Quero informar que minha conta havia sido hakeada.
Apenas hoje,16/05 ,consegui recupera-la. Qualquer mensagem que tenha sido enviada por aqui pelos últimos 6 meses peço a gentileza de me enviar o print para providências jurídicas.
Obrigado
O dossiê que despiu toda a direita.
A briga entre Kim Paim e Jeffrey Chiquini tem cara de treta de internet, dessas que morrem em três dias. Mas ela expõe o momento da direita brasileira inteira. E existe um lado certo e um lado errado nessa história, por mais que o isentão de plantão jure que não.
Para entender o caso, é preciso voltar um pouco. Durante muito tempo, a direita teve um único assunto: o PT. Vamos supor que existissem cinco milhões de views de direita circulando na internet. MBL, bolsonaristas, lavajatistas, antipetistas de ocasião, todo mundo pescava no mesmo lago, falando contra as mesmas pessoas. Nesse arranjo, todo mundo ganhava junto.
Aí a direita chegou ao poder e a conta mudou. Os interesses se dividiram, o público se dividiu junto, e começou uma briga por relevância que ninguém quis anunciar em voz alta.
Os primeiros rachas pegaram o público de surpresa. Caso Bivar, caso Santos Cruz, caso Joice Hasselmann. Em cada um deles, parte da militância demorou um ano para entender quem estava certo. O pessoal de perfil mais militar, por exemplo, levou tempo para perceber o que o Santos Cruz representava interesses globalistas da ONU dentro do governo Bolsonaro.
Foi assim que a direita descobriu, meio na marra, que ter lado não bastava. Era preciso vigiar o próprio lado também.
Nesse processo, pessoas que só conheciam elogio descobriu a crítica. E não gostou. Imagine uma parlamentar acostumada apenas receber elogios como reagi a começarem as críticas? Rebatizando as críticas de “ataque”.
Foi a reação da Ana Campagnolo quando foi cobrada pelo trabalho de bastidor contra o Carlos Bolsonaro. O truque é velho: quando chama de ataque, ela se dispensa de responder o mérito. E o eleitor que cobrou vira automaticamente um inimigo do projeto, um infiltrado, fanático, um traidor.
Jornalismo não é assessoria de imprensa
É aí que entra o Kim Paim.
Ele é um player único. E digo isso sem ser audiência fiel dele: de trinta vídeos que ele lança num mês, assisto um ou dois, porque o formato me cansa. Mas eu sei o que ele está fazendo.
A esquerda não tem um Kim Paim. O papel que ele se deu foi o de desnudar. Pegar o que o político faz longe dos holofotes e mostrar pro público. Ele não inventa atitude, não fabrica curtida, não cria print do nada. Ele junta o material que a própria pessoa produziu e coloca na mesa.
Foi exatamente isso que o Allan dos Santos fez no caso da Michelle Bolsonaro. Pegou a carta em que Bolsonaro indicava Flávio como candidato, pegou as atitudes públicas dela e colocou uma coisa ao lado da outra, mostrou a contradição. Ou a orientação mudou e ninguém escreveu carta nova, ou Michelle está ignorando o que o marido pediu. Não tem terceira leitura.
Incomoda? Incomoda.
Mas, no dia em que o político escolhe o que o jornalista pode mostrar, o jornalista virou assessor de imprensa. A Michelle e seu entourage quer assessoria.
O público quer saber que diabos está acontecendo em Brasília.
Quem quiser derrubar o Kim Paim tem o caminho na mesa. São anos de vídeo, milhares de horas gravadas. Basta pegar os programas dele e prova que ele mentiu. Que os prints, são falsos, que as declarações e notícias da pauta são mentirosas e pronto o Kim está acabado.
O Rodrigo Constantino teve essa chance quando foi exposto fazendo campanha velada por outro candidato, com recorte de tela e curtida documentada. Tinha duas saídas honestas: provar que era mentira ou assumir e mandar quem não gostou reclamar com o bispo. Escolheu a terceira: colar rótulo no mensageiro. Ladrão, bandido, dugnista o repertório completo.
Nenhum rótulo respondeu se a curtida existia ou não.
