este argumento se cae cuando por más diez años has participado en campañas contra la violencia, has hecho música criticando las injusticias del mundo y has donado a fundaciones que ayudan a personas vulnerables, ellos han formado una base tan consolidada de fans por su música y VISIÓN DE VIDA, que muchas encontramos maravillosa
no son mis salvadores, ni mis psicólogos, ni las personas que me han criado, pero los sigo porque se acoplan a mi perspectiva de hacer las cosas, y eso tiene harto peso en el cariño que muchas les tenemos
no se trata de tenerlos en un altar, se trata de que sean congruentes con la imagen que nos han dado por más de diez años, la imagen por la que muchas seguimos aquí
Essa "limpeza no fandom" que estão falando vai deixar só as fãs que eles msm reclamam, as que ficam na frente do hotel, as que comentam bosta nas lives, as que n votam e nem dão stream. Pq as boas de vdd tem senso e respeitam os proprios ideais, e sabem pensar sem serem fanaticas
una brasilera dijo q no se trata de q simplemente fueron al concierto sino q usaron sus redes e influencia (construida por mujeres) para darle visibilidad y trasmitir la normalización de consumir a un abusador y es creo que el punto perfecto de la explicación del pacto patriarcal
@Alejandracyxo @belovedipity ¿Como ser más clara? "Ellos no son responsables de las acciones de CB, pero sí de seguir dandole foco". No se les pide que sean perfectos, solo consientes y congruentes con su propio mensaje.
Y en ningún momento dije que merecían un trato en específico
O problema não é uma pessoa ir ao show de alguém acusado de violência. O problema é usar uma plataforma enorme para apoiar publicamente essa pessoa, porque isso ajuda a normalizar a imagem dela e a mostrar que, apesar das acusações, ela continua sendo celebrada como se nada tivesse acontecido.
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Se você tem 5 milhões de seguidores, sua influência tem consequência: você não está apenas “gostando de um artista”, está ajudando a decidir quem recebe palco, prestígio e legitimidade. E é justamente esse pacto de “não vamos nos importar” que permite que homens misóginos continuem enormes: ninguém precisa defender a violência diretamente; basta continuar dando apoio suficiente para que ela nunca tenha consequência social.
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Uma mulher, especialmente uma que já sofreu abuso, tem todo o direito de olhar para isso e pensar: “Eu não quero ver alguém que admiro usando a influência que recebeu de tantas mulheres para promover um homem acusado de violentar uma mulher.” Isso não é dizer que ela é cúmplice do crime; é questionar por que ela escolheu ficar do lado da normalização quando poderia simplesmente não apoiar.