Dear Hollywood celebrities,
You exist for my entertainment. Some of you are great eye candy. Some of you can deliver a line with such conviction that you bring tears to my eyes. Some of you can scare the crap out of me. Others make me laugh. But you all have one thing in common, you only have a place in my world to entertain me. That’s it.
You make your living pretending to be someone else. Playing dress up like a 6 year old. You live in a make believe world in front of a camera. And often when you are away from one too. Your entire existence depends on my patronage.
I’ll crank the organ grinder; you dance.
I don’t really care where you stand on issues. Honestly, your stance matters far less to me than that of my neighbor. You see, you aren’t real. I turn off my TV or shut down my computer and you cease to exist in my world. Once I am done with you, I can put you back in your little box until I want you to entertain me.
I’m supposed to care what the director of fluffy tripe made for gullible people thinks about global warming or gun control? Get back into your bubble. I’ll let you know when I’m in the mood for something blue and shiny.
And I'm also supposed to care that you will leave this great country if Trump doesn't end the war? Ha. Please don't forget to close the door behind you. We'd like to reserve your seat for someone who loves this country and really wants to be here.
Make me laugh, or cry, or scare me; but realize that the only words of yours that matter are scripted. I might agree with some of you from time to time, but it doesn’t matter. In my world, you exist solely as entertainment
So, shut your pie hole and dance, monkey!
Minha teoria do porquê da América Latina estar tudo virando de direita agora
A distância tecnológica entre um país de 1º mundo e os de 3º mundo aumentaram MUITO nesses últimos anos
As pessoas olham vídeos nos EUA e é todo mundo com carrão foda, Tesla, carro movido sozinho por IA, entrega por drone, gente de 20 anos virando milionário criando startup, entregador financiando casa própria, etc
Aí vc olha pro seu bairro, não tem nem asfalto, o poste tá sem luz, o desânimo bate cara
O coração da pessoa pode até ser de esquerda por causa da doutrinação, mas o cérebro e os olhos veem as ideias de direita serem as certas
Woody Allen über den Judenhass heute, und wie kaputt Schreihälse und Mitläufer sind.
Und das auf unnachahmliche Art.
„Wissen Sie, ich habe immer gedacht, der größte Vorteil von New York sei, dass man dort neurotisch sein kann und niemand es bemerkt. In anderen Städten wird man zum Arzt geschickt, wenn man mit sich selbst spricht. In Manhattan bekommt man dafür eine Kolumne in einer Zeitschrift angeboten.
Gestern bin ich losgegangen, um Lachs zu kaufen. Das ist übrigens die einzige stabile jüdische Tradition, die Babylon, Rom und meine Beziehungen zu Frauen überlebt hat.
Ich lief durch Brooklyn und dachte über den Tod nach. Nicht, weil ich Philosoph bin. Sondern weil ich inzwischen über neunzig bin, obwohl ich ursprünglich höchstens bis siebzig geplant hatte.
Und plötzlich – eine Menschenmenge vor einer Synagoge. Zuerst dachte ich, dort tritt ein berühmter Psychoanalytiker auf. In New York stehen Menschen stundenlang Schlange, um zu hören, warum ihre Mutter an allem schuld ist. Obwohl Juden das eigentlich auch ohne Vortrag schon wissen.
Aber nein. Sie schrien etwas über „Intifada“. Und wissen Sie, was mich am meisten erstaunt hat? Wie viel Energie diese Leute haben. Woher nehmen sie die? Ich will nach zwei Treppenabsätzen schon mein Testament schreiben. Und die sind bereit für eine Revolution, ohne vorher auch nur einen anständigen Kaffee getrunken zu haben.
Ein Typ schrie etwas von „Dekolonisierung“. Mein Gott. Als ich jung war, bedeutete „Kolonisierung“, dass Tante Frieda drei Monate lang unser Sofa besetzte und sich weigerte auszuziehen. Heute ist es plötzlich ein zionistisches Komplott.
Überhaupt ist moderner Antisemitismus viel zu intellektuell geworden. Früher hasste man uns einfach. Ganz direkt. Heute nicht mehr.
Heute erklärt Ihnen irgendein Mann mit Schal, der aussieht, als würde er Gedichte über seinen eigenen Bart schreiben, mit Hilfe von Heidegger und Nietzsche, warum die Existenz von Juden eine Form von Aggression und eine Bedrohung für die Menschheit sei.
Und ich stand da und dachte: Früher wurden wir wenigstens von Leuten ohne Hochschulabschluss verprügelt. Heute kommen die Pogrommacher mit Diplom von der Columbia University.
Dann sagte ein Mädchen neben mir: „Wir sind gegen Zionismus, nicht gegen Juden.“ Das ist ungefähr so, als hätte meine Exfrau gesagt: „Ich habe nichts gegen dich. Ich bin nur gegen alles, was du sagst, tust, fühlst – und besonders gegen den Sex mit dir.“ Die Bedeutung bleibt dieselbe.
Und dann schrie jemand: „Zionisten sind Nazis!“ In diesem Moment hatte ich das Gefühl, meine Großmutter hätte sich im Grab so schnell umgedreht, dass sie einen Teil von Queens mit Strom hätte versorgen können.
Meine Großmutter hat übrigens echte Nazis erlebt. Sie versteckte sich in einem Keller in Polen mit einem Mann, der so schrecklich hustete, dass die Deutschen sie allein am Bronchialgeräusch hätten finden können.
Und jetzt erklärt mir irgendein Junge aus einem Elite-College, dessen größtes Trauma im Leben ein kalter Kaffee bei Starbucks war, was Faschismus bedeutet.
Ich lebe wirklich in erstaunlichen Zeiten.
