Ser ídolo, segundo o dicionário, é ser espelho, admirado, respeitado, um símbolo, um marco.
Tiquinho Soares fez de sua história no Brasil, a motivação que ele e o Botafogo precisavam, virar um elo para sempre.
Nordestino, cabra da peste, filho do bill, batalhador, nada veio fácil, mas sempre foi o orgulho do Senhor Soares, seu pai.
Inclusive, foi ele que pediu ao filho para voltar ao Brasil, para ficar perto da família, para ver o filho em grandes estádios e torcer mais perto de casa.
Eis que Soares, vê seu filho, o orgulhar ainda mais.
Em sua história no Glorioso, os capítulos foram os mais cruéis e também felizes que um atleta pode ter.
Daquele típico livro sensacional de top mais vendidos, daquele filme recorde de bilheteria.. aquele, escrito por Deus nos mínimos detalhes.
Tiquinho, o Senhor Soares infelizmente, não pode ver o filho conquistando tudo em 2024, mas não tenho dúvidas que do céu, está sorrindo vendo o exemplo que o filho se tornou no Botafogo.
Amado pela criançada, respeitado pela velha guarda e admirado por todos no clube e por sua torcida.
Depois de fazer história no time mais tradicional, no time de Garrincha, vai viver novos ares no time do Rei Pelé.
Uma história de desafios, muito bem vivida, conquistada e marcada. Como os grandes contos pedem em suas obras.
O dia no Estádio Nilton Santos vai raiar como sempre raiou. Mas calma, tem uma diferença… Sempre com ele na cabeça, o 9 que fez seu povo voltar a sonhar.
A continuação do sonho do Senhor Soares.
O dia voltará a raiar na Vila Belmiro.