Irmãos patriotas, preciso da opinião de vocês: no dia em que o congresso aprovou quarentena para juízes, advogados, policiais, será que não deveria fazer a mesma coisa com jornalistas, principalmente os fofoqueiros de plantão???
🚨GRAVE - Influenciadora se infiltra na parada do orgulho LGBT em SP, flagra consumo de drogas, nudez, campanha eleitoral antecipada e violência, tudo na presença de crianças
“Tinham crianças! Eu não sou contra gay, eu sou contra crianças nesse ambiente”
A parte mais engraçada dessa reportagem é ouvir jornalistas dizendo que o tema "não deveria ser politizado". Em 2026, depois de anos transformando cada morte da Covid em arma política contra Bolsonaro @jairbolsonaro , descobrimos que agora existe uma preocupação repentina com responsabilidade, equilíbrio e separação entre saúde e política.
Quando Bolsonaro estava no Planalto não havia esse cuidado. Não existia prudência. Não existia espera por investigação. Não existia contextualização. Existia apenas uma narrativa pronta: Bolsonaro era o genocida, o negacionista, o culpado por tudo. Cada problema sanitário virava manchete política. Cada debate científico virava disputa ideológica. Cada decisão era tratada como crime moral.
Agora que surge um problema envolvendo um imunizante sob outro governo, a imprensa corre para alertar que o assunto está sendo politizado e que é preciso evitar associações indevidas. Curioso. O princípio que não existia em 2020 apareceu magicamente em 2026.
O problema nunca foi a politização. O problema sempre foi quem estava sendo politizado.
Quando era Bolsonaro, a política podia invadir a ciência, a medicina, os hospitais e os cemitérios. Quando não é Bolsonaro, a mesma imprensa pede calma, responsabilidade e análise técnica.
A memória é uma inimiga cruel das narrativas. E a hemeroteca continua sendo o maior pesadelo de quem passou anos confundindo jornalismo com militância.
EDITORIAL | Lula quebra o Brasil para se reeleger – “Somente neste ano foram 33 medidas, somando a marca de R$ 215 bilhões em aumento de despesas ou redução de receitas. Pelo visto, o governo Lula perdeu a pouca vergonha que ainda tinha”. Leia o texto completo em https://t.co/s4NWEDhH3m
ENTÃO VACINAS PODEM CAUSAR MORTES?
O governo Lula suspendeu a vacina contra a dengue do Instituto Butantan após o registro de casos graves. Entre as ocorrências analisadas, existem duas mortes sob investigação e outros eventos adversos considerados severos.
No governo Bolsonaro, qualquer pessoa que levantasse dúvidas sobre efeitos colaterais, riscos ou necessidade de monitoramento rigoroso de vacinas era frequentemente atacada, censurada ou tratada como irresponsável pelo judiciário, pela esquerda e pela imprensa.
A pergunta é simples: se a investigação é necessária e se efeitos graves podem ocorrer, por que durante tanto tempo foi tratado como absurdo discutir riscos, exigir transparência e cobrar acompanhamento rigoroso de vacinas e seus efeitos adversos?
Departamento de Estado dos EUA esclareceu que as medidas anunciadas não têm relação com o Pix. O alvo são apenas pessoas e empresas ligadas ao financiamento do PCC e do Comando Vermelho. Após a declaração, críticos acusaram o governo e parte da imprensa de criarem um alarme injustificado sobre o sistema de pagamentos brasileiro.
A estapafúrdia decisão que concedeu perdão judicial à mãe no caso Henry Borel não é fruto de um erro isolado. É reflexo de uma cultura woke que contaminou o Direito e passou a tratar algumas pessoas como mais merecedoras de proteção do que outras.
Não se trata de uma juíza ou de uma orientação específica do CNJ, mas de uma metástase ideológica que relativiza a igualdade constitucional e, em casos extremos como este, trata aqueles considerados dignos de compensação como imunes à responsabilização por atos criminosos.
Henry tinha apenas uma missão na vida: ser criança.
Quem tinha o dever de protegê-lo eram os adultos ao seu redor.
Hoje, anos depois de sua morte brutal, o debate não é sobre a dor daquela criança, nem sobre o terror que ela viveu, o debate é sobre patriarcado, misoginia e teorias sociológicas.
O Brasil enlouqueceu.
Uma criança é enterrada, o Brasil chorou pela crianca exigindo o minimo: JUSTIÇA.
So q a Justiça parece mais preocupada em encontrar explicações para os adultos do que em lembrar quem foi a verdadeira vítima, o Henry.
Enquanto isso, mães do 8 de janeiro receberam o peso máximo do Estado, foram separadas dos filhos e transformadas em "exemplos públicos".
A mensagem que fica é devastadora:
A compaixão da Justiça parece depender de quem está sentado no banco dos réus.
E quando a morte de uma criança deixa de ser o centro da discussão, alguma coisa muito grave aconteceu com o nosso senso de justiça.