🗣️ CASO MICHELLE | O tiro saiu pela culatra.
Segundo levantamento citado pelo Estadão, após o vídeo de Michelle Bolsonaro, 67% das menções sobre ela nas redes foram negativas.
A tentativa de expor Flávio Bolsonaro acabou virando cobrança contra a própria Michelle, justamente porque a direita entendeu o tamanho do dano que uma briga pública causa neste momento.
O eleitor não quer guerra interna. Não quer vaidade. Não quer disputa de bastidor jogada na internet.
O Brasil está nas mãos do PT, Bolsonaro está sofrendo uma perseguição brutal e a direita tem uma eleição para vencer.
Quem transforma divergência interna em espetáculo público acaba dando munição para o adversário.
E dessa vez, a conta veio rápida.
"Se for pra salvar um país uma verdadeira guerreira apanha calada, chora, sangra, mas não deixa um país ser perdido" Carla Couto sobre vídeo de Michelle.
Lembrando que a justiça condenou um casal do interior de São Paulo a prisão por "abandono intelectual" por terem feito homeschooling das suas filhas de 11 e 15 anos, mesmo que elas tenham aprendido canto, piano e latim
Enquanto isso, nas escolas:
Warning ⚠️
Never forget the Ngoshe Massacres.
There’s been an ongoing genocide of Christians in Africa at the hands of Islamic Groups
Candace, Tucker etc. silent.
UN/Media are silent.
While they frame Israel for “genocide” to distract you and these Islamist groups can keep taking swathes of Africa by force without the world noticing.
When in reality Israel is fighting against the same ideology as the people who did this to African Christians.
Por que ninguém se importa?
Muçulmanos escravizam africanos negros cristãos.
No entanto, os grandes meios de comunicação, a esquerda, a ONU e o Papa progressista guardam silêncio sobre os crimes de muçulmanos contra cristãos.
Você não vai ver a Erika Hilton, a Janja e as feministas lamentando essas duas mortes.
Até porque a esquerda votou contra o aumento de penas para crimes hediondos.
Alguns estão preocupados apenas com o jogo de hoje.
Mas existem brasileiros lutando por algo muito maior: o futuro da nossa liberdade, das nossas famílias e do país que deixaremos para nossos filhos e netos.
Porque no fim… nunca foi só sobre política. Sempre foi sobre salvar o Brasil.
Estamos diante de uma decisão que pode redefinir o rumo do Brasil por muitos anos: nossas instituições, nossa liberdade, nossa segurança e o futuro dos nossos filhos.
A pergunta é simples: que Brasil queremos entregar para a próxima geração?
Muitos ainda estão olhando apenas para a eleição… sem perceber o tamanho real dessa disputa.
O próximo governo terá poder para moldar estruturas que impactam o Judiciário, a política e o equilíbrio institucional do Brasil pelos próximos anos.
Isso não é sobre um governo. É sobre o futuro da nação.
Não existe transformação de verdade sem mudar quem ocupa o Congresso Nacional.
São deputados e senadores que aprovam leis, barram abusos e definem os rumos políticos do país.
Quem controla o Congresso, influencia diretamente o futuro do Brasil.
O próximo governo terá poder para moldar estruturas que impactam o Judiciário, a política e o equilíbrio institucional do Brasil pelos próximos anos.
Isso não é sobre um governo. É sobre o futuro da nação.
Não é apenas sobre eleger um presidente.
Estamos falando de quem terá o poder de influenciar instituições que impactam diretamente a vida política do país por muitos anos.
Quem não entendeu isso ainda… não percebeu o tamanho do que está em jogo em 2026.
Não estamos falando apenas de política. Estamos falando do dinheiro no bolso das famílias, da capacidade de empreender, gerar emprego e construir um país forte novamente.
E quando o Estado cresce demais… o cidadão sempre perde.
Não é coincidência.
Quando os principais nomes da direita começam a ser alvo ao mesmo tempo, fica evidente que existe um projeto em andamento: enfraquecer qualquer força que enfrente o sistema.
O objetivo nunca foi punir indivíduos. Sempre foi atingir uma ideia: liberdade.
Não existe democracia quando cidadãos são tratados como inimigos por pensarem diferente.
A luta pela liberdade no Brasil deixou de ser debate político. Virou uma obrigação moral para quem se recusa a aceitar o abuso como normalidade.