Heutzutage sprechen alle wie Menschen, die versehentlich eine Universitätsbibliothek verschluckt haben. Niemand sagt mehr: „Entschuldigung, ich bin ein Idiot.“ Nein. Heute heißt es: „Ich dekonstruiere das dominante Narrativ.“
Hören Sie, ich bin unter Juden aufgewachsen. Wir dekonstruieren keine Narrative. Wir erschaffen Narrative.
Ich kam nach Hause und schaltete den Fernseher ein – denn wenn man Angststörungen hat, wirkt Fernsehen wie eine ausgezeichnete Idee. Das ist ungefähr so, als würde man Alkoholismus mit einem Martini auf Eis behandeln.
Dort erklärte Roger Waters wieder einmal die Welt. Rockmusiker machen mir immer Angst, wenn sie älter werden und plötzlich anfangen zu reden wie Paranoiker, die beim Anblick einer schwarzen Katze eine Verschwörung wittern. 1/2
🚨🇩🇪🇪🇺 Alice Weidel encara o político de esquerda, dá um sorriso lento de quem já viu esse filme mil vezes e dispara, quase como quem oferece um convite para o reality show mais desconfortável da temporada: “Meu querido defensor das fronteiras abertas… se você realmente acredita nisso com o coração, e não só com o Twitter (X), então prove.
A próxima família afegã enorme que desembarcar, aquela com onze pessoas, três gerações e um primo que ninguém consegue explicar direito, manda direto para a sua casa. Quero ver ao vivo como você vai conciliar o seu estilo de vida LGBT com a convivência diária. 😂
Imagine a cena: você acordando de pijama de glitter, eles já de tapete no chão rezando. Você tentando explicar o que é um desfile de drag queens no Pride, eles tentando explicar por que aquela bandeira arco-íris na sala precisa ir para o fundo do armário. Vai ser emocionante. Tipo um Big Brother cultural, só que sem direito a desistir e com direito a chá da tarde recitando versículos que não combinam muito com ‘love is love’.
Diversidade de verdade, não aquela de foto no Instagram. Vamos ver quem sobrevive primeiro: o seu brunch vegano de domingo ou o seu tapete persa. Eu, particularmente, já estou fazendo pipoca.”
Tenho deficiências gravíssimas!
Eu nasci branco, e quem nasce branco já é considerado racista, mesmo não sendo.
Nasci em uma família pobre, mas trabalhadora, então eu sou burguês.
Estudei com afinco e seriedade. Venci pelos meus próprios meios sem roubar, nem trapacear ninguém.
Não voto para esquerda, o que me torna fascista.
Sou heterossexual, o que me torna um homofóbico.
Valorizo minha identidade e minha cultura, o que me torna um xenófobo.
Acredito que o macho e a fêmea da espécie Homo Sapiens foram, na maioria das vezes, grandes parceiros e mutuamente responsáveis pelo sucesso da espécie, o que me torna misógino.
Eu gostaria de viver em segurança e ver criminosos na prisão, o que me torna um torturador.
Quero que respeitem minha maneira de pensar e minhas crenças e não me façam pensar que o anormal é normalmente relativo, o que me transforma em um repressor.
Penso que os subsídios acabam com o esforço de trabalhar e minam a dignidade das pessoas, por isso sou insensível.
Acredito que cada um deve ser recompensado de acordo com sua produtividade, mérito e capacidade, o que me torna um egoísta antissocial.
Eu fui educado em valores e princípios, o que me torna um oponente do bem-estar social.
Acredito em Deus, logo, sou um fundamentalista religioso.
Creio que as vítimas dos estupradores, ladrões, estelionatários deveriam ser indenizadas pelo Estado e os culpados presos, pagassem pela dívida, não tivessem auxílio para suas famílias, indulto para ir pra casa, habeas corpus, tornozeleiras, mas trabalhassem para pagar suas custódias, sua roupa, água, luz e comida.
Então, sou considerado preconceituoso e contrário aos Direitos Humanos.
Esta é uma pequena e breve revisão da minha "má reputação."
Mas, pelo menos, tenho certeza de que somos vários: eu e, se você também tem essa má reputação, compartilhe.
Do jeito que as coisas andam ser um cidadão de bem será considerado crime.
Agradeço a todos os meus amigos e conhecidos que ainda se atrevem a se relacionar comigo apesar de todas as minhas falhas.
@juliovschneider Esse sujeito é " O cocô do cavalo do bandido de filme B", não curto essas porras de filósofo intelectual, se acham os sensores das verdades.
📖 O escritor russo, Fiódor Dostoiévski, com sua inigualável profundidade sobre a natureza humana, nos alertou:
"A tolerância chegará a um nível tal que as pessoas inteligentes serão proibidas de terem ideias para não ofenderem as estúpidas." Uma profecia ou um reflexo da nossa realidade?
"Elon Musk resumiu a escravidão moderna em uma frase:
“Você trabalha. Você paga impostos. Você compra algo. Você paga impostos. Você possui algo. Você paga impostos novamente.”
É o ciclo de controle silencioso — um sistema projetado para mantê-lo submisso enquanto o governo gasta seu dinheiro em causas para as quais você nunca deu seu consentimento.
Cada salário, cada compra, cada propriedade — tudo desviado através de várias camadas de burocracia.
E o que sobra? Uma fração do que você ganhou, trocada por uma falsa sensação de liberdade.
A crítica de Musk é bastante pertinente: O problema não é apenas a tributação — é como ela é usada como arma.
Para financiar guerras intermináveis. Para financiar projetos inúteis. Criar um governo que viva do seu trabalho enquanto finge "servir" você.
Não é mais serviço público.
Trata-se de extração pública.
Chegou a hora de quebrar o ciclo."
@JimFergusonUK