Chegamos então ao Jeffrey Chiquini.
Ele começou bem-posicionado, advogado do nosso querido Filipe Martins, fez um trabalho notário e midiático, ganhou a atenção e a boa vontade dos bolsonaristas de primeira, mas cometeu o erro clássico de quem chega querendo sentar na janelinha sem saber quem é quem no ônibus.
A primeira providência foi dar uma de galo pra cima do Paulo Figueiredo, um sujeito anos-luz à frente dele em lastro político, enfrentamento online e inteligência. Levou uma bordoado no meio e saiu tonteado e com a imagem comprometida. Antes o bom moço advogado agora brigando com bolsonaristas?
Com o Kim Paim, tentou a tabelinha eleitoral: se aproximar do jornalista para ficar bem com o público dele e colher voto. O Kim não se prestou ao papel e disse, em resumo: “tu fala mal de mim, não vem com essa história”.
A partir dali, na cabeça do Chiquini, sobrou uma equação só: ou o Kim Paim vira aliado, ou o Kim Paim precisa desaparecer.
Nasceu o dossiê.
E o que tinha dentro da bomba prometida?
Até eu prudente, mas não sofisticado, resolvi esperar vir a bomba para me manifestar.
Que o Kim Paim é financiado por um bilionário.
Qual bilionário? George Soros? Algum russo proxi de Putin? Não, apenas o dono do Quinto Elemento, veículo onde ele trabalha publicamente, com participação semanal, coisa que qualquer espectador sabe faz anos.
A revelação equivale a denunciar que jornalista da Globo recebe salário dos Marinho. Todo jornalista do Brasil trabalha para gente rica, porque gente rica é quem é dona de veículo. Vale para Jovem Pan, pra Oeste, pra Globo, para todos.
E tem um detalhe que enterra a tese de vez: o Kim Paim existia na internet antes de o Quinto Elemento existir, fazendo o mesmíssimo trabalho e com o mesmo sucesso de hoje.
O resto do material segue a mesma lógica.
Processo na Justiça? Todo mundo tem. Os Marinho colecionam. E, num país onde ativismo judicial é realidade admitida até por quem finge não ver, processo não serve de atestado automático de caráter.
Declaração antiga contra Bolsonaro? Praticamente todo brasileiro tem uma, inclusive bolsonarista que hoje ocupa cargo. O Constantino tem as dele. Quem apoia Bolsonaro desde 2013, como eu, é estatística de um por cento.
O critério honesto sempre foi o que a pessoa faz hoje.
É a mesma premissa de quem quer cancelar o Olavo porque ele estudou astrologia na década de 1980, em vez de pegar os livros do cara e desmontar por dentro.
Ninguém fez.
O que entrega a malícia é o passo seguinte.
Chiquini acusa Kim Paim e o grupo dele de trabalharem contra a candidatura do Flávio, e chega a incluir Eduardo Bolsonaro na conspiração. Eduardo, justamente o responsável direto por essa candidatura existir.
Na sequência, coroa como “verdadeiros apoiadores” justamente quem o Kim expôs por não apoiar Flávio até hoje.
Inverteu a realidade inteira e apresentou de cara limpa.
O padrão se repete no mercado de trabalho da direita. Repare quem ganha emprego em certos veículos: os céticos da candidatura e o pessoal alinhado à Michelle. Depois esses nomes são apresentados como a reserva moral do bolsonarismo, enquanto o verdadeiro bolsonarista passa a ser quem acha que Michelle está certa contra o candidato que o próprio Bolsonaro indicou.
Não faz sentido nenhum, mas cumpre função.
Por que Chiquini aposta numa narrativa tão furada? Porque a matemática dele é de sobrevivência política. Todo mundo que o Kim Paim já expôs vai aplaudir o dossiê e repostar com gosto.
Como ele sabe que está queimado com o público que assiste Kim Paim, acompanha Paulo Figueiredo e vota no Flávio, resolveu pescar no aquário antibolsonarista.
E aí mora o alerta para o eleitor do Paraná: um candidato que puxa tapete de bolsonarista antes de se eleger vai fazer o quê depois de eleito?
Vai se juntar ao outro lado no primeiro dia útil.
