Reportagem do NY Times de 1975 sobre o atleta Pelé:
- corria 100 metros em 11 segundos.
- impulsão de 1,82 m.
- visão periférica 30% maior que de outros atletas.
"Se treinado, Pelé poderia estar entre os Top 10 no decatlo no mundo", diz um especialista.
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@mvicca@LARGOESPN@BBC Marcelo, essa é uma meia verdade. Os custos dessa copa sao muito superiores ao das duas anteriores. No Qatar tinha o facilitador de distâncias bem mais curtas entre os estádios e uma população infinitamente menor pra disputar os ingressos.
"Vocês sabem qual é o aproveitamento do Palmeiras com esse árbitro? É de 90%. Sabe o aproveitamento do Flamengo com esse árbitro? É menos de 50%"
Essas foram as palavras de Leonardo Jardim na coletiva de imprensa depois de perder para o Palmeiras por 3 a 0. Tudo bem que a derrota passou por mais uma atuação terrível de Rossi e mais uma expulsão juvenil de Carrascal, mas ele também mexeu mal no time, sobretudo quando tirou Samuel Lino do jogo.
Com todo respeito a Jardim: falar de arbitragem na derrota para o Palmeiras é querer terceirizar a culpa. O Flamengo precisa fazer uma autocrítica. Arbitragem não influenciou em nada no resultado.
Foto: Flamengo
Não vejo NADA demais o Paulinho fazer o gesto de silêncio na comemoração. Se isso desperta violência em alguém... O problema é desse alguém - e não do autor do gol. Romário sempre comemorou gol assim, aliás... Futebol, gente
🚨 PASSOU DO PONTO FAZ TEMPO…
Nos últimos tempos, plataformas como Instagram e X viraram terreno para uma distorção perigosa, a transformação deliberada de acertos em erros. E, pior, isso não parte só de torcedores apaixonados, parte, principalmente, de quem deveria informar com responsabilidade.
Jornalistas, influenciadores, analistas, gente que tem alcance, que pauta debate, que influencia milhares de pessoas. São esses que, muitas vezes, escolhem a narrativa ao invés do fato. Escolhem o engajamento ao invés da verdade.
O caso recente da homenagem do Arrascaeta escancara isso. Existe regra clara, tirar a camisa é cartão amarelo. Não importa se é homenagem, emoção ou contexto. A regra não abre espaço para “bom senso” seletivo. Pedir exceção nesse tipo de lance não é humanizar o futebol, é relativizar a regra conforme a conveniência.
E quando a regra vira opcional no discurso, tudo vira bagunça.
Outro exemplo claro foi o pênalti anulado no jogo entre Palmeiras e Athletico Paranaense. O árbitro errou no campo, o VAR corrigiu, exatamente como o protocolo prevê. Ainda assim, muita gente tratou o acerto final como erro, simplesmente porque contraria a narrativa que queriam emplacar.
Isso não é análise. É torcida disfarçada de conteúdo.
O resultado disso tudo é um ambiente cada vez mais tóxico, onde o debate não evolui, a compreensão do jogo não melhora e a arbitragem vira bode expiatório constante, mesmo quando acerta. E aí cria-se um ciclo vicioso: pressão artificial, desconfiança generalizada e um futebol que não anda pra frente.
Porque enquanto lá fora se discute evolução, transparência e tecnologia, aqui ainda se discute se regra deve ou não ser cumprida dependendo da situação.
No fim das contas, não é só a arbitragem que perde credibilidade. A mídia esportiva também vai se desgastando, aos poucos, abrindo mão da responsabilidade em troca de alcance.
E esse tipo de situações existe de todos os lados, seja qual qual clube for.
E isso, sim, é o mais preocupante.