Simplesmente o Octavio Guedes mandando um “Tariflávio” ao vivo na GloboNews e dizendo que as mãos do Flávio Bolsonaro estão amarelas. “Esse mau cheiro é dele. Eles comemoraram o tarifaço. Tem DNA bolsonarista.”
Explicando para quem não entendeu: Com uma mão, Vorcaro recebia quase R$ 1 BILHÃO dos aposentados do Rio de Janeiro, governado pelo PL, partido dos Bolsonaro. Com outra, entregava 11% desse valor para Flávio Bolsonaro. Maracutaia com dinheiro público!
LULA É O PRESIDENTE DOS ENTREGADORES! 🏍️
🚩Hoje foi um dia histórico! Pela primeira vez um entregador dividiu o palco ao lado do presidente @LulaOficial para anunciar uma série de medidas históricas para quem tá na correria em duas rodas ou rodando de Uber!
🔥Essa é a luta da minha vida e estou honrado de ser o representante do Movimento dos Trabalhadores Sem Direitos neste dia histórico para a nossa categoria.
✊🏾 Viva Lula, o presidente do povo! Viva a luta de quem tá no corre!
“Neymar Junior é como a família Bolsonaro, faz tudo errado mas tá sempre no meio da noticia, tá sempre causando. É exatamente isso que eu penso” - Juca Kfouri, minutos após a convocação do jogador para a Copa do Mundo.
O que você pensa dessa declaração?
GRANDE DIA! O deputado de direita Otoni de Paula destrói Flávio Bolsonaro dentro do plenário da Câmara, chama o senador de “batedor de carteira” e afirma que os R$ 134 milhões pedidos a Daniel Vorcaro para o filme sobre Jair Bolsonaro serviriam para lavagem de dinheiro.
VINI JR É GIGANTE!
O jogador Vini Jr acaba de anunciar pelas redes sociais que, a partir de hoje, 13 de maio de 2026, o @institutovinijr terá um escritório de advocacia, 100% gratuito, voltado aos crimes raciais no Brasil. O peso dessa ação é tão gigante quanto o seu futebol. É luta antirracista na prática que vai afetar milhões de brasileiros que não ficaram mais sozinhos na luta.
🚨FORTÍSSIMO! Lula ACABA de EXPOR a VERDADE sobre o crime organizado no Brasil!
“Muitas vezes a polícia olha pra favela mas o crime organizado tá no Congresso Nacional”
DOEU EM MUITA GENTE! 👀🔥🚔
Ontem, 11 de maio, foi celebrado o Dia Nacional do Reggae. E também marcou os 45 anos da partida de Bob Marley, um artista que transformou a música em mensagem, consciência e liberdade.
Essa foto guarda uma lembrança muito especial pra mim. Em março de 1980, durante sua passagem pelo Rio de Janeiro, tive a alegria de encontrar Bob Marley em um encontro promovido pela Warner, minha gravadora naquela época. Um daqueles momentos que o tempo não apaga. E que bonito poder revisitar esse registro hoje.
Milton Santos completaria hoje seu centenário de nascimento. Sua obra é referência para entendermos as desigualdades da globalização e os potenciais de transformação que vêm das periferias. Pouca gente conseguiu compreender o Brasil como este intelectual baiano que, não por acaso, é considerado um dos mais importantes geógrafos de nosso país – e de todo mundo. Em tempos como o que vivemos hoje, com grandes mudanças geopolíticas, a obra de Milton Santos continua extremamente atual – e necessária.
Neste dia 3 de maio, celebramos os 100 anos de nascimento de Milton Santos (1926-2001), um dos maiores geógrafos do mundo e um dos mais brilhantes intelectuais negros da nossa história. Sua obra revolucionou a forma como entendemos o espaço geográfico, provando que o território não é apenas um "cenário" passivo, mas o resultado direto de decisões políticas, sociais e econômicas.
Milton enfrentou o racismo estrutural na academia e o exílio durante a ditadura militar para construir um legado inestimável. Ele cunhou o conceito de "globalização perversa", apontando como o sistema atual aprofunda as desigualdades ao concentrar a riqueza e a infraestrutura nas mãos de poucos, embora tenhamos condições técnicas e científicas para construir um mundo pautado na dignidade humana.
Para o geógrafo, a distribuição desigual de infraestrutura nas cidades não é obra do acaso. A ausência de saneamento básico, áreas verdes ou transporte de qualidade nas periferias, em contraste com bairros nobres e altamente conectados, é a materialização das relações de poder (o chamado "meio técnico-científico-informacional"). Ele também descreveu genialmente os "dois circuitos da economia urbana": o superior (das grandes corporações) e o inferior (dos pequenos comércios locais, que garantem a sobrevivência dos mais pobres por meio da alta adaptabilidade).
Apesar do diagnóstico duro, Milton Santos era um otimista da resistência. Ele defendia que a periferia possui uma força potente e que as mesmas redes e tecnologias que excluem podem ser apropriadas pelas comunidades para criar alternativas econômicas e de reinvenção social.
Neste centenário, diversas instituições (como USP, UERJ e UFT) realizam seminários em sua homenagem, mantendo vivo o pensamento de um pensador que nos ensinou a olhar o espaço, o meio ambiente e a sociedade com coragem e criticidade.
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O Brasil nunca quebrou por dar direitos aos trabalhadores. Sempre ficou mais forte porque toda vez que a vida do trabalhador melhora, a roda da economia gira com mais força, e todo mundo acaba ganhando. É isso que vai acontecer com o fim da escala 6x1 no Brasil.