Flávio Bolsonaro defendeu milicianos que espancaram juíza dentro de presídio no Rio: A recente denúncia apresentada pelo ex-deputado Marcelo Freixo, revelando a atuação direta de Flávio Bolsonaro na defesa jurídica para adiar o júri popular… https://t.co/mXXYViGlIU #revistafórum
SEGUE A ESTRELA! Candidato do PT, Patrus Ananias, registra empate na disputa pelo governo em Minas Gerais no 2º turno, mostra pesquisa Real Time Big Data. Sem descanso até as urnas fecharem, vote 13! ⭐
Juliana Baroni: "Qual a diferença entre trabalhar na grande mídia e no ICL?"
Heloisa Villela: "Trabalhava na Globo descrevendo o que acontecia. Eu escrevia 'ativista palestino' e eles trocavam por 'terrorista'. Era o Ali Kamel na época que mandava!"
Paulo Gonet, Procurador-Geral da República, tem reputação ilibada e vida pública de lisura insuspeita. Isso nunca foi objeto de disputa: é reconhecido em todos os espectros, por quem concorda e por quem discorda dele. Mesmo assim, teve a honra injustamente manchada pelo levantamento do sigilo de conversas que nada de ilícito retratavam. E, naquele exato momento, o estrago à reputação já estava feito. Ninguém desfaz manchete com reparo tardio em plenário.
Ainda assim, assistimos na terça-feira a uma cena lamentável. Em plenário, o próprio relator reconheceu, em alto e bom som, a lisura da conduta de Gonet e admitiu que nada havia contra ele. Nada. Então por que expor? Quem atesta a honra de alguém só depois de tê-la arrastado pela praça pública não está corrigindo um erro: está confessando que ele era evitável.
E não foi só isso. A intenção de lucrar politicamente com o episódio ficou escancarada quando o relator fez publicar vídeo nas redes sociais agradecendo o apoio popular. Apoio a quê, exatamente? A um ato que ele mesmo admitiu não ter fundamento contra a pessoa exposta? Quem age assim não é magistrado imparcial: é boneco de campanha, um pixuleco eleitoral.
Já vimos esse filme. Na Lava Jato, Deltan Dallagnol e Sergio Moro transformaram vazamento seletivo em método. A ideia era sempre criar o fato consumado antes da ação penal, colher os dividendos políticos e deixar a defesa correndo atrás de um julgamento que a opinião pública já havia feito. Linchamento coletivo serve para esvaziar o direito de defesa e enterrar a presunção de inocência.
E, como na Lava Jato, a hora nunca é ao acaso. Lá, sigilos caíam a poucas semanas das eleições. Aqui, o levantamento apareceu às vésperas do 7 de Setembro, para inflar as ruas, arrancar dividendos políticos, sujar reputações e intimidar quem se opõe a esse método. No fundo, o alvo é o direito de defesa de pessoas contra as quais esses agentes nutrem algo que se parece muito mais com vingança do que com justiça.
Instituição séria respeita o devido processo desde o primeiro ato.
A Paulo Gonet, minha integral solidariedade. O Brasil e as instituições são devedores da coragem, da seriedade e da correção de homens como ele.
Isto que o Otoni narra aconteceu em diversas comunidades de fé, incluindo a igreja que congrego. Bolsonaro se tornou ídolo de muitos evangélicos, que até negam a Jesus, mas jamais a ele.
@tomazaraujo13 Discordo dos valores, pelo mercado atual isso é grana pra zagueiro. Ponta burro no mínimo são 10 milhões a mais que isso. Até uns 20 milhões daria pra entender a venda, mesmo sendo um valor abaixo do mercado, mas 15 milhões é ser feito de trouxa de novo
🚨🚨🚨ATENÇÃO🚨🚨🚨
EM PROTESTO CONTRA A INTERFERÊNCIA DA CASA BRANCA NA COPA DO MUNDO, O BRASIL DECIDIU SE RETIRAR DO TORNEIO!
"A Copa está manchada" - Disse Danilo, líder do movimento
Grupo Globo é assim:
Se há um mínimo sinal de que alguém da esquerda pode estar minimamente envolvida com algum escândalo sem nenhuma averiguação, a notícia é dada em primeira mão com direito a powerpoint, plantão no meio da novela e JN começando 7 da noite.
Mas se o escândalo é da direita a postura é: “vamos checar todos os fatos e só noticiar quando restar impossível não mencionar e ainda assim o faremos apenas por 3 minutos sem citar partidos e deixando o público extremamente confuso e pouco interessado”
Não tem DINHEIRO PÚBLICO nessa história? Será?
Karina Ferreira da Gama é a única sócia da empresa Go Up Entertainment, responsável pela produção de “Dark Horse”.
Karina também é presidente do Instituto Conhecer Brasil (ICB), que possui um contrato SUSPEITÍSSIMO de R$ 108 MILHÕES com a Prefeitura de São Paulo para instalação de wi-fi na cidade. Em muitos locais, os equipamentos sequer foram instalados e, mesmo assim, a Prefeitura realizou pagamentos, inclusive antecipados.
Denunciei esse caso ao Ministério Público no fim de 2025.
Eita como muda de versão rápido!
Após negar na manhã desta quarta-feira (13) que Daniel Vorcaro tenha investido no filme da história de Jair Bolsonaro, Flávio mudou sua versão após reportagem do Intercept Brasil que revelou suas trocas de mensagens e áudios cobrando parcelas do banqueiro.
Leia a reportagem completa no site do Intercept Brasil: https://t.co/CUeVUIyXLZ
🚨🚨🚨 URGENTE | Vorcaro pagou R$ 61 milhões para filme de Bolsonaro; Flávio cobrou dinheiro
Os diálogos entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro foram divulgados pelo Intercept Brasil
🤳 Intercept Brasil / @TheInterceptBr