Ele só não faz isso agora porque se opor ao Flávio hoje é perder eleição.
Quem domestica quem?
Os políticos querem nos domesticar e nós queremos domesticar os políticos. A briga toda é essa.
O eleitor comum trabalha o dia inteiro e não tem como vigiar mandato, bastidor e curtida de madrugada. Então terceiriza a parte chata. O Kim Paim faz esse serviço e é bem pago por ele, com audiência e Super Chat. Ele passa o dia de olho no que os caras fazem. A gente banca.
O problema é que os nossos políticos não querem ser vigiados. Querem aplauso.
Michelle quer aplauso vinte e quatro horas enquanto faz suas jogadas. Damares quer validação mesmo jogando contra nós. Chiquini, que nem mandato tem, quer ser aceito e exaltado e uma cadeira de senador de um dia para o outro, por ter advogado para Felipe Martins e ter feito críticas ao supremos picaretas. Até a Bia Kicis, que é um quadro excelente e que estamos colocando no Senado, entrou na vibe do “não me critiquem, só me elogiem”.
Não é assim que funciona, Bia.
Tu trabalhas para nós. Nós não trabalhamos para ti.
Errou, pede desculpa. Saiu do caminho, a gente cobra até voltar para o rumo certo. E quem não gostou do arranjo tem a porta da rua à disposição.
Acabou a surdina. Acabou os acordinhos de bastidor.
O que se faz em Brasília vai ser feito na frente do público, com registro e timestamp e eternização no Atlas Brasileiro. Uma hora aparece político que goste de trabalhar assim.
Quem quiser derrubar o Kim Paim que refute o Kim Paim.
Até lá, ele segue clipando. E nós retuitando.
⚠️ Durante transmissão do jogo Cruzeiro x Goiás, pela TV Globo, um extremista de ultradireita radical chamou a atenção por ostentar uma mensagem antidemocrática. A polícia federal investiga o caso.
Neste texto, Karla Costa (@KarlaMouraCost1) mostra como Eduardo Bolsonaro conseguiu manter acesa a chama 🔥 do bolsonarismo: 👇
Por trás de discursos sobre “ego” e “desunião”, há uma disputa estratégica por espaço e poder, marcada por articulações silenciosas, resistências internas e reposicionamentos calculados. O que parece conflito exposto pode ser, na verdade, um plano que só agora começa a ficar visível.
É muito importante ter em mente que para enfraquecer o Bolsonarismo, eles precisam isolar o Eduardo Bolsonaro.
Enquanto o 03 tiver protagonismo e público, esse câncer dentro da direita, não virará metástase.
E é exatamente por isso que precisam pará-lo a qualquer custo.
Acontece que de burro o Eduardo não tem nada! Não nasceu ontem e sabe perfeitamente quem são os que não apóiam o Flávio e querem silencia-lo.
Brasil Livre - X
🚨ALERTA:🚨
💥 O roteiro da substituição silenciosa
O que estão chamando hoje de "ego", "briga" ou "desunião" envolvendo Eduardo Bolsonaro é só a superfície.
O que existe por trás é um roteiro que começou antes , e agora começa a ficar visível.
Primeiro, montaram um cenário:
👉 passaram a construir Tarcísio de Freitas e Michelle Bolsonaro como "naturais" sucessores
👉 venderam a ideia de que seriam os escolhidos de Jair Bolsonaro
👉 enquanto, nos bastidores, articulavam apoio político condicionado.
Foi aí que surgiu o ponto central:
👉 um possível acordo, apoio eleitoral em troca de interesses políticos (como a anistia).
E aqui entra a ruptura:
Eduardo Bolsonaro não aceitou.
Porque defendia outro caminho:
👉 anistia ampla, sem condicionamento político
👉 e manutenção da força eleitoral com o próprio Bolsonaro
Ou seja: não aceitou negociar base por conveniência.
A partir daí, o jogo muda.
Quando perceberam que poderia haver resistência, e até risco de o próprio Bolsonaro ceder à pressão, Eduardo fez um movimento estratégico:
👉 deixou claro que poderia representar diretamente esse campo político
Isso mudou o equilíbrio.
