Cristianismo e esquerdismo são incompatíveis. Não há nada mais hipócrita do que um esquerdista falando da religião cristã.
É impossível ser cristão e esquerdista ao mesmo tempo porque o cristianismo e o marxismo defendem visões irreconciliáveis do mundo.
Segundo o cristianismo, o ser humano é imperfeito e marcado pelo pecado original. Precisamos amar a Deus e ao próximo. Nossa recompensa é a vida eterna. Não existe justiça neste mundo, só no Reino de Deus.
Já para o marxismo, o homem vai ser aperfeiçoado quando a humanidade avançar para a sociedade socialista, sem classes e sem propriedade privada.
Para os marxistas, não existe nada além da matéria; não existe alma imortal e nao existe Deus.
Segundo a teoria marxista, religiões são ilusões criadas para legitimar a ordem social.
Quem se diz cristão de esquerda está enganado, ou está tentando te enganar, ou as duas coisas juntas. Esse é o caso dos políticos de esquerda que usam religião para se eleger.
Uma das primeiras coisas que os socialistas/marxistas/comunistas SEMPRE fazem quando chegam ao poder é perseguir as religiões.
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Para quem não acompanha tudo o que eu escrevo, um esclarecimento importante sobre o contexto dessa postagem:
1. A maioria da população tem valores conservadores (o trabalho de Geert Hofstede confirma isso no mundo todo). Mas, apesar disso, as pessoas são enganadas pela aparente virtude das ideias de esquerda (como "justiça social" e "combate à desigualdade").
Muitos eleitores da esquerda têm valores "de direita", mas votam na esquerda e apoiam políticas de esquerda porque aprenderam que aí está a virtude. Portanto, para todos os efeitos, essas pessoas são "de esquerda".
O que importa não é o sentimento, mas a ação.
2. A esquerda tem hegemonia absoluta no ensino público e privado - da creche ao doutorado - e na cultura, nas artes, na mídia, no jornalismo, na máquina do Estado e, cada vez mais, no sistema de justiça.
Essa hegemonia ajuda a suprimir a posição conservadora da maioria da população e a convencer muita gente de que a virtude está na esquerda.
A hegemonia também significa que a maioria das instituições importantes, das quais dependemos, é controlada por militantes de esquerda. Para esses militantes, é irrelevante como a maioria da população pensa. Eles estão dispostos a tudo (lembrem-se: esquerdismo é uma religião), até a colocar o mapa-mundi de cabeça para baixo ou processar um humorista por suas piadas.
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Moraes, o semiletrado de toga
Não é preciso ser um gramático de gabinete para perceber o que salta aos olhos de qualquer brasileiro que ainda não tenha sido lobotomizado pela escola pública e pela televisão: o ministro Alexandre de Moraes, titulado doutor, professor de Direito e ocupante de uma das cadeiras mais altas da República, escreve como um aluno da quinta série que copiou o dever no intervalo. Troca “mas” por “mais”, põe crase onde a língua portuguesa, essa pobre viúva maltratada, não pede nem admite, conjuga verbos no infinito quando deveriam estar no presente, e ainda tem a ousadia de gritar em caixa alta, com cinco pontos de exclamação, que “a JUSTIÇA É CEGA MAIS NÃO É TOLA!!!!!”. A justiça pode até ser cega; o autor da frase, evidentemente, é surdo, mudo e analfabeto funcional.
Essa não é uma simples “falha de revisão”, como os bajuladores de plantão tentam explicar. É o retrato nítido de uma casta que se julga acima da língua que o povo fala e que os clássicos consagraram. Moraes escreve “à partir”, “à favor”, “mensagem realmente achadas”, “whatzap”, data o documento em 3026 e troca “contexto” por “contesto” — como se o próprio vocabulário lhe contestasse o direito de usá-lo. Quem não consegue distinguir uma conjunção adversativa de um advérbio de intensidade não está apto a distinguir o lícito do ilícito, o fato da narrativa, o Direito da vingança pessoal disfarçada de despacho.
O episódio do “mais” em vez de “mas” não é anedota. É revelação. Um homem que decide sobre a liberdade de milhões, que manda prender, silenciar e cassar, não consegue sequer articular uma frase de efeito sem tropeçar na primeira pedra da sintaxe. E depois de ser ridicularizado, corrige o “mais” mas esquece a vírgula. Ou seja: nem o constrangimento público o ensina. Continua o mesmo semiletrado de toga, agora com a correção malfeita e o capricho de manter as maiúsculas e os cinco pontos de exclamação, como se o volume da letra compensasse a pobreza do pensamento.
Isso não é acaso. É o resultado de décadas de destruição sistemática do ensino, da substituição da gramática pela “expressão”, da lógica pela ideologia, do rigor pela pose. As mesmas universidades que formaram esse ministro ensinaram que a norma culta é opressão, que Camões é elitista e que a clareza é fascismo. O produto está à vista: um Supremo Tribunal Federal que emite sentenças em português de WhatsApp mal digitado, enquanto se arvora em tutor moral da nação. Quem não respeita a língua que herdou não respeitará a Constituição que jurou defender.
No fundo, o erro ortográfico de Moraes é apenas o sintoma visível de um erro muito maior: a usurpação do poder por gente que nunca aprendeu a pensar com precisão. Uma sentença mal escrita não é só feia; é perigosa. Porque a palavra, como bem sabiam os antigos, é o instrumento do Direito. Quando o instrumento está quebrado nas mãos de quem o empunha, o que sobra não é justiça. É arbítrio semianalfabeto, gritado em caixa alta, pontuado com exclamações e assinado com ares de majestade.
Hoy celebramos al primer obispo mexicano e hispanoamericano canonizado por la Iglesia católica y escogido como patrono de los obispos de México. Además recordamos que este año conmemoramos que San Rafael arribó hace 100 años desde la Habana, Cuba; hasta Veracruz como Obispo.
Se puderem acessar, votar e compartilhar com os seus contatos, eu agradeço. Instalar audiências públicas sobre as formas de governo no Brasil: monarquia e república. https://t.co/CzmtGVZ4FL #ecidadania