Hoje é aniversário do Pedro Lourenço! 🎂🦊
Um cruzeirense apaixonado que não mede esforços pelo bem do clube! Desejamos muitos anos de vida, saúde e mais conquistas pelo Cabuloso! Parabéns, Presidente! 💙
Ciência - Um grupo de cientistas americanos conseguiu algo que, até pouco tempo atrás, parecia pertencer ao roteiro de um filme de ficção científica: criar camundongos vivos nos quais grande parte do cérebro é formada por neurônios humanos.
Os animais conseguem andar, comer, explorar o ambiente e realizar tarefas como outros camundongos. E esse detalhe é importante: eles continuam se comportando, essencialmente, como camundongos.
O trabalho, publicado nesta terça-feira (16) na revista Nature, foi desenvolvido por pesquisadores ligados à Universidade Stanford e pode abrir uma nova frente para o estudo de doenças que afetam o cérebro humano, como esquizofrenia, epilepsia, paralisia cerebral, deficiência intelectual e algumas formas raras de demência.
A ideia por trás do experimento é enfrentar um dos grandes obstáculos da pesquisa neurológica: o cérebro humano é extremamente difícil de estudar diretamente.
🔍 Como foi feito?
Usando engenharia genética, os pesquisadores impediram que os embriões desenvolvessem duas estruturas importantes do cérebro: o córtex cerebral, camada externa responsável por funções como memória, raciocínio e controle dos movimentos, e o hipocampo, ligado à formação e à organização das memórias.
Sem essas estruturas, os camundongos nascem com aproximadamente metade do volume cerebral de um animal normal. Ainda assim, conseguem sobreviver porque regiões mais internas do cérebro, responsáveis por funções básicas, como respiração e equilíbrio, permanecem preservadas.
Foi nesse espaço que os cientistas implantaram organoides cerebrais humanos: pequenos aglomerados de tecido nervoso cultivados em laboratório a partir de células-tronco de adultos, que foram reprogramadas para dar origem a diferentes tipos de células cerebrais.
Em apenas três meses, o tecido humano cresceu quase cinco vezes e passou a ocupar mais de 90% do espaço que corresponderia ao córtex do camundongo.
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O SOM DA EMOÇÃO | Um vídeo do encontro de duas mães vem emocionando a web nos últimos dias. Depois de o menino Nazar, de 12 anos, receber um coração transplantado, a sua mãe e a mãe da menina doadora, que morrera pouco tempo antes, se encontraram no Hospital Saint Nicholas, especializado em medicina pediátrica, na cidade e Lviv, na Ucrânia.
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Saúde - Médicos italianos transplantaram a parte central da retina de um olho, a mácula lútea, uma cirurgia inédita que devolveu a visão a uma paciente que estava cega há cinco anos, anunciou um hospital de Turim.
Elena, de 67 anos, "havia perdido completamente a visão devido a um grave acidente de trânsito, que lhe causou uma lesão irreversível no nervo óptico do olho esquerdo, o que a fez perder a visão devido à impossibilidade de transmitir a luz do olho ao cérebro, embora tenha deixado intactas as estruturas oculares", indicou um comunicado do Hospital Molinette enviado à AFP nesta segunda-feira (27).
Seu olho direito, já afetado por uma maculopatia, "havia sofrido traumatismos que haviam comprometido a retina e a transparência da córnea de forma irremediável", segundo o texto.
Mas este obstáculo, até agora considerado "insuperável", segundo a instituição médica, foi superado pelo professor Michele Reibaldi e sua equipe médica em Turim.
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Uma australiana deu à luz quadrigêmeas idênticas, algo raro em uma concepção natural, em uma gravidez considerada de "altíssimo risco" pelo Royal Brisbane and Women's Hospital: https://t.co/uvYGgeKPxs