratam isso como tema de segurança nacional deles, podem exigir dados do Brasil sem ter a mesma obrigação de compartilhar informações conosco. Isso enfraquece nossa soberania e atrapalha o combate ao crime.
Eu acho um escândalo o Tarcísio e o Flávio aceitarem esse tipo de hierarquia. Eles não podem ver o Trump que já começam a beijar a mão. O Lula foi lá, apertou a mão do Trump, e eles vão lá e beijam a mão do Trump. Esse tipo de atitude desmerece o país.
O bolsonarismo não conseguiu enfrentar Moraes nem tirar Jair Bolsonaro da prisão. O que fez? Pediu para Trump impor tarifas e prejudicar o país. Não deu certo. O bolsonarismo tentou incluir a classificação de terrorismo para o crime organizado no PL Antifacção. Perdeu, democraticamente, no Senado. O que fez? Pediu para Trump adotar a medida. A chance de dar certo você já sabe. Mas existe um método. Quando derrotado, o bolsonarismo ataca nossa soberania. São lacaios dos EUA. É isso que você quer para o país?
Concordo com esse post. Eu já desmaiei de fome quando era criança. Sentir a dor da fome transforma a vida e a mentalidade das pessoas. É fácil criticar a luta pela existência quando se nasce em berço de ouro. O Estado deixar alguém passar fome deveria ser crime inafiançável.
Imagina ter um salário de R$ 4 milhões, uma fortuna de mais de R$ 1 bilhão, e ainda assim criticar o Bolsa Família, que paga em média R$ 600 para que famílias tenham o mínimo: comida no prato e alguma chance de sair da extrema pobreza.
Luciano Huck está sendo mal-caráter, para dizer o mínimo. Quem nunca passou fome não tem moral nenhuma para tratar a sobrevivência dos outros como privilégio. Passa fome primeiro, sente o desespero de não saber o que vai comer no dia seguinte, e depois vem aqui falar asneira.