Estive com meu pai hoje. Já são quase 300 dias dessa injustiça contra ele, e encontro o mesmo homem de sempre: firme, lúcido e com a fé intacta — apesar de tudo que tentaram, e ainda tentam, fazer com ele.
Pedi um conselho. A resposta veio direta, do jeito que só ele sabe ser: "humildade, respeito e vai pra rua." Falamos sobre o Brasil e sobre o momento que atravessamos, e mais uma vez percebi como, mesmo de onde está, ele segue atento ao que acontece no nosso país. Elogiou o nosso trabalho em Santa Catarina — Estado que ele sempre soube ser um dos mais decisivos para o Brasil — e me passou aquela resiliência que move tantos brasileiros. Saio dessa visita com uma mensagem de esperança para entregar ao povo: a nossa luta é maior do que qualquer perseguição.
Te amo, pai. Estarei sempre ao seu lado.