@vidaalheiaoff Não entendo essa necessidade de querer sair por cima. Vai mostrar pra todo mundo que é corno. Cornão vingador kkk
Numa situação dessas você entrega pra mulher uma cópia do exame de vasectomia e termina. Viva sua vida da melhor maneira que connsegui, o castigo dela é ser ela
Eu vivo dizendo pra galera: prestador de serviço não deve ter lado em nada, pois, além de evitar dor de cabeça com gente que sumirá da sua vida em minutos, também vai ajudar a engordar a tua conta bancária.
@anadelemon As pessoas que estão apoiando Bolsonaro são uma faca de 2 gumes. O Flávio vai errar em algum ponto e quando você falar desse ponto, eles vão te caçar, mas a direita em sua maioria é mais tranquila. Eu sou libertário.
Defendi sozinho, inúmeras vezes, a Missão dos ataques de bolsonaristas, em salas nas quais os próprios missionários não tinham coragem de entrar. Dei a cara a tapa, sustentei posições, enfrentei hostilidades e defendi um projeto no qual acreditava. E agora? Agora a fantasia foi rasgada, não é mesmo? Renan, num espetáculo constrangedor de despeito, ressentimento e vaidade ferida, abana o rabo desavergonhadamente para a esquerda.
Em vez de absorver a derrota, reconhecer os próprios erros, fazer uma autocrítica honesta e reorganizar suas forças para voltar à disputa com uma estratégia mais inteligente, o líder do partido resolveu, justamente naquela que considero a eleição mais importante da história do Brasil, se entregar a uma confraternização vergonhosa com a esquerda. Como se essa mesma esquerda não tivesse, inúmeras vezes, dirigido ameaças de morte contra integrantes da Missão.
E fico pensando naqueles jovens coletores do partido, que foram espancados em plena luz do dia por militantes de esquerda. O que devem estar pensando agora, ao verem seu líder confraternizando justamente com aqueles que representam o campo político de seus agressores? Que sentimento deve experimentar quem colocou o próprio corpo em risco por uma causa e agora assiste ao seu principal representante oferecer sorrisos, afagos e acenos aos seus adversários mais ferozes?
Renan tem a natureza de uma traíra. E, como toda traíra, encontra sempre uma justificativa conveniente para a própria deslealdade.
Após a eleição, Renan declarou: “Não sou de direita.”
É extraordinário. Passou a vida política vendendo a imagem de representante da direita verdadeira, da direita autêntica, da direita que não transige, que não se vende, que não se curva. Construiu sua identidade política sobre essa suposta superioridade moral. Mas, chegada a hora da verdade, resolveu anunciar que não é de direita e confraternizar promiscuamente com a esquerda.
E faz isso justamente num momento em que qualquer gesto, qualquer fotografia, qualquer aceno pode ser instrumentalizado eleitoralmente como demonstração de apoio.
Mas reparem num detalhe revelador: Renan não parece minimamente preocupado com essa instrumentalização. A esquerda já se apressou em estampar sua fotografia sob o slogan “Esquerda e direita pela democracia”. E ele? Nenhum constrangimento aparente. Nenhuma preocupação em impedir que sua imagem seja utilizada como instrumento de legitimação de seus antigos adversários.
A vaidade ferida parece ter se tornado mais importante que a coerência, a lealdade e o próprio projeto político que dizia representar.
Dizem que a vitória inebria. Mas Renan conseguiu a proeza de se embriagar com a própria derrota.
Embriagado de ressentimento, incapaz de metabolizar o fracasso e aceitar que o mundo não gira em torno de suas ambições pessoais, foi procurar consolo nos braços de seus piores inimigos. Há nisso uma espécie de fetiche mórbido, uma capitulação ressentida, uma inversão grotesca daquela velha máxima: se não pode vencê-los, junte-se a eles.
Só que, neste caso, a capitulação não parece nascer de uma revisão sincera de convicções, de uma evolução intelectual ou de qualquer reflexão política minimamente respeitável. Parece nascer do despeito. Da vaidade contrariada. Do orgulho ferido de quem prefere ver o adversário vencer a admitir que perdeu.
É a transformação do ressentimento pessoal em orientação política.
E há algo particularmente patético nisso tudo: o homem que pretendia ensinar à direita brasileira o significado da coragem, da coerência e da intransigência moral termina oferecendo sua própria imagem como troféu aos adversários que passou anos combatendo.
Não foi a esquerda que conquistou Renan por superioridade de ideias. Foi o ressentimento que o entregou de bandeja.
A derrota eleitoral poderia ter sido uma oportunidade de amadurecimento. Renan preferiu transformá-la numa exibição pública de sua própria pequenez.
Teve a consciência sodomizada pelo ressentimento.