@futebol_info@geglobo Joga a Copa do Brasil e os Estaduais no primeiro semestre, depois férias pra geral, no retorno, 1 mês pra pré-temporada e inicia o Brasileirão junto com o Espanhol e Premier.
Rapaaaz...
Uma pessoa upou HORAS degravações de shows e apresentações em boa qualidade no Youtube. Boa parte do que tem ali era considerado lost midia ou em baixa qualidade.
Rock in Rio 3 INTEIRO, o primeiro VMB, os Luau MTV, MUITO programa da MTV etc.
Tudo em boa qualidade.
@AlbertRamo67116@lbstudyy Exatamente! Não inventou historinha da carochinha. Quer o velho e bom "sexo sem compromisso". Se ela quiser tbm fica tudo certo e o combinado não sai caro.
NOTA OFICIAL
Após o retorno da Copa do Mundo, o debate sobre arbitragem voltou a ocupar o centro do futebol brasileiro. E isso não acontece por acaso.
Nos últimos anos, consolidou-se entre torcedores, profissionais do futebol e parte significativa da opinião pública a percepção de que um determinado clube vem sendo reiteradamente beneficiado por decisões de arbitragem. Essa percepção não nasce apenas da rivalidade esportiva. Também encontra respaldo em números.
Levantamento do Espião Estatístico, do ge, mostra que, desde a implantação do ranking do VAR, em 2020, até o Campeonato Brasileiro de 2026, o Palmeiras acumula o maior número de decisões alteradas a seu favor (65), o menor número de decisões contrárias entre os principais clubes do país (47) e o maior saldo positivo do futebol brasileiro (+18). Também lidera o número total de intervenções do VAR.
Os números desta edição do Brasileirão seguem na mesma direção. O Palmeiras é a 5ª equipe que mais precisa cometer faltas para receber um cartão amarelo (6,72 faltas por advertência), enquanto seus adversários figuram entre os que mais recebem cartões amarelos e vermelhos ao enfrentá-lo.
Nenhum dado, isoladamente, comprova favorecimento. Mas estatísticas acumuladas ao longo de sete temporadas ajudam a explicar por que esse debate não acaba e segue sendo pauta de todos os envolvidos com o futebol.
Também merece reflexão o comportamento adotado dentro e fora de campo. Tornou-se frequente assistir a jogadores e comissões técnicas cercando árbitros, reclamando de forma ostensiva e se colocando na condição de vítimas mesmo após faltas evidentes ou até mesmo um simples lateral. Uma ação estudada e coordenada.
É importante reconhecer os investimentos realizados pela CBF e os avanços promovidos pela Comissão de Arbitragem, com treinamentos, divulgação dos áudios do VAR e implementação de novas tecnologias. No entanto, não são elas que executam as regras que, eventualmente, acabam decidindo jogos. Na partida entre Vitória e Palmeiras, por exemplo, as decisões foram tomadas por Alex Gomes Stefano, em campo, e Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira, no VAR.
São os árbitros que interpretam os lances, aplicam as regras e tomam decisões capazes de alterar tabelas, influenciar disputas por títulos, vagas e rebaixamentos. Por isso, também precisam ser responsabilizados quando cometem erros graves, quando são passivos em relação à pressão até mesmo em cobranças de lateral, e quando não coíbem o mau comportamento sistemático, como determinam as regras. A Copa do Mundo, recentemente, mostrou o caminho; árbitros e atletas que lá estiveram, muitos deles jogando no Brasil, lá, atuaram de acordo com a regra do “jogo limpo”, e deveriam fazer o mesmo aqui.
O futebol brasileiro precisa voltar a discutir mais o jogo do que a arbitragem. Isso só será possível quando os árbitros adotarem critérios claros e deixarem de premiar equipes que utilizem a pressão durante todo o jogo como estratégia. As regras devem ser cumpridas, por todos, inclusive pelos árbitros.
O futebol é paixão e um grande negócio. Por isso, precisa de confiabilidade por quem é incumbido de cumprir as regras do jogo.
Durante a Copa do Mundo, quem ousou fazer críticas ao comportamento de Neymar foi atacado (e até ameaçado), e os "argumentos" frequentemente iam na direção de desqualificar os emissores que não foram atletas. O que fazer quando a crítica vem de craques consagrados como Gerson?
@LARGOESPN É simples: goleiro pediu atendimento médico? Sai de campo e entra o reserva e segue o baile. Quando o atendimento acabar, ele volta a campo por trás do seu gol e o goleiro reserva volta pro banco. Acaba com a cera.
🇧🇷 Vocês também estão com saudade dessa geração, não é… eu também. E como!
Tempos em que o nome “Seleção Brasileira” e a bandeira do Brasil estavam acima de qualquer identidade ou agenda individual.
Quando o coletivo falava mais alto que o ego.
Quando jogar pela camisa amarela não era um detalhe, era uma honra e uma responsabilidade.
Homens fortes de ouro. Em todos os sentidos. Inspiradores. Puro talento, garra, união e respeito à torcida, ao país E AO TRABALHO.
Homens que entendiam que a Seleção não era um palco para vaidades ou mensagens pessoais — era o lugar onde se defendia o nome do Brasil com orgulho.
Homens que eram exemplos.
Que saudade de times que jogavam pelo “nós” e não pelo “eu”.
💚💛 Viva os meninos de OURO do nosso passado glorioso!
♥️