E foi nesse cenário que surgiu a escolha por Flávio Bolsonaro.
Mas aí começa a segunda fase:
👉 tentativa de enfraquecer a candidatura do Flávio
👉 narrativa de inviabilidade
👉 ausência de apoio claro de quem dizia estar junto
E aqui está o ponto que revela tudo:
👉 os mesmos que antes diziam que Flávio não tinha viabilidade
👉 são os mesmos que hoje evitam declarar apoio explícito
👉 e, ao mesmo tempo, fortalecem outras figuras
Especialmente:
Nikolas Ferreira
Romeu Zema
e articulações ligadas ao Partido Novo
Isso não é incoerência.
👉 é estratégia.
Porque quando não conseguiram barrar por fora, passaram para o plano B:
👉 crescer por dentro
👉 formar base própria
👉 ocupar espaço sem romper
👉 e preparar uma mudança de direção no momento certo
Só que tem um problema nesse plano:
👉 o crescimento do Flávio aconteceu mesmo sem esse apoio
E agora surge um novo cenário:
👉 se continuarem sem apoiar, fica evidente
👉 se passarem a apoiar, vai parecer alinhamento
E é exatamente aqui que entra o alerta:
👉 quando o apoio vier tarde, depois de resistência e silêncio… isso não é apoio, é adaptação ao inevitável.
E adaptação não é lealdade.
É reposicionamento.
Enquanto isso, quem expôs esse movimento desde o início?
👉 Eduardo.
E por isso virou alvo.
Porque é mais fácil rotular como ‘ego’ do que explicar por que ele estava certo desde o começo.
No fim, o desenho é claro:
👉 tentativa de substituir direção
👉 uso da base existente
👉 construção de nova força interna
👉 e desgaste de quem impede
E o último ponto é o mais importante:
👉 quando o movimento não pode mais ser escondido… ele muda de forma
Por isso, se em breve surgirem apoios “repentinos” e “públicos”…
não se engane.
Não é mudança de posição.
É ajuste de estratégia.
E quem acompanhou desde o início… já entendeu o jogo.
🚨Por isso não votem em quem apoia Nikolas e quem NIKOLAS apoia, não vote em ninguém do NOVO, só estão no PL fingindo ser tripulantes enquanto furam o casco do barco.
Como assim EUA não permitem que policiais federais brasileiros persigam opositores políticos em solo americano?
Lula foi pego com a boca na botija e, ao invés de se retratar pelos ilícitos de sua PF nos EUA, prefere apoiar Moraes e seu cachorrinhos da PF.
Minha resposta a ele👇
👀O sincericídio na GloboNews: Octavio Guedes praticamente admitiu, ao vivo, aquilo que muita gente negou durante anos. Houve um “pacto velado” para tolerar as excepcionalidades do inquérito das fake news enquanto o alvo era Bolsonaro.
O problema é que o que nasceu como medida “excepcional” virou método, rotina e instrumento permanente de poder.
Traduzindo para o português bem claro: fizeram vista grossa quando interessava politicamente e, depois, normalizaram o absurdo. Agora todo mundo finge espanto quando o inquérito é usado para auto blindagem de ministros da Suprema Corte.
Dia 1142
Todos os dias desses 4 anos irei postar a lista dos covardes que entregaram o nosso país a comunistas! As FFAA só irão servir para pintar meio fio e bater continência a bandidos
VERGONHA COVARDES
-Freire Gomes
-Baptista Júnior
-Hamilton Mourão
-Gustavo H. Dutra
Se a sua mente estiver cheia de pensamentos negativos, destrutivos ou
errôneos, isso afetará negativamente a maneira como você percebe o mundo e
como responde a ele.
Mas não são pensamentos aleatórios, que vêm e que vão. Seus pensamentos podem gerar crenças limitantes.
Lembre-se, aquilo q você posta passa a fazer parte da sua identidade digital e, principalmente, real. Antes de fazer qualquer postagem, pense: "Será q eu ficaria constrangido se aquilo q estou prestes a fazer aparecesse na 1a pág dos jornais amanhã, daqui a 1 mês ou em 10anos?".